Operação Mulher Segura prende mais de 57 mil agressores em 141 dias
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/operacao-mulher-segura-prende-mais-de-57-mil-agressores-em-141-dias"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>A Operação Mulher Segura 2026, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em 141 dias <strong>prendeu 57.790 agressores e atendeu 228 mil vítimas</strong>, em diversas partes do país. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705984&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705984&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Ao todo, a partir de mandados judiciais emitidos durante a operação de prevenção e repressão à violência contra a mulher, foram realizadas:</p> <ul> <li> 49.129 prisões em flagrante;</li> <li> 8.661 por mandados judiciais.</li> </ul> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/plataformas-vao-informar-canais-de-denuncia-de-violencia-contra-mulher">Plataformas vão informar canais de denúncia de violência contra mulher.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/aumentam-agressoes-politicas-em-mes-de-luta-contra-violencia-mulher">Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/com-alta-da-violencia-politica-no-brasil-mulheres-sao-maiores-vitimas">Com alta da violência política no Brasil, mulheres são maiores vítimas.</a></li></ul>Entre as principais ocorrências estão:</p> <ul> <li> lesão corporal (16.644),</li> <li> ameaça (15.019); </li> <li> descumprimento de medidas protetivas de urgência (4.949) e</li> <li> outras tipificações corresponderam a 5.165 registros.</li> </ul> <h2>Regiões</h2> <p>No período de pouco mais de quatro meses, a <strong>Região Sul concentrou o maior percentual de prisões de agressores de mulheres (36%)</strong>. A Região Centro-Oeste é a segunda, com 26% das prisões, seguida pelo Sudeste (18%), Nordeste (15%) e Norte (4%).</p> <p>Nas diligências realizadas durante as ocorrências, o Sudeste concentrou o maior percentual de vítimas atendidas (33%).</p> <h2>Efetivo</h2> <p>A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) mobilizou, no total, 123.878 policiais e 44.906 viaturas em todas as unidades da federação.</p> <p><strong>O ministério aponta que, no período, as ações alcançaram 4.253 municípios brasileiros.</strong></p> <p>A mobilização nacional teve início em 1º de junho, voltada ao enfrentamento da violência contra as mulheres e do feminicídio.</p> <p>A operação reúne ações de prevenção, proteção às vítimas, acompanhamento de mulheres com medidas protetivas, atendimento às vítimas, visitas preventivas, responsabilização dos autores de violência com o cumprimento de mandados e prisões em flagrante dos agressores, especialmente nos casos que apresentam risco de escalada para formas mais graves de violência contra a mulher.</p> <p><strong>A ação tem caráter permanente e integra as forças de segurança estaduais e federais.</strong></p> <p>A operação também tem caráter social e educativo, com ações de prevenção, acompanhamento de mulheres com medidas protetivas, atendimento às vítimas e visitas preventivas. </p> <p>A expectativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública é que, até o fim do ano, 100 mil agressores de mulheres sejam retirados das ruas.</p> <h2>Orientação</h2> <p>Mulheres em situação de violência política e qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da ocorrência desse crime contra uma mulher pode comunicar o fato em diferentes canais institucionais do poder Executivo, Ministério Público Eleitoral, Justiça Eleitoral, autoridade policial:</p> <ul> <li> Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar do estado, por meio do telefone 190.</li> <li> Central de Atendimento à Mulher – <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ligue180" target="_blank">Ligue 180</a>: atendimento gratuito, humanizado e sigiloso, 24 horas por dia, todos os dias da semana. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, pelo WhatsApp (61) 9610-0180, pelo e-mail central180@mulheres.gov.br e por videochamada em Libras;</li> <li> <a href="https://www.cnmp.mp.br/portal/ouvidoria-ouvidoria-da-mulher/apresentacao-ouvidoria-mulher" target="_blank">Ouvidoria das Mulheres</a> do Conselho Nacional do Ministério Público;</li> <li> Procuradoria-Geral Eleitoral, por meio da <a href="https://www.mpf.mp.br/servicos/salas-de-atendimento-ao-cidadao" target="_blank">Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal</a>;</li> <li> <a href="http://https://www.cnj.jus.br/ouvidoria-cnj/ouvidoria-nacional-da-mulher/" target="_blank">Ouvidoria Nacional da Mulher</a> do Conselho Nacional de Justiça (CNJ);</li> <li> Polícia Federal, por meio do canal Comunica PF e nas delegacias de Polícia nos estados;</li> <li> <a href="https://direitoshumanos.dpu.def.br/gt-mulheres/" target="_blank">Grupo de Trabalho Mulheres da Defensoria Pública da União (DPU)</a>, para assistência e orientação jurídica. </li> </ul> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
A Operação Mulher Segura 2026, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em 141 dias prendeu 57.790 agressores e atendeu 228 mil vítimas, em diversas partes do país. Ao todo, a partir de mandados judiciais emitidos durante a operação de prevenção e repressão à violência contra a mulher, foram realizadas: 49.129 prisões em flagrante; 8.661 por mandados judiciais. Notícias relacionadas:Plataformas vão informar canais de denúncia de violência contra mulher.Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher.Com alta da violência política no Brasil, mulheres são maiores vítimas.Entre as principais ocorrências estão: lesão corporal (16.644), ameaça (15.019); descumprimento de medidas protetivas de urgência (4.949) e outras tipificações corresponderam a 5.165 registros. Regiões No período de pouco mais de quatro meses, a Região Sul concentrou o maior percentual de prisões de agressores de mulheres (36%). A Região Centro-Oeste é a segunda, com 26% das prisões, seguida pelo Sudeste (18%), Nordeste (15%) e Norte (4%). Nas diligências realizadas durante as ocorrências, o Sudeste concentrou o maior percentual de vítimas atendidas (33%). Efetivo A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) mobilizou, no total, 123.878 policiais e 44.906 viaturas em todas as unidades da federação. O ministério aponta que, no período, as ações alcançaram 4.253 municípios brasileiros. A mobilização nacional teve início em 1º de junho, voltada ao enfrentamento da violência contra as mulheres e do feminicídio. A operação reúne ações de prevenção, proteção às vítimas, acompanhamento de mulheres com medidas protetivas, atendimento às vítimas, visitas preventivas, responsabilização dos autores de violência com o cumprimento de mandados e prisões em flagrante dos agressores, especialmente nos casos que apresentam risco de escalada para formas mais graves de violência contra a mulher. A ação tem caráter permanente e integra as forças de segurança estaduais e federais. A operação também tem caráter social e educativo, com ações de prevenção, acompanhamento de mulheres com medidas protetivas, atendimento às vítimas e visitas preventivas. A expectativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública é que, até o fim do ano, 100 mil agressores de mulheres sejam retirados das ruas. Orientação Mulheres em situação de violência política e qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da ocorrência desse crime contra uma mulher pode comunicar o fato em diferentes canais institucionais do poder Executivo, Ministério Público Eleitoral, Justiça Eleitoral, autoridade policial: Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar do estado, por meio do telefone 190. Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: atendimento gratuito, humanizado e sigiloso, 24 horas por dia, todos os dias da semana. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, pelo WhatsApp (61) 9610-0180, pelo e-mail central180@mulheres.gov.br e por videochamada em Libras; Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público; Procuradoria-Geral Eleitoral, por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal; Ouvidoria Nacional da Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Polícia Federal, por meio do canal Comunica PF e nas delegacias de Polícia nos estados; Grupo de Trabalho Mulheres da Defensoria Pública da União (DPU), para assistência e orientação jurídica.
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