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Sarampo: entenda sintomas, riscos e quando se vacinar

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Tue, 11 Aug 2026 17:07:00 -0300
Sarampo: entenda sintomas, riscos e quando se vacinar

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sarampo-entenda-sinais-e-sintomas-riscos-e-quando-se-vacinar"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>Em junho deste ano, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco iminente de reintrodução e de disseminação do sarampo no Brasil em razão do fluxo intenso de viajantes para a Copa do Mundo 2026.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699359&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699359&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>A nota técnica citava um cenário de alta transmissibilidade da doença nas Américas.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/rede-de-vigilancia-e-essencial-para-evitar-propagacao-de-sarampo-em-sp">Rede de vigilância é essencial para evitar propagação de sarampo em SP.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/paulistanos-enfrentam-filas-para-tomar-vacina-contra-sarampo">Paulistanos enfrentam filas para tomar vacina contra sarampo .</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/empresas-devem-facilitar-vacinacao-de-trabalhadores-contra-o-sarampo">Empresas devem facilitar vacinação de trabalhadores contra o sarampo.</a></li></ul>“Há um risco iminente de reintrodução do sarampo no Brasil após o retorno desses viajantes ou da chegada de estrangeiros, porventura infectados.”</p> <p>No mesmo mês, a pasta recomendou a<strong> aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses</strong>. O objetivo era reforçar a proteção contra o sarampo na faixa etária considerada mais suscetível à infecção e a formas graves.</p> <p>À época, a zona norte de São Paulo registrava três casos da doença em crianças menores de 2 anos. Atualmente, a Secretaria de Saúde de São Paulo já confirma pelo menos <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/estado-de-sao-paulo-confirma-23-casos-de-sarampo-16-nao-se-vacinaram" target="_blank">23 casos em 2026</a>.</p> <h2>&gt;&gt; Confira, a seguir, as principais informações sobre o sarampo:</h2> <h2>A doença</h2> <p>O sarampo é uma <strong>doença infecciosa altamente contagiosa </strong>que já figurou como uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo.</p> <p>Apesar dos avanços significativos no controle e na prevenção por meio da vacinação,<strong> o sarampo ainda representa um desafio para a saúde pública,</strong> sobretudo em regiões com baixas taxas de imunização.</p> <h2>Transmissão e prevenção</h2> <p>Caracterizado por sintomas que podem ser confundidos com os de outras doenças virais, o sarampo exige atenção e conhecimento para ser identificado e tratado adequadamente.</p> <p><strong>A transmissão do vírus acontece de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar</strong>. <strong>Uma única pessoa infectada pode transmitir a doença para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes</strong>.</p> <p>A transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das conhecidas manchas vermelhas pelo corpo.</p> <h2>Sinais e sintomas</h2> <p>Os principais sinais e sintomas do sarampo são<strong> manchas vermelhas (exantema) e febre alta (acima de 38,5 graus)</strong>, acompanhados de um ou mais dos seguintes sintomas:</p> <ul> <li>tosse seca;</li> <li>irritação nos olhos (conjuntivite);</li> <li>mal-estar intenso.</li> </ul> <p>Entre três a cinco dias, <strong>é comum aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas</strong> q<strong>ue, em seguida, se espalham pelo restante do corpo</strong>.</p> <p>A febre persistente é considerada sinal de alerta e pode indicar gravidade, sobretudo em crianças menores de 5 anos.</p> <h2>Complicações</h2> <p><strong>O sarampo é considerado uma doença grave, que pode deixar sequelas por toda a vida ou, até mesmo, causar a morte</strong>.