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MPT vai à Justiça para que Meta apague postagens de assédio eleitoral

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 29 Oct 2026 17:01:00 -0300
MPT vai à Justiça para que Meta apague postagens de assédio eleitoral

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/mpt-vai-justica-para-que-meta-apague-postagens-de-assedio-eleitoral"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) acionou a Justiça, nesta quinta-feira (29), para obrigar a Meta a retirar do ar, em até 24 horas, todas as publicações que estimulem empresários a vigiar, expor, deixar de contratar e demitir funcionários por preferências políticas ou voto. O pedido inclui as plataformas Instagram, Facebook e Threads, que pertencem à <em>big tech </em>americana.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1707239&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1707239&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>O MPT aponta a responsabilidade da Meta pelo conteúdo publicado em suas plataformas e pede que o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região arbitre indenização de R$ 50 milhões por danos morais coletivos.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/denuncias-de-assedio-eleitoral-no-trabalho-disparam-75-apos-2-turno">Denúncias de assédio eleitoral no trabalho disparam 75% após 2º turno.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/governo-estuda-restringir-credito-empresas-por-assedio-eleitoral">Governo estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoral.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/justica-proibe-deputada-de-incentivar-demissao-de-opositores">Justiça proíbe deputada de incentivar demissão de opositores.</a></li></ul>Embora os sete procuradores que assinam a ação tenham apontado a urgência da remoção das publicações que caracterizem assédio eleitoral, a primeira audiência foi agendada para o dia 29 de março de 2027, na 77ª Vara do Trabalho de São Paulo.</p> <p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/assedio-eleitoral-saiba-como-denunciar-crime-mesmo-apos-elei%C3%A7oes" target="_blank">&gt;&gt; Descubra se você está sofrendo assédio eleitoral e saiba como denunciar</a></p> <h2>Perseguição política</h2> <p>Conforme a <strong>Agência Brasil</strong> noticiou, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/denuncias-de-assedio-eleitoral-no-trabalho-disparam-75-apos-2-turno" target="_blank">as denúncias de assédio eleitoral aumentaram mais de 75% desde a última segunda-feira (26)</a>, dia seguinte ao segundo turno das eleições gerais, totalizando 1.459 casos em todo o país.</p> <p>O maior número de denúncias é proveniente de São Paulo (620), seguido de Minas Gerais (351), Paraná (338), Rio de Janeiro (252), Rio Grande do Sul (223) e Santa Catarina (165).</p> <p>Os dados coincidem com a multiplicação de relatos sobre incentivos a boicotes e a demissões de funcionários que tenham votado em candidato contrário à orientação política do patrão.</p> <p>De acordo com o MPT, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/lula-e-reeleito-presidente-do-brasil-em-virada-historica" target="_blank">passado o pleito em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reelegeu</a>, perfis nas plataformas digitais passaram a incentivar e orientar empregadores a vasculharem as redes sociais de seus funcionários ou colaboradores com o objetivo de descobrir em quem estes votaram e, no caso de a opção ser diferente da patronal, demiti-los.</p> <p>“Outras publicações expõem pessoas à ridicularização, com nome e imagem, ou comemoram demissões”, sustenta o MPT, assegurando que só quatro das publicações analisadas em um único perfil, que totaliza 3,8 milhões de seguidores, somaram mais de 2 milhões de curtidas.</p> <p>De acordo com o MPT, além de permitir conteúdos ilegais durante dias, os próprios sistemas de recomendação da Meta, como a aba ‘Explorar’ e os ‘Reels’ sugeridos, ampliam o alcance do que gera mais engajamento.</p> <p>Consultada pela reportagem, a Meta informou que não comentaria o assunto.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) acionou a Justiça, nesta quinta-feira (29), para obrigar a Meta a retirar do ar, em até 24 horas, todas as publicações que estimulem empresários a vigiar, expor, deixar de contratar e demitir funcionários por preferências políticas ou voto. O pedido inclui as plataformas Instagram, Facebook e Threads, que pertencem à big tech americana. O MPT aponta a responsabilidade da Meta pelo conteúdo publicado em suas plataformas e pede que o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região arbitre indenização de R$ 50 milhões por danos morais coletivos. Notícias relacionadas:Denúncias de assédio eleitoral no trabalho disparam 75% após 2º turno.Governo estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoral.Justiça proíbe deputada de incentivar demissão de opositores.Embora os sete procuradores que assinam a ação tenham apontado a urgência da remoção das publicações que caracterizem assédio eleitoral, a primeira audiência foi agendada para o dia 29 de março de 2027, na 77ª Vara do Trabalho de São Paulo. >> Descubra se você está sofrendo assédio eleitoral e saiba como denunciar Perseguição política Conforme a Agência Brasil noticiou, as denúncias de assédio eleitoral aumentaram mais de 75% desde a última segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno das eleições gerais, totalizando 1.459 casos em todo o país. O maior número de denúncias é proveniente de São Paulo (620), seguido de Minas Gerais (351), Paraná (338), Rio de Janeiro (252), Rio Grande do Sul (223) e Santa Catarina (165). Os dados coincidem com a multiplicação de relatos sobre incentivos a boicotes e a demissões de funcionários que tenham votado em candidato contrário à orientação política do patrão. De acordo com o MPT, passado o pleito em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reelegeu, perfis nas plataformas digitais passaram a incentivar e orientar empregadores a vasculharem as redes sociais de seus funcionários ou colaboradores com o objetivo de descobrir em quem estes votaram e, no caso de a opção ser diferente da patronal, demiti-los. “Outras publicações expõem pessoas à ridicularização, com nome e imagem, ou comemoram demissões”, sustenta o MPT, assegurando que só quatro das publicações analisadas em um único perfil, que totaliza 3,8 milhões de seguidores, somaram mais de 2 milhões de curtidas. De acordo com o MPT, além de permitir conteúdos ilegais durante dias, os próprios sistemas de recomendação da Meta, como a aba ‘Explorar’ e os ‘Reels’ sugeridos, ampliam o alcance do que gera mais engajamento. Consultada pela reportagem, a Meta informou que não comentaria o assunto.

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