Coparticipação em planos de saúde avança sem limite definido, e ANS tenta rever regra de 1998
Why This Matters
Key context: Pagar parte da consulta, do exame ou do procedimento virou regra nos <a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/plano-de-saude/" rel="" target="">planos de saúde</a> contratados por empresas. Em 2025, 71,1% dos beneficiários de planos coletivos empresariais estavam em contratos com <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/05/oito-anos-apos-revogacao-norma-sobre-coparticipacao-em-planos-volta-a-ser-discutida-na-ans.shtml" rel="" target="">coparticipação</a>, franquia ou os dois, ante 63,5% em 2020. <a href="https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/10/coparticipacao-em-planos-de-saude-avanca-sem-limite-definido-e-ans-tenta-rever-regra-de-1998.shtml">Leia mais</a> (10/19/2026 - 04h00) This development from redir.folha.com.br highlights ongoing changes in the sector.
Pagar parte da consulta, do exame ou do procedimento virou regra nos planos de saúde contratados por empresas. Em 2025, 71,1% dos beneficiários de planos coletivos empresariais estavam em contratos com coparticipação, franquia ou os dois, ante 63,5% em 2020. Leia mais (10/19/2026 - 04h00)
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