Dólar sobe 0,74% e aproxima-se de R$ 5,50 em dia de cautela fiscal
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/dolar-sobe-074-e-aproxima-se-de-r-550-em-dia-de-cautela-fiscal"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>O mercado financeiro brasileiro encerrou esta terça-feira (3) em queda, com o dólar em alta e a bolsa de valores ampliando as perdas após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1707629&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1707629&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>A moeda norte-americana avançou cerca de 1%, fechando próxima de R$ 5,50. O Ibovespa recuou pela sexta vez seguida e atingiu o menor nível desde janeiro.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/mercado-eleva-projecao-para-inflacao-juros-e-dolar-em-2026">Mercado eleva projeção para inflação, juros e dólar em 2026.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/economista-de-plano-real-acusa-bc-de-causar-rombo-fiscal-juros">Economista de Plano Real acusa BC de causar rombo fiscal via juros.</a></li></ul>As incertezas sobre a política fiscal do governo e as expectativas para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic, prevista para quarta-feira (4), mantiveram os investidores cautelosos.</p> <p><strong>Números do dia</strong></p> <ul> <li>Dólar comercial: R$ 5,486 (+0,74%);</li> <li>Máxima do dólar: R$ 5,509, por volta das 13h50</li> <li>Índice do dólar (DXY): 101,850 (+0,13%);</li> <li>Ibovespa: 165.528,92 pontos (-1,42%);</li> </ul> <h2>Câmbio</h2> <p><strong>O dólar comercial encerrou a sessão desta terça com valorização de 0,74%, cotado a R$ 5,486. </strong>Durante o pregão, a moeda norte-americana chegou a superar a marca de R$ 5,50, em meio à cautela dos investidores com os rumos da política econômica brasileira.</p> <p>O movimento ocorreu no primeiro pregão de novembro, após o feriado de Finados e uma semana de forte desvalorização dos ativos nacionais. Desde a reeleição de Lula, em 25 de outubro, o mercado cambial tem registrado pressão sobre o real.</p> <p>Entre os fatores que influenciaram as negociações estiveram:</p> <ul> <li>Incertezas fiscais: dúvidas sobre a condução das contas públicas e a agenda econômica do governo;</li> <li>Expectativas para a Selic: investidores aguardaram a decisão do Copom, prevista para quarta-feira;</li> <li>Propostas econômicas: repercussão das ideias do economista <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/economista-de-plano-real-acusa-bc-de-causar-rombo-fiscal-juros">André Lara Resende sobre mudanças no regime monetário</a>;</li> <li>Cenário internacional: eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos e valorização do dólar frente a outras moedas.</li> </ul> <p>Pela manhã, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que as propostas de Lara Resende apresentam deficiências e não estão em discussão no governo. <strong>O ministro também reforçou a defesa de um ajuste fiscal gradual.</strong></p> <p>No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, avançava 0,13%, aos 101,850 pontos, às 17h35.</p> <h2>Bolsa amplia perdas</h2> <p><strong>O Ibovespa fechou a terça-feira em queda de 1,42%, aos 165.528,92 pontos, segundo dados preliminares. </strong>O índice chegou a perder o patamar dos 165 mil pontos durante a sessão, atingindo a mínima de 164.446,53 pontos, às 11h23.</p> <p>A baixa representou o sexto pregão consecutivo de perdas desde a reeleição de Lula, considerando as sessões realizadas após o resultado eleitoral. No último pregão antes da definição das urnas, o índice estava acima de 205 mil pontos.</p> <p>As ações da Petrobras e da Vale, as mais negociadas, contribuíram para a pressão sobre o indicador, em um pregão marcado por ajustes nos preços internacionais do petróleo e de outras commodities (bens primários com cotação internacional) após o feriado.</p> <p>O cenário externo também influenciou as negociações. Enquanto ações de empresas de tecnologia dos Estados Unidos apresentavam recuperação durante a sessão, o mercado brasileiro permaneceu pressionado pelas incertezas domésticas.</p> <h2>Copom no radar</h2> <p>A reunião do Comitê de Política Monetária concentrou a atenção dos investidores. A<strong> taxa Selic está em 13,75% ao ano, e o mercado acompanha a possibilidade de manutenção do patamar atual diante da piora das expectativas inflacionárias e da desvalorização do real.