Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/justicas-eleitoral-e-do-trabalho-lancam-campanha-contra-assedio"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram nesta quinta-feira (6) uma mobilização nacional conjunta contra o assédio eleitoral de patrões sobre os empregados. </strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698898&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698898&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Com o <em>slogan</em> <em>No meu voto mando eu</em>, a <strong>campanha Aliança pelo Voto Livre e Secreto é voltada a prevenir e combater atos de empregadores, superiores e colegas que busquem influenciar o voto livre e secreto de funcionários. </strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/urna-eletronica-e-patrimonio-da-democracia-diz-presidente-do-tse">Urna eletrônica é patrimônio da democracia, diz presidente do TSE.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/tse-faz-semana-de-acoes-para-mostrar-funcionamento-da-urna-eletronica">TSE faz semana de ações para mostrar funcionamento da urna eletrônica.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/assedio-eleitoral-no-trabalho-e-crime-saiba-como-identificar">Assédio eleitoral no trabalho é crime; saiba como identificar.</a></li></ul>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/assedio-eleitoral-no-trabalho-e-crime-saiba-como-identificar" target="_blank">assédio eleitoral</a> ocorre quando alguém utiliza sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político.</p> <blockquote> <p>“É a prática do empregador que gera esse constrangimento e cerceia a liberdade dos empregados quanto à manifestação de pensamento”, explica o procurador Igor Sousa Gonçalves, coordenador nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/ministerio-publico-fara-campanha-contra-assedio-eleitoral-neste-ano" target="_blank">Trabalho do MPT</a>, em entrevista à <strong>Agência Brasil. </strong></p> </blockquote> <p>Em muitas situações, patrões ou pessoas em posição de poder agem para induzir o trabalhador a votar em determinado político, às vezes com promessas de benefícios ou mesmo com ameaças à continuidade do emprego. <strong>A prática é proibida e pode ter consequências judiciais nas esferas trabalhista, eleitoral e, a depender da gravidade, criminal. </strong></p> <p><a href="https://www.csjt.jus.br/web/csjt/combate-ao-assedio-eleitoral" target="_blank">Para aderir à Aliança pelo Voto Livre e Secreto</a> basta acessar a página da campanha, baixar os materiais de divulgação e registrar o compromisso com a iniciativa. O conteúdo está disponível para uso gratuito e pode ser personalizado por empresas, órgãos públicos e demais organizações com a inclusão de suas marcas, ampliando o alcance da mobilização.</p> <p>Além disso, os participantes poderão compartilhar registros da adesão nas redes sociais, marcando o perfil do Tribunal Superior do Trabalho (@tstjus), fortalecendo a mensagem em defesa da democracia e da liberdade de escolha.</p> <h2>Como identificar? </h2> <p><strong>A campanha traz orientações sobre como identificar o assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Entre as práticas mais comuns estão:</strong></p> <p>- ameaças de demissão ou de prejuízos profissionais em razão da opção eleitoral do empregado;</p> <p>- promessas de benefícios ou vantagens em troca de apoio político;</p> <p>- exigência de participação em atos de campanha;</p> <p>- fiscalização ou cobrança sobre o voto de trabalhadores;</p> <p>- intimidações, constrangimentos ou humilhações relacionadas às preferências políticas.</p> <p> </p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram nesta quinta-feira (6) uma mobilização nacional conjunta contra o assédio eleitoral de patrões sobre os empregados. Com o slogan No meu voto mando eu, a campanha Aliança pelo Voto Livre e Secreto é voltada a prevenir e combater atos de empregadores, superiores e colegas que busquem influenciar o voto livre e secreto de funcionários. Notícias relacionadas:Urna eletrônica é patrimônio da democracia, diz presidente do TSE.TSE faz semana de ações para mostrar funcionamento da urna eletrônica.Assédio eleitoral no trabalho é crime; saiba como identificar.O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político. “É a prática do empregador que gera esse constrangimento e cerceia a liberdade dos empregados quanto à manifestação de pensamento”, explica o procurador Igor Sousa Gonçalves, coordenador nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho do MPT, em entrevista à Agência Brasil. Em muitas situações, patrões ou pessoas em posição de poder agem para induzir o trabalhador a votar em determinado político, às vezes com promessas de benefícios ou mesmo com ameaças à continuidade do emprego. A prática é proibida e pode ter consequências judiciais nas esferas trabalhista, eleitoral e, a depender da gravidade, criminal. Para aderir à Aliança pelo Voto Livre e Secreto basta acessar a página da campanha, baixar os materiais de divulgação e registrar o compromisso com a iniciativa. O conteúdo está disponível para uso gratuito e pode ser personalizado por empresas, órgãos públicos e demais organizações com a inclusão de suas marcas, ampliando o alcance da mobilização. Além disso, os participantes poderão compartilhar registros da adesão nas redes sociais, marcando o perfil do Tribunal Superior do Trabalho (@tstjus), fortalecendo a mensagem em defesa da democracia e da liberdade de escolha. Como identificar? A campanha traz orientações sobre como identificar o assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Entre as práticas mais comuns estão: - ameaças de demissão ou de prejuízos profissionais em razão da opção eleitoral do empregado; - promessas de benefícios ou vantagens em troca de apoio político; - exigência de participação em atos de campanha; - fiscalização ou cobrança sobre o voto de trabalhadores; - intimidações, constrangimentos ou humilhações relacionadas às preferências políticas.
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