Bolsa sobe quase 3% e fecha no maior nível desde maio
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/bolsa-sobe-quase-3-e-fecha-no-maior-nivel-desde-maio"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>Beneficiado pelo exterior e pela inflação mais baixa que o esperado no Brasil, o mercado financeiro brasileiro encerrou a sexta-feira (10) em tom positivo. <strong>A bolsa avançou quase 3% e atingiu o maior nível desde maio. O dólar caiu pela terceira sessão consecutiva e voltou a fechar na faixa de R$ 5,10.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696492&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696492&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>O principal fator para o desempenho dos ativos domésticos foi a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho, que veio <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/preco-de-alimentos-recua-e-inflacao-oficial-de-junho-fica-em-016" target="_blank">abaixo das expectativas</a> e reforçou a perspectiva de novos cortes na taxa Selic, juros básicos da economia.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/juros-do-fies-empreendedor-incidirao-durante-periodo-de-carencia">Juros do Fies Empreendedor incidirão durante período de carência.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/prazo-de-credito-antecipado-para-exportadores-e-ampliado">Prazo de crédito antecipado para exportadores é ampliado.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/cni-pede-negociacao-para-evita-tarifas-dos-eua">CNI pede negociação para evitar tarifas dos EUA.</a></li></ul>No exterior, investidores continuaram acompanhando os desdobramentos do conflito entre Estados Unidos e Irã.</p> <h2>Principais números</h2> <ul> <li>Ibovespa: +2,97%, aos 177.866,37 pontos</li> <li>Dólar: -0,31%, a R$ 5,108</li> <li>Petróleo Brent: -0,38%, a US$ 76,01 por barril</li> </ul> <h2>Ibovespa dispara</h2> <p><strong>O Ibovespa encerrou o pregão com alta de 2,97%, aos 177.866,37 pontos, registrando o maior fechamento desde 14 de maio e encerrando a sessão na máxima do dia.</strong></p> <p>O índice completou a terceira semana consecutiva de valorização, acumulando ganho de 2,18% na semana, avanço de 3,40% em julho e alta de 10,39% no ano. O volume financeiro negociado somou R$ 24,99 bilhões.</p> <p>Dos 79 papéis que compõem o índice, apenas um fechou em queda.</p> <p>O desempenho foi impulsionado pela divulgação do IPCA de junho. A inflação oficial desacelerou para 0,16%, após alta de 0,58% em maio, ficando abaixo das projeções do mercado. No acumulado de 12 meses, o índice ficou em 4,64%.</p> <p>O resultado fortaleceu as expectativas de que o Comitê de Política Monetária (Copom) possa voltar a reduzir a taxa Selic na reunião de agosto. Juros menores tendem a favorecer o mercado acionário ao reduzir o custo de financiamento das empresas e elevar o valor presente dos lucros futuros.</p> <h2>Dólar recua</h2> <p><strong>O dólar à vista caiu R$ 0,014 (-0,31%), encerrando o dia cotado a R$ 5,108, menor valor de fechamento desde 16 de junho.</strong> Na mínima do dia, por volta das 13h30, a cotação chegou a R$ 5,098.</p> <p>Foi a terceira sessão seguida de queda da moeda estadunidense, que acumula desvalorização de 1,18% na semana, perda de 1,06% em julho e recuo de 6,94% no acumulado de 2026.</p> <p>Além da reação ao IPCA, o real acompanhou o fortalecimento das moedas de outros países emergentes, em um ambiente de maior disposição dos investidores para ativos de risco, mesmo com a continuidade das tensões geopolíticas no Oriente Médio.</p> <h2>Petróleo cai</h2> <p>Os preços internacionais do petróleo fecharam em queda pelo segundo pregão consecutivo, apesar da continuidade dos confrontos entre Estados Unidos e Irã.</p> <p><strong>Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent recuou 0,38%, encerrando cotado a US$ 76,01 por barril. Ainda assim, o produto acumulou valorização de 5,39% na semana. O barril do tipo WTI, do Texas, caiu 0,93%, para US$ 71,41.</strong></p> <p>O mercado continua monitorando a situação no <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/trafego-diminui-em-ormuz-medida-que-tensoes-com-ira-se-intensificam" target="_blank">Estreito de Ormuz</a>, corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. Embora o fluxo de navios tenha diminuído desde a retomada dos ataques, a rota permanece aberta, reduzindo o temor de uma interrupção mais severa da oferta global.</p> <p>Ao mesmo tempo, investidores seguem acompanhando as negociações entre Estados Unidos e Irã, que continuam influenciando as expectativas sobre o comportamento dos preços da <em>commodity</em> (produto primário com cotação internacional) nas próximas semanas.</p> <p>* com informações da Reuters</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