</strong></p> <p>O boletim Focus divulgado nesta terça-feira <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/mercado-eleva-projecao-para-inflacao-juros-e-dolar-em-2026">elevou a projeção de inflação</a> para 2027 de 4,34% para 4,76%, acima do teto da meta de 4,5%. A estimativa para a Selic no fim do próximo ano também subiu, de 11,75% para 12,50%.</p> <p><strong>A decisão do Banco Central e o comunicado sobre os próximos passos da política monetária devem influenciar o comportamento dos ativos brasileiros nos próximos pregões.</strong></p> <p> </p> <p>* com informações da Reuters</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O mercado financeiro brasileiro encerrou esta terça-feira (3) em queda, com o dólar em alta e a bolsa de valores ampliando as perdas após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A moeda norte-americana avançou cerca de 1%, fechando próxima de R$ 5,50. O Ibovespa recuou pela sexta vez seguida e atingiu o menor nível desde janeiro. Notícias relacionadas:Mercado eleva projeção para inflação, juros e dólar em 2026.Economista de Plano Real acusa BC de causar rombo fiscal via juros.As incertezas sobre a política fiscal do governo e as expectativas para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic, prevista para quarta-feira (4), mantiveram os investidores cautelosos. Números do dia Dólar comercial: R$ 5,486 (+0,74%); Máxima do dólar: R$ 5,509, por volta das 13h50 Índice do dólar (DXY): 101,850 (+0,13%); Ibovespa: 165.528,92 pontos (-1,42%); Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão desta terça com valorização de 0,74%, cotado a R$ 5,486. Durante o pregão, a moeda norte-americana chegou a superar a marca de R$ 5,50, em meio à cautela dos investidores com os rumos da política econômica brasileira. O movimento ocorreu no primeiro pregão de novembro, após o feriado de Finados e uma semana de forte desvalorização dos ativos nacionais. Desde a reeleição de Lula, em 25 de outubro, o mercado cambial tem registrado pressão sobre o real. Entre os fatores que influenciaram as negociações estiveram: Incertezas fiscais: dúvidas sobre a condução das contas públicas e a agenda econômica do governo; Expectativas para a Selic: investidores aguardaram a decisão do Copom, prevista para quarta-feira; Propostas econômicas: repercussão das ideias do economista André Lara Resende sobre mudanças no regime monetário; Cenário internacional: eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos e valorização do dólar frente a outras moedas. Pela manhã, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que as propostas de Lara Resende apresentam deficiências e não estão em discussão no governo. O ministro também reforçou a defesa de um ajuste fiscal gradual. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, avançava 0,13%, aos 101,850 pontos, às 17h35. Bolsa amplia perdas O Ibovespa fechou a terça-feira em queda de 1,42%, aos 165.528,92 pontos, segundo dados preliminares. O índice chegou a perder o patamar dos 165 mil pontos durante a sessão, atingindo a mínima de 164.446,53 pontos, às 11h23. A baixa representou o sexto pregão consecutivo de perdas desde a reeleição de Lula, considerando as sessões realizadas após o resultado eleitoral. No último pregão antes da definição das urnas, o índice estava acima de 205 mil pontos. As ações da Petrobras e da Vale, as mais negociadas, contribuíram para a pressão sobre o indicador, em um pregão marcado por ajustes nos preços internacionais do petróleo e de outras commodities (bens primários com cotação internacional) após o feriado. O cenário externo também influenciou as negociações. Enquanto ações de empresas de tecnologia dos Estados Unidos apresentavam recuperação durante a sessão, o mercado brasileiro permaneceu pressionado pelas incertezas domésticas. Copom no radar A reunião do Comitê de Política Monetária concentrou a atenção dos investidores. A taxa Selic está em 13,75% ao ano, e o mercado acompanha a possibilidade de manutenção do patamar atual diante da piora das expectativas inflacionárias e da desvalorização do real. O boletim Focus divulgado nesta terça-feira elevou a projeção de inflação para 2027 de 4,34% para 4,76%, acima do teto da meta de 4,5%. A estimativa para a Selic no fim do próximo ano também subiu, de 11,75% para 12,50%. A decisão do Banco Central e o comunicado sobre os próximos passos da política monetária devem influenciar o comportamento dos ativos brasileiros nos próximos pregões. * com informações da Reuters
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