</p> <p>Algumas complicações associadas ao sarampo incluem:</p> <ul> <li><strong>pneumonia (infecção no pulmão)</strong>: cerca de 1 em cada 20 crianças com sarampo pode desenvolver pneumonia, causa mais comum de morte por sarampo em crianças pequenas;</li> <li><strong>otite média aguda (infecção no ouvido)</strong>: ocorre em cerca de 1 em cada 10 crianças com sarampo e pode resultar em perda auditiva permanente;</li> <li><strong>encefalite aguda (inflamação no cérebro)</strong>: entre 1 e 4 de cada mil crianças podem desenvolver essa complicação e 10% podem morrer em decorrência do quadro;</li> <li><strong>morte</strong>: entre 1 e 3 de cada mil crianças infectadas pelo sarampo podem morrer em decorrência de complicações da doença.</li> </ul> <h2>Diagnóstico</h2> <p><strong>O diagnóstico do sarampo pode ser feito de forma clínica, com base em sinais e sintomas</strong> apresentados pelo paciente, mas o diagnóstico considerado ideal é o laboratorial, por meio de amostra de sangue e também por meio de amostras de secreção de orofaringe, nasofaringe e urina.</p> <h2>Tratamento</h2> <p><strong>Não existe tratamento específico para o sarampo. Os medicamentos utilizados têm como objetivo reduzir o desconforto causado pelos sintomas</strong>.</p> <p>A orientação é não fazer uso de nenhum medicamento sem antes passar pelo médico e procurar o serviço de saúde mais próximo caso apresente sintomas.</p> <p>O uso de antibióticos é contraindicado, exceto se houver indicação médica pela ocorrência de infecções secundárias. Para os casos sem complicação, <strong>devem-se manter a hidratação e o suporte nutricional e diminuir a hipertermia (elevação da temperatura corporal)</strong>.</p> <p>Muitas crianças necessitam de quatro a oito semanas para recuperar o estado nutricional.</p> <p> </p> <div class="dnd-widget-wrapper context-sem_processamento type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=471505:sem_processamento {"additionalClasses":""} --> <img src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/11/arte_sarampo.png" alt="Arte com sintomas do sarampo" title="Arte DIJOR"> <noscript><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/11/arte_sarampo.png" alt="Arte com sintomas do sarampo" title="Arte DIJOR"></noscript> <!-- END scald=471505 --></div></div> <h2>Vacinação</h2> <p><strong>O sarampo é uma doença prevenível por meio da vacinação</strong>. Os critérios para indicação da dose levam em conta características clínicas, idade, ter adoecido por sarampo durante a vida e a ocorrência de surtos, além de outros aspectos epidemiológicos.</p> <p>A vacinação contra o sarampo está disponível em apresentações diferentes, sendo que todas previnem a doença.</p> <p>Cabe ao profissional de saúde aplicar a dose adequada para cada pessoa, de acordo com a idade ou situação epidemiológica.</p> <p><strong>Tipos de vacinas</strong></p> <ul> <li><strong>dupla viral</strong>: protege do vírus do <strong>sarampo e da rubéola</strong>. Pode ser utilizada para o bloqueio vacinal em situação de surto.</li> <li><strong>tríplice viral</strong>: protege do vírus do <strong>sarampo, da caxumba e da rubéola</strong>.</li> <li><strong>tetra viral</strong>: protege do vírus do <strong>sarampo, da caxumba, da rubéola e da varicela (catapora)</strong>.</li> </ul> <p>Na rotina dos serviços de saúde,<strong> todas as pessoas de 12 meses a 59 anos têm indicação para serem vacinadas contra o sarampo</strong>.</p> <p>Adolescentes e adultos não vacinados ou com esquema incompleto contra o sarampo devem iniciar ou completar o esquema vacinal de acordo com a situação encontrada, respeitando as indicações do Calendário Nacional de Vacinação.</p> <p><strong>Nos postos de saúde, há duas vacinas disponíveis para proteção contra o sarampo: a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).</strong></p> <p>A depender da situação epidemiológica de cada localidade, há necessidade de estabelecer outras estratégias – além das doses de rotina, <strong>a vacina contra o sarampo pode ser indicada para crianças de 6 meses a menores de 1 ano, em localidades com o surto da doença, por exemplo</strong>.</p> <h2>Esquema vacinal</h2> <p><strong>A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) considera protegido todo indivíduo que tomou duas doses contra o sarampo na vida, com intervalo mínimo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade.</strong></p> <p>Em situação de risco para o sarampo — surtos ou exposição domiciliar, por exemplo – a primeira dose pode ser aplicada a partir dos 6 meses.