Beneficiado pelo exterior e pela inflação mais baixa que o esperado no Brasil, o mercado financeiro brasileiro encerrou a sexta-feira (10) em tom positivo. A bolsa avançou quase 3% e atingiu o maior nível desde maio. O dólar caiu pela terceira sessão consecutiva e voltou a fechar na faixa de R$ 5,10. O principal fator para o desempenho dos ativos domésticos foi a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho, que veio abaixo das expectativas e reforçou a perspectiva de novos cortes na taxa Selic, juros básicos da economia. Notícias relacionadas:Juros do Fies Empreendedor incidirão durante período de carência.Prazo de crédito antecipado para exportadores é ampliado.CNI pede negociação para evitar tarifas dos EUA.No exterior, investidores continuaram acompanhando os desdobramentos do conflito entre Estados Unidos e Irã. Principais números Ibovespa: +2,97%, aos 177.866,37 pontos Dólar: -0,31%, a R$ 5,108 Petróleo Brent: -0,38%, a US$ 76,01 por barril Ibovespa dispara O Ibovespa encerrou o pregão com alta de 2,97%, aos 177.866,37 pontos, registrando o maior fechamento desde 14 de maio e encerrando a sessão na máxima do dia. O índice completou a terceira semana consecutiva de valorização, acumulando ganho de 2,18% na semana, avanço de 3,40% em julho e alta de 10,39% no ano. O volume financeiro negociado somou R$ 24,99 bilhões. Dos 79 papéis que compõem o índice, apenas um fechou em queda. O desempenho foi impulsionado pela divulgação do IPCA de junho. A inflação oficial desacelerou para 0,16%, após alta de 0,58% em maio, ficando abaixo das projeções do mercado. No acumulado de 12 meses, o índice ficou em 4,64%. O resultado fortaleceu as expectativas de que o Comitê de Política Monetária (Copom) possa voltar a reduzir a taxa Selic na reunião de agosto. Juros menores tendem a favorecer o mercado acionário ao reduzir o custo de financiamento das empresas e elevar o valor presente dos lucros futuros. Dólar recua O dólar à vista caiu R$ 0,014 (-0,31%), encerrando o dia cotado a R$ 5,108, menor valor de fechamento desde 16 de junho. Na mínima do dia, por volta das 13h30, a cotação chegou a R$ 5,098. Foi a terceira sessão seguida de queda da moeda estadunidense, que acumula desvalorização de 1,18% na semana, perda de 1,06% em julho e recuo de 6,94% no acumulado de 2026. Além da reação ao IPCA, o real acompanhou o fortalecimento das moedas de outros países emergentes, em um ambiente de maior disposição dos investidores para ativos de risco, mesmo com a continuidade das tensões geopolíticas no Oriente Médio. Petróleo cai Os preços internacionais do petróleo fecharam em queda pelo segundo pregão consecutivo, apesar da continuidade dos confrontos entre Estados Unidos e Irã. Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent recuou 0,38%, encerrando cotado a US$ 76,01 por barril. Ainda assim, o produto acumulou valorização de 5,39% na semana. O barril do tipo WTI, do Texas, caiu 0,93%, para US$ 71,41. O mercado continua monitorando a situação no Estreito de Ormuz, corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo. Embora o fluxo de navios tenha diminuído desde a retomada dos ataques, a rota permanece aberta, reduzindo o temor de uma interrupção mais severa da oferta global. Ao mesmo tempo, investidores seguem acompanhando as negociações entre Estados Unidos e Irã, que continuam influenciando as expectativas sobre o comportamento dos preços da commodity (produto primário com cotação internacional) nas próximas semanas. * com informações da Reuters
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