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Unicef cobra compromisso com a infância do próximo governador do Rio

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Tue, 11 Aug 2026 17:56:00 -0300
Unicef cobra compromisso com a infância do próximo governador do Rio

Why This Matters

Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/unicef-cobra-compromisso-com-infancia-do-proximo-governador-do-rio"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>A prevenção das violências contra crianças e adolescentes devem orientar as políticas públicas do próximo governo do estado do Rio de Janeiro, defendeu o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). <strong>Nesta terça-feira (11), a organização fez um chamado às candidaturas, diante do alto índice de mortes violentas intencionais no estado e divulgou uma agenda com sugestões divididas em três eixos.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699366&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699366&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>“O estado [do Rio] precisa de um plano para reduzir homicídios, esclarecer cada morte e proteger os territórios mais afetados fazendo uma política de segurança pública de fato protetiva, que preserve vidas, com metas e transparência e governança”, destacou a chefe do escritório do Unicef para o Rio de Janeiro, Flávia Antunes. <strong>A redução da violência letal é um dos três tópicos da agenda do Fundo.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/discord-entrega-agu-proposta-para-reforcar-seguranca-de-criancas">Discord entrega à AGU proposta para reforçar segurança de crianças.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/agu-se-reune-com-discord-e-cobra-protecao-de-criancas-na-plataformas">AGU se reúne com Discord e cobra proteção de crianças na plataforma.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/lei-amplia-punicao-crimes-sexuais-online-contra-criancas-entenda">Lei amplia punição a crimes sexuais online contra crianças; entenda.</a></li></ul><strong>No Rio, 1.261 crianças e adolescentes foram mortos e mais 12 mil estuprados, entre 2021 e 2023, segundo o Unicef e Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</strong></p> <p>Para a organização internacional, os números revelam uma violência persistente, dentro e fora de casa, que interrompe vidas, compromete a aprendizagem o próprio futuro do país. Por isso, afirma o Unicef, a proteção da infância e da adolescência deve orientar o programa de governo e as ações do próximo governador.</p> <p>Flávia Antunes, chefe do escritório do Unicef, explica que o chamado busca provocar um compromisso público, de não perder mais nenhuma criança ou adolescente para a violência. Segundo a especialista, proteger essa faixa de idade é estratégico.</p> <p><strong>“Quando a gente protege esse público a gente fortalece a educação, a saúde, a segurança pública, a economia e a democracia ao mesmo tempo”, afirmou Antunes.</strong></p> <p>Além das ações para reduzir as mortes violentas, <strong>a agenda do Unicef inclui medidas para garantir a permanência na escola, ampliar a coordenação entre áreas de governos e fortalecer a rede de proteção e atendimento às vítimas.</strong> As ações foram construídas com especialistas, sociedade civil, adolescentes e os próprios jovens.</p> <p>Ao divulgar a agenda, em evento na cidade do Rio, o Unicef também se ofereceu para apoiar o próximo governo a colocar em prática as medidas recomendas.</p> <p>Conheça os principais pontos da agenda:</p> <p><strong>Educação que protege:</strong></p> <p>. Garantir acesso, permanência e conclusão da educação básica, por meio da busca ativa e estratégias de prevenção às violências na escola;</p> <p>. Ampliar oportunidade de formação profissional, aprendizagem e inclusão produtiva para adolescentes e jovens.</p> <p><strong>Segurança pública que preserva vidas:</strong></p> <p>. Implementar integralmente a Lei Estadual Ágatha Félix (9.180/2021) e ampliar a investigação de dos homicídios de crianças e adolescentes;</p> <p><a href="https://www.alerj.rj.gov.br/Visualizar/Noticia/50027" target="_blank">https://www.alerj.rj.gov.br/Visualizar/Noticia/50027</a></p> <p><strong>. Criar uma política estadual de redução dos homicídios de adolescentes e jovens, com metas, monitoramento e participação social;</strong></p> <p>. Instituir uma governança intersetorial permanente entre segurança pública, educação, saúde e assistência social para a proteção da infância;</p> <p>. Garantir mobilidade segura para acrianças e adolescentes em territórios afetados pela violência.</p> <p><strong>Rede de proteção que não abandona nenhuma criança:</strong></p> <p>. Implementação plena da Lei Federal da Escuta Protegida (13.431/2017) no estado, buscando impedir novo sofrimento de vítimas ou testemunhas de violência;</p> <p>. Criar o primeiro Centro de Atendimento Integrado para crianças e adolescentes vítimas de violência na capital e expandir o modelo no estado;</p> <p>. Ampliar o acesso a serviços especializados de proteção e atendimento às vítimas;</p> <p>Fortalecer a rede de atenção à saúde mental de crianças, adolescentes e jovens.</p> <p> </p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

