Dólar fecha no maior valor em duas semanas com queda no petróleo
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/dolar-fecha-no-maior-valor-em-duas-semanas-com-queda-no-petroleo"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O mercado financeiro terminou a segunda-feira (27) em direções opostas. <strong>O dólar voltou a subir e atingiu o maior nível em duas semanas, pressionado pela forte queda do petróleo e pelo cenário externo. A bolsa avançou, sustentada por ações de bancos e de mineradoras.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697744&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697744&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>No mercado internacional, o petróleo despencou mais de 6% após sinais de trégua entre Estados Unidos e Irã reduzirem os temores sobre interrupções na oferta global da commodity (bem primário com cotação internacional).</p> <h2>Dólar avança</h2> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/mercado-reduz-para-512-expectativa-de-inflacao-em-2026">Mercado reduz para 5,12% expectativa de inflação em 2026.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/receita-preve-arrecadar-r-172-bilhoes-com-ir-sobre-dividendos">Receita prevê arrecadar R$ 17,2 bilhões com IR sobre dividendos.</a></li></ul><strong>O dólar à vista encerrou esta segunda vendido a R$ 5,113, com alta de 0,62%. </strong>A cotação está no maior nível desde o último dia 13.</p> <p><strong>Apesar da valorização diária, a moeda norte-americana ainda acumula queda de 0,98% em julho e de 6,86% em 2026.</strong></p> <p>A desvalorização do real ocorreu na contramão de outros ativos domésticos. A principal pressão veio do recuo do petróleo, que reduz a atratividade da moeda brasileira por afetar os termos de troca do país, um dos exportadores líquidos do produto.</p> <p>Além disso, o mercado acompanhou a expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), marcada para quarta-feira, e continuou monitorando os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, além do cenário político doméstico.</p> <p>No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou em leve alta.</p> <h2>Ibovespa sobe</h2> <p>Enquanto o câmbio refletiu a perda de força das commodities, a bolsa brasileira encontrou suporte no ambiente externo mais favorável ao risco.</p> <p><strong>O Ibovespa subiu 0,74%, encerrando o pregão aos 175.334 pontos, com volume financeiro de R$ 19,2 bilhões.</strong></p> <p><strong>O avanço foi liderado pelas ações de bancos e de mineradoras, que compensaram a forte queda dos papéis ligados ao setor de petróleo.</strong></p> <p>A melhora do humor dos investidores ocorreu após o anúncio de uma pausa nos ataques entre Estados Unidos e Irã, alimentando expectativas de retomada das negociações diplomáticas.</p> <p>O mercado também continuou atento à expectativa pela reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense), que pode sinalizar os próximos passos da política monetária norte-americana.</p> <h2>Petróleo despenca</h2> <p><strong>Os contratos internacionais de petróleo registraram forte correção depois da disparada observada na semana passada.</strong></p> <p>O Brent, referência para a Petrobras, caiu 6,33%, encerrando o dia a US$ 85,87 por barril. O WTI, do Texas, recuou 7,50%, para US$ 82,61.</p> <p><strong>A queda foi motivada pelo anúncio de uma pausa nos ataques dos Estados Unidos contra o Irã e pela perspectiva de retomada das negociações diplomáticas entre os dois países.</strong></p> <p>O presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que Washington mantém conversas com Teerã e indicou haver possibilidade de um acordo, reduzindo temporariamente o prêmio de risco embutido nas cotações da commodity.</p> <p>Apesar do recuo expressivo, o mercado continua atento à situação no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue operando com restrições, e persistem preocupações com a segurança das rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo, mantendo elevada a volatilidade do produto.</p> <p> </p> <p><em>* com informações da Reuters</em></p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O mercado financeiro terminou a segunda-feira (27) em direções opostas. O dólar voltou a subir e atingiu o maior nível em duas semanas, pressionado pela forte queda do petróleo e pelo cenário externo. A bolsa avançou, sustentada por ações de bancos e de mineradoras. No mercado internacional, o petróleo despencou mais de 6% após sinais de trégua entre Estados Unidos e Irã reduzirem os temores sobre interrupções na oferta global da commodity (bem primário com cotação internacional). Dólar avança Notícias relacionadas:Mercado reduz para 5,12% expectativa de inflação em 2026.Receita prevê arrecadar R$ 17,2 bilhões com IR sobre dividendos.O dólar à vista encerrou esta segunda vendido a R$ 5,113, com alta de 0,62%. A cotação está no maior nível desde o último dia 13. Apesar da valorização diária, a moeda norte-americana ainda acumula queda de 0,98% em julho e de 6,86% em 2026. A desvalorização do real ocorreu na contramão de outros ativos domésticos. A principal pressão veio do recuo do petróleo, que reduz a atratividade da moeda brasileira por afetar os termos de troca do país, um dos exportadores líquidos do produto. Além disso, o mercado acompanhou a expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), marcada para quarta-feira, e continuou monitorando os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, além do cenário político doméstico. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou em leve alta. Ibovespa sobe Enquanto o câmbio refletiu a perda de força das commodities, a bolsa brasileira encontrou suporte no ambiente externo mais favorável ao risco. O Ibovespa subiu 0,74%, encerrando o pregão aos 175.334 pontos, com volume financeiro de R$ 19,2 bilhões. O avanço foi liderado pelas ações de bancos e de mineradoras, que compensaram a forte queda dos papéis ligados ao setor de petróleo. A melhora do humor dos investidores ocorreu após o anúncio de uma pausa nos ataques entre Estados Unidos e Irã, alimentando expectativas de retomada das negociações diplomáticas. O mercado também continuou atento à expectativa pela reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense), que pode sinalizar os próximos passos da política monetária norte-americana. Petróleo despenca Os contratos internacionais de petróleo registraram forte correção depois da disparada observada na semana passada. O Brent, referência para a Petrobras, caiu 6,33%, encerrando o dia a US$ 85,87 por barril. O WTI, do Texas, recuou 7,50%, para US$ 82,61. A queda foi motivada pelo anúncio de uma pausa nos ataques dos Estados Unidos contra o Irã e pela perspectiva de retomada das negociações diplomáticas entre os dois países. O presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que Washington mantém conversas com Teerã e indicou haver possibilidade de um acordo, reduzindo temporariamente o prêmio de risco embutido nas cotações da commodity. Apesar do recuo expressivo, o mercado continua atento à situação no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue operando com restrições, e persistem preocupações com a segurança das rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo, mantendo elevada a volatilidade do produto. * com informações da Reuters
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