TSE dá 24h para Meta e X explicarem distribuição de material político
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/tse-da-24h-para-meta-e-x-explicarem-distribuicao-de-material-politico"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu prazo de 24 horas para que a empresa Meta – responsável pelas plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp – e a rede social X revelem detalhes sobre a remoção de publicações e a forma como distribuem conteúdos de cunho político a seus usuários. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706307&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706307&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Cueva é relator de um processo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/campanha-de-lula-vai-ao-tse-apos-ia-da-meta-restringir-buscas" target="_blank">aberto pela campanha do presidente</a> e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, que alega haver um favorecimento nas plataformas de conteúdos ligados ao candidato Flávio Bolsonaro, adversário no segundo turno da corrida presidencial. </p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/onu-aponta-falta-de-isencao-da-meta-em-eleicao-brasileira">ONU aponta falta de isenção da Meta em eleição brasileira.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/presidente-do-tse-pede-meta-relatorio-sobre-canal-exercito-do-lula">Presidente do TSE pede à Meta relatório sobre canal Exército do Lula .</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/comite-da-meta-aponta-falhas-de-moderacao-nas-eleicoes-brasileiras">Comitê da Meta aponta falhas de moderação nas eleições brasileiras.</a></li></ul>Para ilustrar o tratamento desigual, a campanha de Lula citou a remoção de um vídeo do projeto Revelando apresentado pelo artista MC Cabelinho, que contém críticas a Flávio e foi retirado da rede social Instagram na quinta-feira (22), pouco depois de ser lançado, sob alegação de uso excessivo de Inteligência Artificial. </p> <p>Para o corregedor eleitoral, diante da proximidade da votação em segundo urno, no domingo (25), <strong>o episódio “justifica a adoção de providências destinadas a esclarecer os fundamentos da remoção e a assegurar sua pronta reavaliação".</strong></p> <p>O ministro, contudo, ressalvou que os elementos apresentados até o momento não permitem concluir que o vídeo recebeu “tratamento diferenciado em razão de sua orientação político- eleitoral". Ele determinou à Meta que submeta o material à revisão humana. </p> <p><strong>Outra alegação da campanha lulista é que anúncios pagos pelas campanhas oficiais estariam tendo alcance distinto nas redes sociais</strong>, com menor distribuição de conteúdos ligados a Lula. A campanha lulista aponta ainda um alcance desproporcional entre conteúdos, com favorecimento a conteúdos do campo adversário. </p> <p>A defesa de Lula reclama também de tratamento desigual pela ferramenta de IA Grok, que funciona embutido no X, que apresentaria comportamento distinto quando confrontada com questionamentos semelhantes a respeito das duas candidaturas. </p> <p>Em informações apresentadas ao presidente do TSE, ministro Munes Marques, nesta semana, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/ao-tse-meta-nega-tratamento-desigual-entre-candidaturas-presidenciais" target="_blank">Meta negou tratamento diferenciado</a> entre as campanhas e afirmou respeitar todas as regras da Justiça Eleitoral. </p> <p>Nesta sexta (23), Nunes Marques deve realizar uma última reunião com representantes das principais redes sociais - como Instagram, Facebook, TikTok e Kwai - antes do segundo turno. </p> <p> </p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu prazo de 24 horas para que a empresa Meta – responsável pelas plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp – e a rede social X revelem detalhes sobre a remoção de publicações e a forma como distribuem conteúdos de cunho político a seus usuários. Cueva é relator de um processo aberto pela campanha do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, que alega haver um favorecimento nas plataformas de conteúdos ligados ao candidato Flávio Bolsonaro, adversário no segundo turno da corrida presidencial. Notícias relacionadas:ONU aponta falta de isenção da Meta em eleição brasileira.Presidente do TSE pede à Meta relatório sobre canal Exército do Lula .Comitê da Meta aponta falhas de moderação nas eleições brasileiras.Para ilustrar o tratamento desigual, a campanha de Lula citou a remoção de um vídeo do projeto Revelando apresentado pelo artista MC Cabelinho, que contém críticas a Flávio e foi retirado da rede social Instagram na quinta-feira (22), pouco depois de ser lançado, sob alegação de uso excessivo de Inteligência Artificial. Para o corregedor eleitoral, diante da proximidade da votação em segundo urno, no domingo (25), o episódio “justifica a adoção de providências destinadas a esclarecer os fundamentos da remoção e a assegurar sua pronta reavaliação". O ministro, contudo, ressalvou que os elementos apresentados até o momento não permitem concluir que o vídeo recebeu “tratamento diferenciado em razão de sua orientação político- eleitoral". Ele determinou à Meta que submeta o material à revisão humana. Outra alegação da campanha lulista é que anúncios pagos pelas campanhas oficiais estariam tendo alcance distinto nas redes sociais, com menor distribuição de conteúdos ligados a Lula. A campanha lulista aponta ainda um alcance desproporcional entre conteúdos, com favorecimento a conteúdos do campo adversário. A defesa de Lula reclama também de tratamento desigual pela ferramenta de IA Grok, que funciona embutido no X, que apresentaria comportamento distinto quando confrontada com questionamentos semelhantes a respeito das duas candidaturas. Em informações apresentadas ao presidente do TSE, ministro Munes Marques, nesta semana, a Meta negou tratamento diferenciado entre as campanhas e afirmou respeitar todas as regras da Justiça Eleitoral. Nesta sexta (23), Nunes Marques deve realizar uma última reunião com representantes das principais redes sociais - como Instagram, Facebook, TikTok e Kwai - antes do segundo turno.
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