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MJSP: centro de inteligência prisional começa a funcionar em agosto

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 20 Aug 2026 12:47:00 -0300
MJSP: centro de inteligência prisional começa a funcionar em agosto

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/mjsp-centro-de-inteligencia-prisional-comeca-funcionar-em-agosto"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>O Ministério da Justiça e Segurança Pública confirmou, nesta quarta-feira (19), que o Centro Nacional de Inteligência Penal (Cnip) iniciará suas operações ainda este mês.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700183&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700183&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>A nova estrutura operacional reunirá órgãos de inteligência das polícias penais federal, dos estados e do Distrito Federal, com o objetivo de unificar protocolos de segurança e coibir o planejamento de crimes a partir do interior dos estabelecimentos prisionais brasileiros.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/bancarios-fazem-paralisacao-nacional-de-24-horas-nesta-quinta-feira">Bancários fazem paralisação nacional de 24 horas nesta quinta-feira .</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/oxfam-brasil-concentracao-de-riqueza-amplia-desigualdade-politica">Oxfam Brasil: concentração de riqueza amplia desigualdade política .</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/para-81-dos-brasileiros-e-fundamental-que-candidato-acredite-em-deus">Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus.</a></li></ul>Instituído em junho deste ano por meio da <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-mjsp-n-1.234-de-22-de-junho-de-2026-714135183" target="_blank">Portaria Ministerial 1.234</a>, o Cnip integra o projeto Padrão Segurança Máxima, que faz parte do programa federal <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/decreto/d12966.htm" target="_blank">Brasil Contra o Crime Organizado</a>.</p> <p>Responsável por integrar e coordenar a chamada Rede Nacional de Inteligência Penitenciária (Renipen), o Cnip atuará em regime contínuo para integrar, consolidar e difundir informações de inteligência penal, além de monitorar situações de crise e oferecer suporte técnico para a tomada de decisões pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pelos entes federativos.</p> <p><strong>A estratégia ministerial busca sufocar a comunicação entre integrantes de organizações criminosas.</strong> O que, segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, exige integração entre as forças federais e estaduais e uma ação coordenada para impedir a entrada ilegal de aparelhos de telefone celular nos presídios.</p> <p>“O problema do [telefone] celular figura como uma das principais questões ligadas à percepção de segurança pública”, comentou Silva ao participar, nesta quarta-feira, de uma entrevista coletiva sobre as estratégias nacionais de enfrentamento aos ilícitos envolvendo telefones celulares.</p> <blockquote> <p>“Os aparelhos fazem parte de uma cadeia que diz respeito ao furto, ao roubo e à receptação. Em alguns casos, temos um ciclo completo, no qual o dispositivo chega, inclusive, às mãos do crime organizado nos presídios”, acrescentou o ministro.</p> </blockquote> <p>Silva argumenta que a única forma de enfrentar o problema é por meio da integração das forças de segurança pública.</p> <h2>Ações</h2> <p>Durante a coletiva de imprensa, o ministério apresentou resultados preliminares de ações ostensivas, como a Operação Última Chamada, realizada entre os dias 10 e 19 de agosto.</p> <p>Segundo a pasta, no período, foram recuperados 6.052 aparelhos celulares e executadas 97 prisões em flagrantes. A ação também fiscalizou 227 comércios e enviou mais de 33 mil alertas para pessoas em posse de aparelhos irregulares.</p> <p>Especificamente quanto ao sistema penitenciário, as operações que a Secretaria Nacional de Políticas Penais realizou entre maio e agosto deste ano, em parceria com os estados e o Distrito Federal, resultaram na apreensão de 2.254 aparelhos celulares. Quase 9,9 mil celas de 295 unidades prisionais de todo o país foram revistadas.</p> <p>Ainda segundo o ministério, os roubos e furtos de celulares passaram de 225.644 no primeiro trimestre de 2025 para 215.589 no mesmo período de 2026, resultando em uma redução de 4,5% nesse tipo de ocorrência.