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Governo francês anuncia proibição de protestos considerados ilegítimos

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 22 Oct 2026 08:32:00 -0300
Governo francês anuncia proibição de protestos considerados ilegítimos

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/presidente-anuncia-proibicao-de-protestos-ilegitimos"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira (22) a proibição, nos próximos dias, de ações de protesto avaliadas como “ilegítimas”. O anúncio foi feito  após reunião com representantes dos serviços de informações e ministros.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706156&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706156&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>Para as manifestações organizadas por estruturas como os sindicatos vão ser definidos trajetos alternativos. O objetivo, segundo o governo, é proteger os estabelecimentos comerciais.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/tensoes-voltam-crescer-franca-contabiliza-custos-de-protestos">Tensões voltam a crescer; França contabiliza custos de protestos.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/franca-estudantes-prometem-continuar-luta-apos-primeira-vitoria">França: estudantes prometem continuar luta após primeira vitória.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/franca-quer-impor-toques-de-recolher-apos-fim-de-semana-com-tumultos">França quer impor toques de recolher após fim de semana com tumultos.</a></li></ul>Em breve declaração, à qual dedicou pouco de mais de três minutos, o chefe de Estado francês citou grupos de extrema-esquerda “sediciosos” (indivíduos que incitam atos de rebelião), que as autoridades acreditam estar na base dos desacatos, roubos e furtos ocorridos no último sábado (17) em diferentes cidades do país.</p> <p><strong>Macron classificou os grupos de “ultraesquerda de extrema periculosidade”, acusando-os de pretender “derrubar a República”.</strong></p> <blockquote> <p>“Tivemos, simultaneamente, atos políticos e até sediciosos, conduzidos por grupos organizados de ultraesquerda que visam derrubar a República”, acusou o presidente francês, após reunião, no Palácio do Eliseu, com todos os serviços de informações.</p> </blockquote> <p>A menos de 48 horas de nova mobilização na França, o governo procura atenuar a pressão acentuada pelo cenário de confrontos urbanos de 17 de outubro. “Firmeza” é a palavra mais ouvida nos corredores do poder em Paris.</p> <p><strong>Nos últimos dias, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, apelou aos partidos para que escolham “entre a violência e a República”, isolando nas críticas o partido de extrema-esquerda A França Insubmissa, de Jean-Luc Mélenchon</strong>. Lecornu convocou os partidos, prometendo “transparência” sobre as “dificuldades encontradas” na resposta aos acontecimentos de sábado.</p> <p><strong>Diante do balanço sobre roubos, furtos e estragos em cerca de 3 mil lojas, no último fim de semana, os comerciantes temem o que possa acontecer no sábado</strong>.  “A preocupação é máxima”, resumiu Pierre Bosche, presidente da Confederação dos Comerciantes da França, em declarações à agência France-Presse.</p> <h2>"A mão não deve tremer"</h2> <p>As autoridades prometem dispositivo policial em larga escala para o próximo sábado, com recurso a veículos blindados e a várias unidades de elite.</p> <p><strong>Nas palavras de Macron, “a mão não deve tremer no topo do Estado”.</strong></p> <p>O recolher obrigatório voltou a ser imposto na noite dessa quarta-feira (21) em diferentes cidades, já tendo sido detidas pelo menos 174 pessoas.</p> <p>*<em><strong>É proibida a reprodução deste conteúdo</strong></em>.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira (22) a proibição, nos próximos dias, de ações de protesto avaliadas como “ilegítimas”. O anúncio foi feito após reunião com representantes dos serviços de informações e ministros. Para as manifestações organizadas por estruturas como os sindicatos vão ser definidos trajetos alternativos. O objetivo, segundo o governo, é proteger os estabelecimentos comerciais. Notícias relacionadas:Tensões voltam a crescer; França contabiliza custos de protestos.França: estudantes prometem continuar luta após primeira vitória.França quer impor toques de recolher após fim de semana com tumultos.Em breve declaração, à qual dedicou pouco de mais de três minutos, o chefe de Estado francês citou grupos de extrema-esquerda “sediciosos” (indivíduos que incitam atos de rebelião), que as autoridades acreditam estar na base dos desacatos, roubos e furtos ocorridos no último sábado (17) em diferentes cidades do país. Macron classificou os grupos de “ultraesquerda de extrema periculosidade”, acusando-os de pretender “derrubar a República”. “Tivemos, simultaneamente, atos políticos e até sediciosos, conduzidos por grupos organizados de ultraesquerda que visam derrubar a República”, acusou o presidente francês, após reunião, no Palácio do Eliseu, com todos os serviços de informações. A menos de 48 horas de nova mobilização na França, o governo procura atenuar a pressão acentuada pelo cenário de confrontos urbanos de 17 de outubro. “Firmeza” é a palavra mais ouvida nos corredores do poder em Paris. Nos últimos dias, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, apelou aos partidos para que escolham “entre a violência e a República”, isolando nas críticas o partido de extrema-esquerda A França Insubmissa, de Jean-Luc Mélenchon. Lecornu convocou os partidos, prometendo “transparência” sobre as “dificuldades encontradas” na resposta aos acontecimentos de sábado. Diante do balanço sobre roubos, furtos e estragos em cerca de 3 mil lojas, no último fim de semana, os comerciantes temem o que possa acontecer no sábado. “A preocupação é máxima”, resumiu Pierre Bosche, presidente da Confederação dos Comerciantes da França, em declarações à agência France-Presse. "A mão não deve tremer" As autoridades prometem dispositivo policial em larga escala para o próximo sábado, com recurso a veículos blindados e a várias unidades de elite. Nas palavras de Macron, “a mão não deve tremer no topo do Estado”. O recolher obrigatório voltou a ser imposto na noite dessa quarta-feira (21) em diferentes cidades, já tendo sido detidas pelo menos 174 pessoas. *É proibida a reprodução deste conteúdo.

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