E se a biodiversidade brasileira não pertencer ao Brasil?
Why This Matters
Key context: Em 2012, pesquisadores da Universidade de Zhejiang, na China, depositaram um pedido de patente sobre um método de transformação genética da <i>Sinningia speciosa</i>, uma flor originária da<a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/mata-atlantica/" rel="" target=""> mata atlântica brasileira</a>. Em setembro deste ano, outro instituto científico chinês registrou o projeto de sequenciamento do genoma da mesma espécie. Uma planta brasileira pode se tornar objeto de conhecimento científico e propriedade intelectual em países que jamais fizeram parte de seu habitat natural. O lugar de origem de um recurso natural deixou de determinar o destino econômico do conhecimento que dele se extrai. <a href="https://redir.folha.com.br/redir/online/emcimadahora/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/rodrigo-tavares/2026/11/e-se-a-biodiversidade-brasileira-nao-pertencer-ao-brasil.shtml">Leia mais</a> (11/05/2026 - 07h00) This development from redir.folha.com.br highlights ongoing changes in the sector.
Em 2012, pesquisadores da Universidade de Zhejiang, na China, depositaram um pedido de patente sobre um método de transformação genética da Sinningia speciosa, uma flor originária da mata atlântica brasileira. Em setembro deste ano, outro instituto científico chinês registrou o projeto de sequenciamento do genoma da mesma espécie. Uma planta brasileira pode se tornar objeto de conhecimento científico e propriedade intelectual em países que jamais fizeram parte de seu habitat natural. O lugar de origem de um recurso natural deixou de determinar o destino econômico do conhecimento que dele se extrai. Leia mais (11/05/2026 - 07h00)
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