</p> <p>A dose não deve ser considerada como dose válida para o cumprimento do esquema de rotina: continuam sendo necessárias duas doses a partir dos 12 meses, com intervalo mínimo de 1 mês.</p> <p><strong>&gt;&gt; Veja como é o esquema vacinal por faixa etária:</strong></p> <ul> <li><strong>12 meses:</strong> primeira dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)</li> <li><strong>15 meses:</strong> segunda dose, por meio da vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).</li> <li><strong>5 anos a 29 anos</strong>: duas doses da vacina, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas, caso não tenham sido vacinados no período recomendado.</li> <li><strong>30 anos a 59 anos:</strong> se não tiver comprovação de vacinação prévia deve receber uma dose da vacina.</li> </ul> <p><strong>A vacina tríplice viral é contraindicada durante a gestação</strong>. Gestantes não vacinadas ou com esquema incompleto devem receber a vacina durante o puerpério.</p> <p>Em casos de surto de sarampo, pode ser considerada a aplicação de uma terceira dose em pessoas com esquema completo.</p> <p>Indivíduos com história pregressa de sarampo são considerados imunizados contra a doença, mas é preciso certeza do diagnóstico. Na dúvida, a recomendação é a vacinação.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

Em junho deste ano, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco iminente de reintrodução e de disseminação do sarampo no Brasil em razão do fluxo intenso de viajantes para a Copa do Mundo 2026. A nota técnica citava um cenário de alta transmissibilidade da doença nas Américas. Notícias relacionadas:Rede de vigilância é essencial para evitar propagação de sarampo em SP.Paulistanos enfrentam filas para tomar vacina contra sarampo .Empresas devem facilitar vacinação de trabalhadores contra o sarampo.“Há um risco iminente de reintrodução do sarampo no Brasil após o retorno desses viajantes ou da chegada de estrangeiros, porventura infectados.” No mesmo mês, a pasta recomendou a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses. O objetivo era reforçar a proteção contra o sarampo na faixa etária considerada mais suscetível à infecção e a formas graves. À época, a zona norte de São Paulo registrava três casos da doença em crianças menores de 2 anos. Atualmente, a Secretaria de Saúde de São Paulo já confirma pelo menos 23 casos em 2026. >> Confira, a seguir, as principais informações sobre o sarampo: A doença O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já figurou como uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo. Apesar dos avanços significativos no controle e na prevenção por meio da vacinação, o sarampo ainda representa um desafio para a saúde pública, sobretudo em regiões com baixas taxas de imunização. Transmissão e prevenção Caracterizado por sintomas que podem ser confundidos com os de outras doenças virais, o sarampo exige atenção e conhecimento para ser identificado e tratado adequadamente. A transmissão do vírus acontece de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Uma única pessoa infectada pode transmitir a doença para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes. A transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das conhecidas manchas vermelhas pelo corpo. Sinais e sintomas Os principais sinais e sintomas do sarampo são manchas vermelhas (exantema) e febre alta (acima de 38,5 graus), acompanhados de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse seca; irritação nos olhos (conjuntivite); mal-estar intenso. Entre três a cinco dias, é comum aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas que, em seguida, se espalham pelo restante do corpo. A febre persistente é considerada sinal de alerta e pode indicar gravidade, sobretudo em crianças menores de 5 anos. Complicações O sarampo é considerado uma doença grave, que pode deixar sequelas por toda a vida ou, até mesmo, causar a morte. Algumas complicações associadas ao sarampo incluem: pneumonia (infecção no pulmão): cerca de 1 em cada 20 crianças com sarampo pode desenvolver pneumonia, causa mais comum de morte por sarampo em crianças pequenas; otite média aguda (infecção no ouvido): ocorre em cerca de 1 em cada 10 crianças com sarampo e pode resultar em perda