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Mercado reduz expectativa de inflação para 5,15% em 2026

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Mon, 20 Jul 2026 09:47:00 -0300
Mercado reduz expectativa de inflação para 5,15% em 2026

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/mercado-reduz-expectativa-de-inflacao-para-515-em-2026"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>As expectativas do mercado financeiro para a inflação em 2026 mantêm a trajetória de queda observada nas últimas semanas. Segundo o <strong>boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 5,15%.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697063&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697063&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Na semana passada, o mercado projetava que o IPCA, índice que corresponde à inflação no país, fecharia o ano em 5,16%. Há quatro semanas, a expectativa era uma inflação de 5,33%. <strong>Para os anos 2027 e 2028, o boletim projeta inflação em 4,20% e 3,78%, respectivamente.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-para-530">Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 5,30%.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/mercado-financeiro-abre-espaco-iniciativas-que-preservam-floresta">Mercado financeiro abre espaço às iniciativas que preservam a floresta.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/projecao-oficial-de-inflacao-sobe-para-51-com-estouro-da-meta">Projeção oficial de inflação sobe para 5,1%, com estouro da meta.</a></li></ul>Nos demais indicadores (PIB, Câmbio e Selic), as projeções do mercado se mantiveram estáveis, também na comparação com as últimas semanas.</p> <h2>PIB e dólar</h2> <p>Com relação ao Produto Interno Bruto, (PIB - soma de todos os bens e serviços produzidos no país), as projeções do mercado financeiro são as mesmas há 3 semanas: crescimento de 1,99% em 2026. <strong>Há quatro semanas, as projeções eram de que a economia brasileira cresceria 1,98% no ano.</strong></p> <p>Para 2027, o mercado projeta um crescimento de 1,65% para o PIB. Para 2028, 2%.</p> <p>As <strong>projeções para o câmbio ao final de 2026 estão estáveis há cinco semanas. A cotação prevista pelo mercado está em R$ 5,20 para o ano; em R$ 5,28 para 2027; e em R$ 5,30 para 2028.</strong></p> <h2>Taxa Selic</h2> <p>A projeção da taxa básica de juros (Selic) para 2026 se manteve em 14% pela quarta semana consecutiva.</p> <p><strong>A taxa atual, estabelecida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 17 de junho, é 14,25%. Com isso, há expectativa de pelo menos uma redução na atual taxa até o final de 2026.</strong></p> <p>A próxima reunião do Copom está prevista para os dias 4 e 5 de agosto.</p> <p><strong>As previsões da Selic para 2027 e 2028 se mantiveram estáveis, em 12% e 10,5%, respectivamente.</strong></p> <p>De junho de 2025 até março de 2026, a Selic estava em 15% ao ano – o maior nível desde julho de 2006, quando foi fixada em 15,25% ao ano.</p> <p>De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes.</p> <h2>Copom</h2> <p>Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, incentivando produção e consumo no país – o que acaba por estimular a atividade econômica.</p> <p>Por outro lado, segundo os especialistas que costumam ser consultados pelo BC para a elaboração do boletim Focus, créditos mais baratos tendem a aumentar pressões inflacionárias.</p> <p>Ao aumentar a taxa Selic, o Copom faz com que o crédito no país fique mais caro, o que estimula, em vez de consumo, a aplicação de recursos em poupanças ou em renda fixa.</p> <p>Na avaliação do mercado, taxas mais altas de juros acabam por dificultar a expansão da economia, uma vez que, ao desestimularem o consumo, reduzem demandas – ajudando a conter pressões inflacionárias.</p> <p>Para definir as taxas de juros que cobram de seus clientes, os bancos consideram, também, outros fatores. Entre eles, risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p> <p> </p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

As expectativas do mercado financeiro para a inflação em 2026 mantêm a trajetória de queda observada nas últimas semanas. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 5,15%. Na semana passada, o mercado projetava que o IPCA, índice que corresponde à inflação no país, fecharia o ano em 5,16%. Há quatro semanas, a expectativa era uma inflação de 5,33%. Para os anos 2027 e 2028, o boletim projeta inflação em 4,20% e 3,78%, respectivamente. Notícias relacionadas:Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 5,30%.Mercado financeiro abre espaço às iniciativas que preservam a floresta.Projeção oficial de inflação sobe para 5,1%, com estouro da meta.Nos demais indicadores (PIB, Câmbio e Selic), as projeções do mercado se mantiveram estáveis, também na comparação com as últimas semanas. PIB e dólar Com relação ao Produto Interno Bruto, (PIB - soma de todos os bens e serviços produzidos no país), as projeções do mercado financeiro são as mesmas há 3 semanas: crescimento de 1,99% em 2026. Há quatro semanas, as projeções eram de que a economia brasileira cresceria 1,98% no ano. Para 2027, o mercado projeta um crescimento de 1,65% para o PIB. Para 2028, 2%. As projeções para o câmbio ao final de 2026 estão estáveis há cinco semanas. A cotação prevista pelo mercado está em R$ 5,20 para o ano; em R$ 5,28 para 2027; e em R$ 5,30 para 2028. Taxa Selic A projeção da taxa básica de juros (Selic) para 2026 se manteve em 14% pela quarta semana consecutiva. A taxa atual, estabelecida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 17 de junho, é 14,25%. Com isso, há expectativa de pelo menos uma redução na atual taxa até o final de 2026. A próxima reunião do Copom está prevista para os dias 4 e 5 de agosto. As previsões da Selic para 2027 e 2028 se mantiveram estáveis, em 12% e 10,5%, respectivamente. De junho de 2025 até março de 2026, a Selic estava em 15% ao ano – o maior nível desde julho de 2006, quando foi fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes. Copom Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, incentivando produção e consumo no país – o que acaba por estimular a atividade econômica. Por outro lado, segundo os especialistas que costumam ser consultados pelo BC para a elaboração do boletim Focus, créditos mais baratos tendem a aumentar pressões inflacionárias. Ao aumentar a taxa Selic, o Copom faz com que o crédito no país fique mais caro, o que estimula, em vez de consumo, a aplicação de recursos em poupanças ou em renda fixa. Na avaliação do mercado, taxas mais altas de juros acabam por dificultar a expansão da economia, uma vez que, ao desestimularem o consumo, reduzem demandas – ajudando a conter pressões inflacionárias. Para definir as taxas de juros que cobram de seus clientes, os bancos consideram, também, outros fatores. Entre eles, risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

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