A prevenção das violências contra crianças e adolescentes devem orientar as políticas públicas do próximo governo do estado do Rio de Janeiro, defendeu o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Nesta terça-feira (11), a organização fez um chamado às candidaturas, diante do alto índice de mortes violentas intencionais no estado e divulgou uma agenda com sugestões divididas em três eixos. “O estado [do Rio] precisa de um plano para reduzir homicídios, esclarecer cada morte e proteger os territórios mais afetados fazendo uma política de segurança pública de fato protetiva, que preserve vidas, com metas e transparência e governança”, destacou a chefe do escritório do Unicef para o Rio de Janeiro, Flávia Antunes. A redução da violência letal é um dos três tópicos da agenda do Fundo. Notícias relacionadas:Discord entrega à AGU proposta para reforçar segurança de crianças.AGU se reúne com Discord e cobra proteção de crianças na plataforma.Lei amplia punição a crimes sexuais online contra crianças; entenda.No Rio, 1.261 crianças e adolescentes foram mortos e mais 12 mil estuprados, entre 2021 e 2023, segundo o Unicef e Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Para a organização internacional, os números revelam uma violência persistente, dentro e fora de casa, que interrompe vidas, compromete a aprendizagem o próprio futuro do país. Por isso, afirma o Unicef, a proteção da infância e da adolescência deve orientar o programa de governo e as ações do próximo governador. Flávia Antunes, chefe do escritório do Unicef, explica que o chamado busca provocar um compromisso público, de não perder mais nenhuma criança ou adolescente para a violência. Segundo a especialista, proteger essa faixa de idade é estratégico. “Quando a gente protege esse público a gente fortalece a educação, a saúde, a segurança pública, a economia e a democracia ao mesmo tempo”, afirmou Antunes. Além das ações para reduzir as mortes violentas, a agenda do Unicef inclui medidas para garantir a permanência na escola, ampliar a coordenação entre áreas de governos e fortalecer a rede de proteção e atendimento às vítimas. As ações foram construídas com especialistas, sociedade civil, adolescentes e os próprios jovens. Ao divulgar a agenda, em evento na cidade do Rio, o Unicef também se ofereceu para apoiar o próximo governo a colocar em prática as medidas recomendas. Conheça os principais pontos da agenda: Educação que protege: . Garantir acesso, permanência e conclusão da educação básica, por meio da busca ativa e estratégias de prevenção às violências na escola; . Ampliar oportunidade de formação profissional, aprendizagem e inclusão produtiva para adolescentes e jovens. Segurança pública que preserva vidas: . Implementar integralmente a Lei Estadual Ágatha Félix (9.180/2021) e ampliar a investigação de dos homicídios de crianças e adolescentes; https://www.alerj.rj.gov.br/Visualizar/Noticia/50027 . Criar uma política estadual de redução dos homicídios de adolescentes e jovens, com metas, monitoramento e participação social; . Instituir uma governança intersetorial permanente entre segurança pública, educação, saúde e assistência social para a proteção da infância; . Garantir mobilidade segura para acrianças e adolescentes em territórios afetados pela violência. Rede de proteção que não abandona nenhuma criança: . Implementação plena da Lei Federal da Escuta Protegida (13.431/2017) no estado, buscando impedir novo sofrimento de vítimas ou testemunhas de violência; . Criar o primeiro Centro de Atendimento Integrado para crianças e adolescentes vítimas de violência na capital e expandir o modelo no estado; . Ampliar o acesso a serviços especializados de proteção e atendimento às vítimas; Fortalecer a rede de atenção à saúde mental de crianças, adolescentes e jovens.

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