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Dólar sobe 0,76% e fecha a R$ 5,39 em dia de cautela

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 29 Oct 2026 19:39:00 -0300
Dólar sobe 0,76% e fecha a R$ 5,39 em dia de cautela

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/dolar-sobe-076-e-fecha-r-539-em-dia-de-cautela"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>Em meio a preocupações com o cenário econômico nacional e internacional, o dólar fechou em alta de cerca de 1% nesta quinta-feira (29), aproximando-se de R$ 5,40. A bolsa caiu pouco mais de 1% e encerrou abaixo dos 170 mil pontos, na quarta queda consecutiva.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1707262&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1707262&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>O mercado financeiro foi influenciado pelo avanço da moeda norte-americana frente a divisas de países emergentes, por dados econômicos dos Estados Unidos e pelas incertezas sobre a política fiscal e a composição da equipe econômica do próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/divida-publica-fica-em-829-do-pib-e-deficit-soma-r-55-bilhoes">Dívida pública fica em 82,9% do PIB, e déficit soma R$ 5,5 bilhões.</a></li></ul><strong>Principais números</strong></p> <ul> <li>Dólar comercial: R$ 5,387 (+0,76%);</li> <li>Ibovespa: 169.186 pontos (-1,06%);</li> <li>Máxima do dólar: R$ 5,43, por volta das 15h30;</li> <li>Mínima do Ibovespa: 168.765 pontos, às 15h26.</li> <li>Dólar no ano: queda acumulada de 1,85%</li> </ul> <h2>Câmbio</h2> <p><strong>O dólar à vista encerrou o pregão com valorização de 0,76%, cotado a R$ 5,387. </strong>Por volta das 15h30, a moeda chegou a R$ 5,43, alta de 1,56% em relação ao fechamento anterior.</p> <p>No cenário internacional, a divulgação de indicadores econômicos dos Estados Unidos contribuiu para o movimento cambial. O Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) estadunidense cresceu 3,4% no terceiro trimestre, acima da projeção de 3,2% de economistas consultados pela Reuters. Os gastos dos consumidores avançaram 0,5% em setembro.</p> <p>O núcleo do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE), indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, subiu 0,3% no mês, em linha com as expectativas. O índice cheio avançou 0,5%.</p> <p>Após a divulgação dos dados, o dólar ganhou força em relação a moedas de países emergentes, incluindo o peso mexicano, o peso chileno, o rand sul-africano e o real.</p> <p><strong>No Brasil, as atenções também se voltaram às expectativas para o próximo mandato presidencial, como a formação da equipe econômica e futuras medidas na área.</strong></p> <p>A preocupação fiscal também ganhou relevância após dados do Banco Central indicarem que a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/divida-publica-fica-em-829-do-pib-e-deficit-soma-r-55-bilhoes">dívida bruta do setor público</a> chegou a 82,9% do PIB em setembro. A dívida líquida atingiu 70% do PIB, contra 69,3% no mês anterior.</p> <p>No exterior, às 17h07, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas, recuava 0,16%, aos 101,960 pontos.</p> <h2>Bolsa acumula perdas</h2> <p><strong>O Ibovespa caiu 1,06%, aos 169.186,42 pontos, e completou a quarta sessão consecutiva de perdas.</strong> Durante o pregão, o principal índice da B3 oscilou entre 168.765,35 e 171.402,97 pontos.</p> <p>Os investidores também acompanharam os dados de inflação dos Estados Unidos e as perspectivas para os juros norte-americanos. Em Nova York, o S&amp;P 500 fechou em baixa de 0,3%, em uma sessão negativa para o setor de tecnologia, após os resultados da Alphabet ampliarem as preocupações com os custos crescentes de investimentos em inteligência artificial.</p> <p>No Brasil, o mercado também repercutiu os dados fiscais divulgados pelo Banco Central.</p> <p><em>* Com informações da Reuters</em></p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

Em meio a preocupações com o cenário econômico nacional e internacional, o dólar fechou em alta de cerca de 1% nesta quinta-feira (29), aproximando-se de R$ 5,40. A bolsa caiu pouco mais de 1% e encerrou abaixo dos 170 mil pontos, na quarta queda consecutiva. O mercado financeiro foi influenciado pelo avanço da moeda norte-americana frente a divisas de países emergentes, por dados econômicos dos Estados Unidos e pelas incertezas sobre a política fiscal e a composição da equipe econômica do próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Notícias relacionadas:Dívida pública fica em 82,9% do PIB, e déficit soma R$ 5,5 bilhões.Principais números Dólar comercial: R$ 5,387 (+0,76%); Ibovespa: 169.186 pontos (-1,06%); Máxima do dólar: R$ 5,43, por volta das 15h30; Mínima do Ibovespa: 168.765 pontos, às 15h26. Dólar no ano: queda acumulada de 1,85% Câmbio O dólar à vista encerrou o pregão com valorização de 0,76%, cotado a R$ 5,387. Por volta das 15h30, a moeda chegou a R$ 5,43, alta de 1,56% em relação ao fechamento anterior. No cenário internacional, a divulgação de indicadores econômicos dos Estados Unidos contribuiu para o movimento cambial. O Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) estadunidense cresceu 3,4% no terceiro trimestre, acima da projeção de 3,2% de economistas consultados pela Reuters. Os gastos dos consumidores avançaram 0,5% em setembro. O núcleo do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE), indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, subiu 0,3% no mês, em linha com as expectativas. O índice cheio avançou 0,5%. Após a divulgação dos dados, o dólar ganhou força em relação a moedas de países emergentes, incluindo o peso mexicano, o peso chileno, o rand sul-africano e o real. No Brasil, as atenções também se voltaram às expectativas para o próximo mandato presidencial, como a formação da equipe econômica e futuras medidas na área. A preocupação fiscal também ganhou relevância após dados do Banco Central indicarem que a dívida bruta do setor público chegou a 82,9% do PIB em setembro. A dívida líquida atingiu 70% do PIB, contra 69,3% no mês anterior. No exterior, às 17h07, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas, recuava 0,16%, aos 101,960 pontos. Bolsa acumula perdas O Ibovespa caiu 1,06%, aos 169.186,42 pontos, e completou a quarta sessão consecutiva de perdas. Durante o pregão, o principal índice da B3 oscilou entre 168.765,35 e 171.402,97 pontos. Os investidores também acompanharam os dados de inflação dos Estados Unidos e as perspectivas para os juros norte-americanos. Em Nova York, o S&P 500 fechou em baixa de 0,3%, em uma sessão negativa para o setor de tecnologia, após os resultados da Alphabet ampliarem as preocupações com os custos crescentes de investimentos em inteligência artificial. No Brasil, o mercado também repercutiu os dados fiscais divulgados pelo Banco Central. * Com informações da Reuters

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