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Ex-prefeito de Belford Roxo permanecerá preso à disposição da Justiça

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 09 Jul 2026 08:28:00 -0300
Ex-prefeito de Belford Roxo permanecerá preso à disposição da Justiça

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/ex-prefeito-de-belford-roxo-permanecera-preso-disposicao-da-justica"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, Márcio Canella, preso terça-feira (7) pela Polícia Federal (PF), na 6ª fase da Operação Unha e Carne, passou por audiência de custódia e vai permanecer preso à disposição da Justiça.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696287&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696287&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>Canella foi transferido para a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, zona oeste do Rio. O político deixou o cargo para concorrer a uma vaga ao Senado pelo União Brasil.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/policia-federal-deflagra-6a-fase-da-operacao-unha-e-carne-no-rio">Polícia Federal deflagra 6ª fase da Operação Unha e Carne, no Rio .</a></li></ul>Canella foi preso em casa, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, após os agentes federais encontrarem no carro dele um fuzil, considerado arma de guerra de uso restrito. Na casa do político,  foram localizadas ainda outras armas, munições e relógios de luxo.</p> <p><strong>Além do ex-prefeito, foi alvo também de mandado de busca e apreensão, expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/ex-prefeito-e-ex-secretario-de-policia-civil-sao-alvos-da-pf-no-rio" target="_blank">ex-secretário de Polícia Civil do Rio</a>, Marcus Amim.</strong></p> <p>A ação visava desarticular organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis na região metropolitana do Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos.</p> <h2>Relatório do Coaf</h2> <p><strong>O Relatório de Inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), enviado à PF, indicou que o esquema do grupo criminoso teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos.</strong></p> <blockquote> <p>“Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações”, informou, em nota, a PF.</p> </blockquote> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

O ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, Márcio Canella, preso terça-feira (7) pela Polícia Federal (PF), na 6ª fase da Operação Unha e Carne, passou por audiência de custódia e vai permanecer preso à disposição da Justiça. Canella foi transferido para a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, zona oeste do Rio. O político deixou o cargo para concorrer a uma vaga ao Senado pelo União Brasil. Notícias relacionadas:Polícia Federal deflagra 6ª fase da Operação Unha e Carne, no Rio .Canella foi preso em casa, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, após os agentes federais encontrarem no carro dele um fuzil, considerado arma de guerra de uso restrito. Na casa do político, foram localizadas ainda outras armas, munições e relógios de luxo. Além do ex-prefeito, foi alvo também de mandado de busca e apreensão, expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, o ex-secretário de Polícia Civil do Rio, Marcus Amim. A ação visava desarticular organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis na região metropolitana do Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos. Relatório do Coaf O Relatório de Inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), enviado à PF, indicou que o esquema do grupo criminoso teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos. “Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações”, informou, em nota, a PF.

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