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Durigan diz que aumento da dívida decorre dos juros, não dos gastos

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 06 Aug 2026 11:54:00 -0300
Durigan diz que aumento da dívida decorre dos juros, não dos gastos

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/durigan-diz-que-aumento-da-divida-decorre-dos-juros-nao-dos-gastos"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o aumento da dívida brasileira não se deve ao aumento de gastos, e sim aos juros altos que são cobrados no país. Segundo ele, isso ocorre por conta da necessidade de o governo pagar dívidas antigas com títulos novos, o que implica em mais pagamento de juros.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698905&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698905&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>A declaração do ministro em entrevista à <em>Globonews</em> nesta quinta-feira (6). Ele explicou que, de fato, há relação entre a questão fiscal e os juros, mas que <strong>há também outros fatores decisivos que acabam por influenciar as altas taxas cobradas no Brasil</strong>.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/reducao-da-taxa-de-juros-ainda-e-insuficiente-avaliam-entidades">Redução da taxa de juros ainda é insuficiente, avaliam entidades.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano">Em nova redução, Copom baixa taxa Selic para 14% ao ano.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/durigan-divida-do-brasil-e-menor-do-que-de-grandes-economias">Durigan: dívida do Brasil é menor do que a de grandes economias.</a></li></ul>Perguntado sobre se os gastos do governo favorecem o cenário de juros altos, o ministro garantiu que “o governo não está gastando mais do que arrecada”.</p> <p><strong>“O que acontece é que estamos pagando dívidas antigas com títulos novos. É, portanto, na gestão da dívida que estamos aumentando a dívida. É na rolagem da dívida, e não nos gastos”, complementou.</strong></p> <p>Em julho, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/divida-publica-sobe-261-em-junho-e-supera-r-92-trilhoes" target="_blank">dados divulgados pelo Tesouro Nacional</a> mostram que a emissão forte de títulos vinculados à Taxa Selic, os juros básicos da economia, fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em junho, superando os R$ 9,2 trilhões.</p> <p>Durigan reiterou que os juros elevados são o principal fator por trás do aumento do endividamento público.</p> <p>“Claro que vamos continuar atuando para melhorar o resultado fiscal do país”, disse ao destacar que, do ponto de vista econômico, o país está muito bem, “com o melhor resultado de inflação da história” e as agências internacionais de risco melhorando cada vez mais as avaliações sobre o país.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o aumento da dívida brasileira não se deve ao aumento de gastos, e sim aos juros altos que são cobrados no país. Segundo ele, isso ocorre por conta da necessidade de o governo pagar dívidas antigas com títulos novos, o que implica em mais pagamento de juros. A declaração do ministro em entrevista à Globonews nesta quinta-feira (6). Ele explicou que, de fato, há relação entre a questão fiscal e os juros, mas que há também outros fatores decisivos que acabam por influenciar as altas taxas cobradas no Brasil. Notícias relacionadas:Redução da taxa de juros ainda é insuficiente, avaliam entidades.Em nova redução, Copom baixa taxa Selic para 14% ao ano.Durigan: dívida do Brasil é menor do que a de grandes economias.Perguntado sobre se os gastos do governo favorecem o cenário de juros altos, o ministro garantiu que “o governo não está gastando mais do que arrecada”. “O que acontece é que estamos pagando dívidas antigas com títulos novos. É, portanto, na gestão da dívida que estamos aumentando a dívida. É na rolagem da dívida, e não nos gastos”, complementou. Em julho, dados divulgados pelo Tesouro Nacional mostram que a emissão forte de títulos vinculados à Taxa Selic, os juros básicos da economia, fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em junho, superando os R$ 9,2 trilhões. Durigan reiterou que os juros elevados são o principal fator por trás do aumento do endividamento público. “Claro que vamos continuar atuando para melhorar o resultado fiscal do país”, disse ao destacar que, do ponto de vista econômico, o país está muito bem, “com o melhor resultado de inflação da história” e as agências internacionais de risco melhorando cada vez mais as avaliações sobre o país.

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