</p> <p>Para o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, as ações desenvolvidas no âmbito do sistema prisional são fundamentais para interromper o furto, roubo, receptação e o comércio ilegal de celulares.</p> <p>“Essa cadeia de crimes termina, ocasionalmente, no sistema prisional. Isso atinge o dia a dia do cidadão, na aplicação de golpes e outras questões relacionadas a execuções de crimes letais intencionais. Por isso, é tão importante, além de compreender essa cadeia, romper o ciclo”, concluiu Garcia.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública confirmou, nesta quarta-feira (19), que o Centro Nacional de Inteligência Penal (Cnip) iniciará suas operações ainda este mês. A nova estrutura operacional reunirá órgãos de inteligência das polícias penais federal, dos estados e do Distrito Federal, com o objetivo de unificar protocolos de segurança e coibir o planejamento de crimes a partir do interior dos estabelecimentos prisionais brasileiros. Notícias relacionadas:Bancários fazem paralisação nacional de 24 horas nesta quinta-feira .Oxfam Brasil: concentração de riqueza amplia desigualdade política .Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus.Instituído em junho deste ano por meio da Portaria Ministerial 1.234, o Cnip integra o projeto Padrão Segurança Máxima, que faz parte do programa federal Brasil Contra o Crime Organizado. Responsável por integrar e coordenar a chamada Rede Nacional de Inteligência Penitenciária (Renipen), o Cnip atuará em regime contínuo para integrar, consolidar e difundir informações de inteligência penal, além de monitorar situações de crise e oferecer suporte técnico para a tomada de decisões pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pelos entes federativos. A estratégia ministerial busca sufocar a comunicação entre integrantes de organizações criminosas. O que, segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, exige integração entre as forças federais e estaduais e uma ação coordenada para impedir a entrada ilegal de aparelhos de telefone celular nos presídios. “O problema do [telefone] celular figura como uma das principais questões ligadas à percepção de segurança pública”, comentou Silva ao participar, nesta quarta-feira, de uma entrevista coletiva sobre as estratégias nacionais de enfrentamento aos ilícitos envolvendo telefones celulares. “Os aparelhos fazem parte de uma cadeia que diz respeito ao furto, ao roubo e à receptação. Em alguns casos, temos um ciclo completo, no qual o dispositivo chega, inclusive, às mãos do crime organizado nos presídios”, acrescentou o ministro. Silva argumenta que a única forma de enfrentar o problema é por meio da integração das forças de segurança pública. Ações Durante a coletiva de imprensa, o ministério apresentou resultados preliminares de ações ostensivas, como a Operação Última Chamada, realizada entre os dias 10 e 19 de agosto. Segundo a pasta, no período, foram recuperados 6.052 aparelhos celulares e executadas 97 prisões em flagrantes. A ação também fiscalizou 227 comércios e enviou mais de 33 mil alertas para pessoas em posse de aparelhos irregulares. Especificamente quanto ao sistema penitenciário, as operações que a Secretaria Nacional de Políticas Penais realizou entre maio e agosto deste ano, em parceria com os estados e o Distrito Federal, resultaram na apreensão de 2.254 aparelhos celulares. Quase 9,9 mil celas de 295 unidades prisionais de todo o país foram revistadas. Ainda segundo o ministério, os roubos e furtos de celulares passaram de 225.644 no primeiro trimestre de 2025 para 215.589 no mesmo período de 2026, resultando em uma redução de 4,5% nesse tipo de ocorrência. Para o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, as ações desenvolvidas no âmbito do sistema prisional são fundamentais para interromper o furto, roubo, receptação e o comércio ilegal de celulares. “Essa cadeia de crimes termina, ocasionalmente, no sistema prisional. Isso atinge o dia a dia do cidadão, na aplicação de golpes e outras questões relacionadas a execuções de crimes letais intencionais. Por isso, é tão importante, além de compreender essa cadeia, romper o ciclo”, concluiu Garcia.

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