São Paulo: Flipei terá mais de 180 convidados e 65 mesas de debates
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-08/sao-paulo-flipei-tera-mais-de-180-convidados-e-65-mesas-de-debates"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>A oitava edição da <a href="https://www.flipei.org/" target="_blank">Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei)</a> começa na próxima quarta-feira (5), com programação gratuita, na região central da capital paulista. Até domingo (9), haverá eventos no Espaço Cultural Elza Soares, Café Colombiano, Pratododia, Sol y Sombra Bar e Central 1926.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698463&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698463&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Desde 2018, a Flipei tem se desenvolvido como <strong>palco de resistência cultural e pensamento crítico</strong>. Nomes de forte projeção internacional e nacional foram convidados para debater os rumos da política, da literatura e dos movimentos sociais.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/livro-escreviventes-celebra-conceicao-evaristo-e-eliana-alves-cruz">Livro Escreviventes celebra Conceição Evaristo e Eliana Alves Cruz.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/conheca-os-finalistas-do-3deg-premio-jabuti-academico">Conheça os finalistas do 3° Prêmio Jabuti Acadêmico.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/flip-2026-reune-40-mil-pessoas-aumento-de-14-em-relacao-2025">Flip 2026 reúne 40 mil pessoas, aumento de 14% em relação a 2025.</a></li></ul>Na programação, <strong>as mesas de conversa vão abordar temas como os ataques israelenses à Palestina, maternidade, tarifa zero, psicoativos e saúde mental, direito ao aborto, violência racial e de gênero, justiça climática, inteligência artificial, publicações independentes e bibliodiversidade.</strong></p> <p>Os destaques internacionais incluem Ruth Wilson Gilmore, referência mundial no debate sobre abolicionismo penal e o sistema prisional; o jornalista Gideon Levy, colunista do jornal <em>Haaretz</em> e autor do livro <em>O Massacre de Gaza: Relatos de uma Catástrofe</em> (Editora Elefante); e a ativista Medea Benjamin (cofundadora do Code Pink), autora do livro <em>Por Dentro do Irã</em>.</p> <p>Haverá a presença também do cientista político Augusto Nimtz, especialista na teoria marxista, na história das revoluções e autor do livro <em>Ideologia e Violência Racial</em>; do historiador Rick Blackman, pesquisador do papel da música nas lutas antirracistas e antifascistas, autor do livro <em>Babilônia em Chamas</em>; e a poeta e tradutora Tal Nitzan, que aborda temas ligados à literatura de resistência e direitos humanos.</p> <p>Do cenário nacional, o festival vai reunir a deputada Luiza Erundina; a escritora e ativista Cida Bento, autora do livro <em>O Pacto da Branquitude</em> (Companhia das Letras); a escritora <em>Cidinha da Silva</em>, autora de <em>Quando Borboletas Furiosas se Tornam Mulheres Negras: Nós e os Livros</em> (Relicário Edições); e a líder indígena ativista do povo Paiter Suruí, Txai Suruí.</p> <p>A festa conta ainda com a participação do filósofo Vladimir Safatle, autor de <em>A Ameaça Interna: Psicanálise dos Novos Fascismos Globais </em>(Ubu Editora); o ativista Thiago Ávila, que esteve à bordo da Flotilha da Liberdade com destino à Faixa de Gaza e chegou a ser preso pelas forças de segurança israelenses; e dos jornalistas Jamil Chade e Xico Sá.</p> <p>A Flipei anunciou que a exposição <em>Funk: um Grito de Ousadia e Liberdade</em>, com curadoria da dançarina, pesquisadora e produtora cultural Renata Prado, será remontada durante o festival literário.</p> <p>A mostra, que teve seu encerramento antecipado no Museu da Língua Portuguesa em maio após ataques de parlamentares de extrema direita e investigações do Ministério Público, terá parte do acervo original exposta na Central 1926, localizada na Praça da Bandeira, 137. </p> <p>“Classificado por intelectuais como Lilia Schwarcz como ‘censura descarada’, o fechamento da exposição – que bateu recordes de público no Rio de Janeiro e passou pela França – é respondido agora pelo festival pirata, que reafirma seu papel de território livre para as manifestações periféricas e insurgentes”, afirmou a organização da Flipei.</p> <p>Novidade nesta oitava edição, a Flipei abre espaço para o esporte popular como forma de resistência e ferramenta de ação social e cuidado coletivo. A programação terá campeonatos de pebolim e o boxe popular.</p> <p><strong>A programação terá mais de 180 convidados distribuídos em 65 mesas de debates, mais de 150 expositores, mais de dez atrações musicais, além de sarau, jogos e exibições de filmes</strong>. Outra atração é a Zona Piratinhas - dedicada às infâncias com perspectiva indígena e afro-brasileira. Estão envolvidos 70 trabalhadores diretos e quase 500 trabalhadores indiretos da cultura e do mercado editorial.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
