Médica é denunciada à Justiça após morte de paciente em lipoescultura
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-11/medica-e-denunciada-justica-apos-morte-de-paciente-em-lipoescultura"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça a médica Geysa Leal Correa pela morte da paciente Aline Heloisa Lima Santos de Oliveira, durante um procedimento estético. A morte ocorreu após uma lipoescultura feita pela médica, em 13 de novembro de 2023, no Centro Médico Icaraí, no centro de São Gonçalo, região metropolitana do Rio.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1707895&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1707895&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>A denúncia foi recebida pelo juízo da 4ª Vara Criminal da Comarca de São Gonçalo, que determinou a suspensão imediata do exercício da medicina pela profissional.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/mprj-denuncia-mais-oito-pms-que-participaram-da-operacao-contencao">MPRJ denuncia mais oito PMs que participaram da Operação Contenção.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/mprj-denuncia-cinco-pessoas-por-morte-de-ciclista-em-copacabana">MPRJ denuncia cinco pessoas por morte de ciclista em Copacabana.</a></li></ul><strong>Na denúncia, o MPRJ relata que Geysa Leal Correa perfurou o intestino da vítima em três pontos distintos durante o procedimento</strong>. De acordo com as investigações, a paciente apresentou queixas imediatas de dores intensas e falta de ar, mas teve os sintomas minimizados pela médica. Somente no dia seguinte, após o agravamento crítico do quadro, a vítima foi transferida para o Hospital do Coração Samcordis. Aline Heloisa morreu nove dias depois, no dia 22 de novembro, em razão de infecção generalizada.</p> <p><strong>De acordo com a denúncia, a médica não tem título de especialista em cirurgia plástica e o local onde foi realizado o procedimento não dispunha dos recursos necessários para o pronto atendimento de intercorrências graves</strong>. O MPRJ destacou ainda “que a médica denunciada já tinha um histórico marcado por sucessão de tragédias envolvendo suas pacientes - inclusive já tendo sido denunciada por homicídio pelo MPRJ - evidenciando o descaso com a vida humana”.</p> <p>Segundo a Promotoria, há pelo menos <a href="http://Estudante que teve intestino perfurado em lipoaspiração recebe alta" target="_blank">três casos</a> de óbitos após procedimentos de lipoaspiração e lipoescultura, além de ocorrências que resultaram em deformidades permanentes nas pacientes.</p> <p>Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) informou que a profissional está regular na instituição. “Até o momento, não foi recebida nenhuma notificação judicial a respeito do caso. O Cremerj reitera que, ao receber, cumprirá qualquer ordem judicial”.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça a médica Geysa Leal Correa pela morte da paciente Aline Heloisa Lima Santos de Oliveira, durante um procedimento estético. A morte ocorreu após uma lipoescultura feita pela médica, em 13 de novembro de 2023, no Centro Médico Icaraí, no centro de São Gonçalo, região metropolitana do Rio. A denúncia foi recebida pelo juízo da 4ª Vara Criminal da Comarca de São Gonçalo, que determinou a suspensão imediata do exercício da medicina pela profissional. Notícias relacionadas:MPRJ denuncia mais oito PMs que participaram da Operação Contenção.MPRJ denuncia cinco pessoas por morte de ciclista em Copacabana.Na denúncia, o MPRJ relata que Geysa Leal Correa perfurou o intestino da vítima em três pontos distintos durante o procedimento. De acordo com as investigações, a paciente apresentou queixas imediatas de dores intensas e falta de ar, mas teve os sintomas minimizados pela médica. Somente no dia seguinte, após o agravamento crítico do quadro, a vítima foi transferida para o Hospital do Coração Samcordis. Aline Heloisa morreu nove dias depois, no dia 22 de novembro, em razão de infecção generalizada. De acordo com a denúncia, a médica não tem título de especialista em cirurgia plástica e o local onde foi realizado o procedimento não dispunha dos recursos necessários para o pronto atendimento de intercorrências graves. O MPRJ destacou ainda “que a médica denunciada já tinha um histórico marcado por sucessão de tragédias envolvendo suas pacientes - inclusive já tendo sido denunciada por homicídio pelo MPRJ - evidenciando o descaso com a vida humana”. Segundo a Promotoria, há pelo menos três casos de óbitos após procedimentos de lipoaspiração e lipoescultura, além de ocorrências que resultaram em deformidades permanentes nas pacientes. Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) informou que a profissional está regular na instituição. “Até o momento, não foi recebida nenhuma notificação judicial a respeito do caso. O Cremerj reitera que, ao receber, cumprirá qualquer ordem judicial”.
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