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Mobilização nacional coleta DNA de parentes de desaparecidos

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Mon, 24 Aug 2026 15:46:00 -0300
Mobilização nacional coleta DNA de parentes de desaparecidos

Why This Matters

Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/mobilizacao-nacional-coleta-dna-de-parentes-de-desaparecidos"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública e os institutos de perícia federal e estaduais iniciaram, nesta segunda-feira (24), a quarta Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700490&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700490&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>A campanha busca incentivar os parentes de pessoas desaparecidas a doarem amostras de material genético (DNA) que possa ajudar na identificação e localização de pessoas declaradas desaparecidas</strong>. Quem já doou o material anteriormente não precisa repetir o procedimento.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/estado-pede-desculpas-por-desaparecimento-de-aluno-da-unb-na-ditadura">Estado pede desculpas por desaparecimento de aluno da UnB na ditadura.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-01/tres-em-cada-dez-desaparecidos-no-brasil-sao-criancas-ou-adolescentes">Três em cada dez desaparecidos no Brasil são crianças ou adolescentes.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-10/governo-pede-consultoria-para-relatorio-sobre-mortos-e-desaparecidos">Governo pede consultoria para relatório sobre mortos e desaparecidos.</a></li></ul>A mobilização se estenderá até a próxima sexta-feira (28) <a href="https://www.gov.br/mj/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/mobilizacao-nacional/coleta-de-dna-de-familiares-de-pessoas-desaparecidas-1/" target="_blank">em 342 postos de coleta em todas as unidades da federação</a> – inclusive no próprio Palácio da Justiça, edifício-sede do ministério, em Brasília (DF).</p> <p>Apesar disso, <strong>a doação pode ser feita a qualquer momento, em laboratórios ou institutos de perícia aptos a coletarem o material genético, e independentemente do tempo que a pessoa procurada estiver sumida</strong>.</p> <p>Os interessados devem se dirigir a um dos postos de coleta portando seu documento de identificação e, se possível, uma cópia do Boletim de Ocorrência (BO) do desaparecimento, ou informações a respeito deste (número do registro; delegacia, estado de registro etc).</p> <h2>Quem pode doar?</h2> <p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública recomenda que a doação seja feita por parentes de primeiro grau da pessoa desaparecida. De preferência, na seguinte ordem: pai ou mãe biológicos; filhos biológicos e o outro genitor, e, por fim, irmãos biológicos – filhos do mesmo pai e da mesma mãe.</p> <p>Crianças também podem doar material genético, desde acompanhadas pelo responsável legal. A doação pode ser feita em qualquer ponto de coleta oficial, independentemente da região onde a pessoa tenha desaparecido.</p> <p><strong>O procedimento é simples, podendo ser feito de duas formas: passando um cotonete no interior da boca do doador ou colhendo uma gota de seu sangue, tirada de seu dedo</strong>.</p> <p>O material genético coletado só pode ser usado com o propósito de identificar pessoas desaparecidas. O DNA dos familiares é comparado com o de pessoas não identificadas (vivas ou falecidas) cadastrado nos bancos de DNA. Se o resultado apontar o parentesco, peritos elaborarão um laudo oficial que será encaminhado à delegacia responsável pelo caso, cuja equipe entrará em contato com a família.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública e os institutos de perícia federal e estaduais iniciaram, nesta segunda-feira (24), a quarta Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A campanha busca incentivar os parentes de pessoas desaparecidas a doarem amostras de material genético (DNA) que possa ajudar na identificação e localização de pessoas declaradas desaparecidas. Quem já doou o material anteriormente não precisa repetir o procedimento. Notícias relacionadas:Estado pede desculpas por desaparecimento de aluno da UnB na ditadura.Três em cada dez desaparecidos no Brasil são crianças ou adolescentes.Governo pede consultoria para relatório sobre mortos e desaparecidos.A mobilização se estenderá até a próxima sexta-feira (28) em 342 postos de coleta em todas as unidades da federação – inclusive no próprio Palácio da Justiça, edifício-sede do ministério, em Brasília (DF). Apesar disso, a doação pode ser feita a qualquer momento, em laboratórios ou institutos de perícia aptos a coletarem o material genético, e independentemente do tempo que a pessoa procurada estiver sumida. Os interessados devem se dirigir a um dos postos de coleta portando seu documento de identificação e, se possível, uma cópia do Boletim de Ocorrência (BO) do desaparecimento, ou informações a respeito deste (número do registro; delegacia, estado de registro etc). Quem pode doar? O Ministério da Justiça e Segurança Pública recomenda que a doação seja feita por parentes de primeiro grau da pessoa desaparecida. De preferência, na seguinte ordem: pai ou mãe biológicos; filhos biológicos e o outro genitor, e, por fim, irmãos biológicos – filhos do mesmo pai e da mesma mãe. Crianças também podem doar material genético, desde acompanhadas pelo responsável legal. A doação pode ser feita em qualquer ponto de coleta oficial, independentemente da região onde a pessoa tenha desaparecido. O procedimento é simples, podendo ser feito de duas formas: passando um cotonete no interior da boca do doador ou colhendo uma gota de seu sangue, tirada de seu dedo. O material genético coletado só pode ser usado com o propósito de identificar pessoas desaparecidas. O DNA dos familiares é comparado com o de pessoas não identificadas (vivas ou falecidas) cadastrado nos bancos de DNA. Se o resultado apontar o parentesco, peritos elaborarão um laudo oficial que será encaminhado à delegacia responsável pelo caso, cuja equipe entrará em contato com a família.

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