A oitava edição da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei) começa na próxima quarta-feira (5), com programação gratuita, na região central da capital paulista. Até domingo (9), haverá eventos no Espaço Cultural Elza Soares, Café Colombiano, Pratododia, Sol y Sombra Bar e Central 1926. Desde 2018, a Flipei tem se desenvolvido como palco de resistência cultural e pensamento crítico. Nomes de forte projeção internacional e nacional foram convidados para debater os rumos da política, da literatura e dos movimentos sociais. Notícias relacionadas:Livro Escreviventes celebra Conceição Evaristo e Eliana Alves Cruz.Conheça os finalistas do 3° Prêmio Jabuti Acadêmico.Flip 2026 reúne 40 mil pessoas, aumento de 14% em relação a 2025.Na programação, as mesas de conversa vão abordar temas como os ataques israelenses à Palestina, maternidade, tarifa zero, psicoativos e saúde mental, direito ao aborto, violência racial e de gênero, justiça climática, inteligência artificial, publicações independentes e bibliodiversidade. Os destaques internacionais incluem Ruth Wilson Gilmore, referência mundial no debate sobre abolicionismo penal e o sistema prisional; o jornalista Gideon Levy, colunista do jornal Haaretz e autor do livro O Massacre de Gaza: Relatos de uma Catástrofe (Editora Elefante); e a ativista Medea Benjamin (cofundadora do Code Pink), autora do livro Por Dentro do Irã. Haverá a presença também do cientista político Augusto Nimtz, especialista na teoria marxista, na história das revoluções e autor do livro Ideologia e Violência Racial; do historiador Rick Blackman, pesquisador do papel da música nas lutas antirracistas e antifascistas, autor do livro Babilônia em Chamas; e a poeta e tradutora Tal Nitzan, que aborda temas ligados à literatura de resistência e direitos humanos. Do cenário nacional, o festival vai reunir a deputada Luiza Erundina; a escritora e ativista Cida Bento, autora do livro O Pacto da Branquitude (Companhia das Letras); a escritora Cidinha da Silva, autora de Quando Borboletas Furiosas se Tornam Mulheres Negras: Nós e os Livros (Relicário Edições); e a líder indígena ativista do povo Paiter Suruí, Txai Suruí. A festa conta ainda com a participação do filósofo Vladimir Safatle, autor de A Ameaça Interna: Psicanálise dos Novos Fascismos Globais (Ubu Editora); o ativista Thiago Ávila, que esteve à bordo da Flotilha da Liberdade com destino à Faixa de Gaza e chegou a ser preso pelas forças de segurança israelenses; e dos jornalistas Jamil Chade e Xico Sá. A Flipei anunciou que a exposição Funk: um Grito de Ousadia e Liberdade, com curadoria da dançarina, pesquisadora e produtora cultural Renata Prado, será remontada durante o festival literário. A mostra, que teve seu encerramento antecipado no Museu da Língua Portuguesa em maio após ataques de parlamentares de extrema direita e investigações do Ministério Público, terá parte do acervo original exposta na Central 1926, localizada na Praça da Bandeira, 137. “Classificado por intelectuais como Lilia Schwarcz como ‘censura descarada’, o fechamento da exposição – que bateu recordes de público no Rio de Janeiro e passou pela França – é respondido agora pelo festival pirata, que reafirma seu papel de território livre para as manifestações periféricas e insurgentes”, afirmou a organização da Flipei. Novidade nesta oitava edição, a Flipei abre espaço para o esporte popular como forma de resistência e ferramenta de ação social e cuidado coletivo. A programação terá campeonatos de pebolim e o boxe popular. A programação terá mais de 180 convidados distribuídos em 65 mesas de debates, mais de 150 expositores, mais de dez atrações musicais, além de sarau, jogos e exibições de filmes. Outra atração é a Zona Piratinhas - dedicada às infâncias com perspectiva indígena e afro-brasileira. Estão envolvidos 70 trabalhadores diretos e quase 500 trabalhadores indiretos da cultura e do mercado editorial.
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