Vendas no comércio crescem 0,5% em junho e sobem 1,9% no 1º semestre
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/vendas-no-comercio-crescem-05-em-junho-e-sobem-19-no-1o-semestre"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>As vendas no comércio brasileiros cresceram 0,5% na passagem de maio para junho e fecharam o primeiro semestre com expansão de 1,9%, quando comparadas ao mesmo período do ano passado.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699543&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699543&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Na comparação com junho de 2025, a alta é de 2,9%. No acumulado de 12 meses, o comércio tem variação positiva de 1,6%. No segundo trimestre, houve recuo de 0,4% em relação ao primeiro trimestre de 2026.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/consumidores-poderao-escolher-fornecedores-de-energia-partir-de-2027">Consumidores poderão escolher fornecedores de energia a partir de 2027.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/transpetro-abre-concurso-publico-com-salario-inicial-de-ate-r-15-mil">Transpetro abre concurso público com salário inicial de até R$ 15 mil.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/bndes-tem-lucro-recorde-de-r-92-bi-no-primeiro-semestre">BNDES tem lucro recorde de R$ 9,2 bi no primeiro semestre.</a></li></ul><strong>Os<a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/230/pmc_2026_jun.pdf" target="_blank"> dados</a> são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada na manhã desta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</strong></p> <p>O desempenho recente deixa o setor 0,8% abaixo do maior nível já registrado, atingido em março de 2026.</p> <p>O analista da pesquisa, Cristiano Santos, frisa que é “o segundo patamar mais alto da série, iniciada em janeiro de 2000”.</p> <p>Santos acrescenta que há um efeito estatístico. "Quando se está no ponto mais alto da série, é mais difícil continuar crescendo."</p> <p>Na comparação com meses imediatamente seguidos, apenas um mês de 2026 apresentou recuo de vendas:</p> <ul> <li>Janeiro: 0,5%</li> <li>Fevereiro: 0,8%</li> <li>Março: 0,8%</li> <li>Abril: -1,5%</li> <li>Maio: 0,3%</li> <li>Junho: 0,5%</li> </ul> <h2>Inflação perde força e ajuda</h2> <p>O analista do IBGE explica que um dos fatores que impulsionaram as vendas de junho foi a desaceleração da inflação (0,16% em junho contra 0,58% em maio). Outro elemento foi o aumento no número de pessoas trabalhando (alta de 1,1% entre os meses).</p> <p>Metade dos oito grupos de atividades pesquisadas pelo IBGE apresentou alta na passagem de maio para junho:</p> <ul> <li>Combustíveis e lubrificantes: -1,7%</li> <li>Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,1%</li> <li>Tecidos, vestuário e calçados: -2,6%</li> <li>Móveis e eletrodomésticos: 0,4%</li> <li>Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e perfumaria: 0,2%</li> <li>Livros, jornais, revista e papelaria: -9,9%</li> <li>Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação: -1,3%</li> <li>Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 2,4%</li> </ul> <h2>Atacado</h2> <p>No comércio varejista ampliado, que inclui atividades de atacado ─ veículos, motos, partes e peças; material de construção; e produtos alimentícios, bebidas e fumo ─ o indicador recuou 1% de maio para junho e marca avanço de 1,9% no acumulado do semestre. Ao longo de um ano, há variação positiva de 0,8%.</p> <p>Em junho, o varejo ampliado figurava 2,1% abaixo do ponto mais alto já registrado, alcançado em fevereiro de 2026.</p> <h2>Conjunto da economia</h2> <p>A Pesquisa Mensal de Comércio é a terceira de três levantamentos conjunturais divulgados mensalmente pelo IBGE. Nos últimos dias o instituto revelou que a produção da indústria <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/47693-producao-industrial-recua-1-8-em-junho" target="_blank">recuou</a> 1,8% de maio para junho e avança 1,5% no primeiro semestre, comparado ao mesmo período de 2025. </p> <p><strong>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/setor-de-servicos-fica-estavel-em-junho-e-sobe-2-no-1o-semestre" target="_blank">setor de serviços</a> ficou estável em junho (0%) e cresceu 2% no primeiro semestre. </strong></p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
As vendas no comércio brasileiros cresceram 0,5% na passagem de maio para junho e fecharam o primeiro semestre com expansão de 1,9%, quando comparadas ao mesmo período do ano passado. Na comparação com junho de 2025, a alta é de 2,9%. No acumulado de 12 meses, o comércio tem variação positiva de 1,6%. No segundo trimestre, houve recuo de 0,4% em relação ao primeiro trimestre de 2026. Notícias relacionadas:Consumidores poderão escolher fornecedores de energia a partir de 2027.Transpetro abre concurso público com salário inicial de até R$ 15 mil.BNDES tem lucro recorde de R$ 9,2 bi no primeiro semestre.Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada na manhã desta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desempenho recente deixa o setor 0,8% abaixo do maior nível já registrado, atingido em março de 2026. O analista da pesquisa, Cristiano Santos, frisa que é “o segundo patamar mais alto da série, iniciada em janeiro de 2000”. Santos acrescenta que há um efeito estatístico. "Quando se está no ponto mais alto da série, é mais difícil continuar crescendo." Na comparação com meses imediatamente seguidos, apenas um mês de 2026 apresentou recuo de vendas: Janeiro: 0,5% Fevereiro: 0,8% Março: 0,8% Abril: -1,5% Maio: 0,3% Junho: 0,5% Inflação perde força e ajuda O analista do IBGE explica que um dos fatores que impulsionaram as vendas de junho foi a desaceleração da inflação (0,16% em junho contra 0,58% em maio). Outro elemento foi o aumento no número de pessoas trabalhando (alta de 1,1% entre os meses). Metade dos oito grupos de atividades pesquisadas pelo IBGE apresentou alta na passagem de maio para junho: Combustíveis e lubrificantes: -1,7% Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,1% Tecidos, vestuário e calçados: -2,6% Móveis e eletrodomésticos: 0,4% Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e perfumaria: 0,2% Livros, jornais, revista e papelaria: -9,9% Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação: -1,3% Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 2,4% Atacado No comércio varejista ampliado, que inclui atividades de atacado ─ veículos, motos, partes e peças; material de construção; e produtos alimentícios, bebidas e fumo ─ o indicador recuou 1% de maio para junho e marca avanço de 1,9% no acumulado do semestre. Ao longo de um ano, há variação positiva de 0,8%. Em junho, o varejo ampliado figurava 2,1% abaixo do ponto mais alto já registrado, alcançado em fevereiro de 2026. Conjunto da economia A Pesquisa Mensal de Comércio é a terceira de três levantamentos conjunturais divulgados mensalmente pelo IBGE. Nos últimos dias o instituto revelou que a produção da indústria recuou 1,8% de maio para junho e avança 1,5% no primeiro semestre, comparado ao mesmo período de 2025. O setor de serviços ficou estável em junho (0%) e cresceu 2% no primeiro semestre.
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