auditiva permanente; encefalite aguda (inflamação no cérebro): entre 1 e 4 de cada mil crianças podem desenvolver essa complicação e 10% podem morrer em decorrência do quadro; morte: entre 1 e 3 de cada mil crianças infectadas pelo sarampo podem morrer em decorrência de complicações da doença. Diagnóstico O diagnóstico do sarampo pode ser feito de forma clínica, com base em sinais e sintomas apresentados pelo paciente, mas o diagnóstico considerado ideal é o laboratorial, por meio de amostra de sangue e também por meio de amostras de secreção de orofaringe, nasofaringe e urina. Tratamento Não existe tratamento específico para o sarampo. Os medicamentos utilizados têm como objetivo reduzir o desconforto causado pelos sintomas. A orientação é não fazer uso de nenhum medicamento sem antes passar pelo médico e procurar o serviço de saúde mais próximo caso apresente sintomas. O uso de antibióticos é contraindicado, exceto se houver indicação médica pela ocorrência de infecções secundárias. Para os casos sem complicação, devem-se manter a hidratação e o suporte nutricional e diminuir a hipertermia (elevação da temperatura corporal). Muitas crianças necessitam de quatro a oito semanas para recuperar o estado nutricional. Vacinação O sarampo é uma doença prevenível por meio da vacinação. Os critérios para indicação da dose levam em conta características clínicas, idade, ter adoecido por sarampo durante a vida e a ocorrência de surtos, além de outros aspectos epidemiológicos. A vacinação contra o sarampo está disponível em apresentações diferentes, sendo que todas previnem a doença. Cabe ao profissional de saúde aplicar a dose adequada para cada pessoa, de acordo com a idade ou situação epidemiológica. Tipos de vacinas dupla viral: protege do vírus do sarampo e da rubéola. Pode ser utilizada para o bloqueio vacinal em situação de surto. tríplice viral: protege do vírus do sarampo, da caxumba e da rubéola. tetra viral: protege do vírus do sarampo, da caxumba, da rubéola e da varicela (catapora). Na rotina dos serviços de saúde, todas as pessoas de 12 meses a 59 anos têm indicação para serem vacinadas contra o sarampo. Adolescentes e adultos não vacinados ou com esquema incompleto contra o sarampo devem iniciar ou completar o esquema vacinal de acordo com a situação encontrada, respeitando as indicações do Calendário Nacional de Vacinação. Nos postos de saúde, há duas vacinas disponíveis para proteção contra o sarampo: a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). A depender da situação epidemiológica de cada localidade, há necessidade de estabelecer outras estratégias – além das doses de rotina, a vacina contra o sarampo pode ser indicada para crianças de 6 meses a menores de 1 ano, em localidades com o surto da doença, por exemplo. Esquema vacinal A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) considera protegido todo indivíduo que tomou duas doses contra o sarampo na vida, com intervalo mínimo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade. Em situação de risco para o sarampo — surtos ou exposição domiciliar, por exemplo – a primeira dose pode ser aplicada a partir dos 6 meses. A dose não deve ser considerada como dose válida para o cumprimento do esquema de rotina: continuam sendo necessárias duas doses a partir dos 12 meses, com intervalo mínimo de 1 mês. >> Veja como é o esquema vacinal por faixa etária: 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) 15 meses: segunda dose, por meio da vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). 5 anos a 29 anos: duas doses da vacina, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas, caso não tenham sido vacinados no período recomendado. 30 anos a 59 anos: se não tiver comprovação de vacinação prévia deve receber uma dose da vacina. A vacina tríplice viral é contraindicada durante a gestação. Gestantes não vacinadas ou com esquema incompleto devem receber a vacina durante o puerpério. Em casos de surto de sarampo, pode ser considerada a aplicação de uma terceira dose em pessoas com esquema completo. Indivíduos com história pregressa de sarampo são considerados imunizados contra a doença, mas é preciso certeza do diagnóstico. Na dúvida, a recomendação é a vacinação.

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