Israel: sem vencedor declarado, partidos discutem coligações
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/israel-sem-vencedor-declarado-partidos-discutem-coligacoes"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>Com a contagem de votos ainda em andamento, não há vencedor definido nas eleições em Israel. Nem o bloco do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, nem o principal rival, Gadi Eisenkot, conquistaram as 61 cadeiras do Parlamento necessárias para formar maioria.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1707167&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1707167&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>Com 85% das urnas apuradas, a coligação de Netanyahu garantia 54 dos 120 assentos no Parlamento. Já o bloco de Eisenkot somava 49 vagas. Por outro lado, os partidos árabes alcançariam a marca recorde de 17 cadeiras, o que levou o líder da coligação de esquerda maioritariamente árabe a defender a criação de "uma verdadeira aliança judaico-árabe".</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/israelenses-vao-as-urnas-em-eleicao-que-pode-tirar-netanyahu-do-poder">Israelenses vão às urnas em eleição que pode tirar Netanyahu do poder.</a></li></ul>No entanto, a maior parte da oposição judaica em Israel descartou governar ao lado de partidos liderados por palestinos que, durante a campanha eleitoral, foram alvos de acusações racistas. Netanyahu não se cansou de retratar os cidadãos palestinos como um inimigo dentro do Estado.</p> <p><strong>Agora, o partido de Benjamin Netanyahu acusa os partidos de maioria árabe de terem "roubado" as eleições.</strong> A que se junta o apelo desesperado do ministro da extrema-direita, Ben Gvir, para prender os seus líderes.</p> <p>O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, cita alegações infundadas de interferência estrangeira. A polícia israelense e o comitê central de eleições afirmaram que não há provas de fraude eleitoral.</p> <p><strong>A previsão é de que a contagem dos votos termine amanhã (30), e os resultados oficiais da eleição sejam formalmente publicados no dia 4 de novembro.</strong></p> <p>Os partidos vão ter que negociar e tentar chegar a uma coligação que tenha maioria no Congresso.</p> <p><em><strong>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</strong></em></p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
Com a contagem de votos ainda em andamento, não há vencedor definido nas eleições em Israel. Nem o bloco do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, nem o principal rival, Gadi Eisenkot, conquistaram as 61 cadeiras do Parlamento necessárias para formar maioria. Com 85% das urnas apuradas, a coligação de Netanyahu garantia 54 dos 120 assentos no Parlamento. Já o bloco de Eisenkot somava 49 vagas. Por outro lado, os partidos árabes alcançariam a marca recorde de 17 cadeiras, o que levou o líder da coligação de esquerda maioritariamente árabe a defender a criação de "uma verdadeira aliança judaico-árabe". Notícias relacionadas:Israelenses vão às urnas em eleição que pode tirar Netanyahu do poder.No entanto, a maior parte da oposição judaica em Israel descartou governar ao lado de partidos liderados por palestinos que, durante a campanha eleitoral, foram alvos de acusações racistas. Netanyahu não se cansou de retratar os cidadãos palestinos como um inimigo dentro do Estado. Agora, o partido de Benjamin Netanyahu acusa os partidos de maioria árabe de terem "roubado" as eleições. A que se junta o apelo desesperado do ministro da extrema-direita, Ben Gvir, para prender os seus líderes. O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, cita alegações infundadas de interferência estrangeira. A polícia israelense e o comitê central de eleições afirmaram que não há provas de fraude eleitoral. A previsão é de que a contagem dos votos termine amanhã (30), e os resultados oficiais da eleição sejam formalmente publicados no dia 4 de novembro. Os partidos vão ter que negociar e tentar chegar a uma coligação que tenha maioria no Congresso. *É proibida a reprodução deste conteúdo.
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