PM faz operações contra o CV na Região Metropolitana do Rio
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/pm-faz-operacoes-contra-o-cv-na-regiao-metropolitana-do-rio"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (Pmerj) realiza uma série de operações em comunidades do estado, nesta quinta-feira (13), contra o Comando Vermelho (CV). Ao menos 27 batalhões participam, além de unidades especializadas ao Comando de Operações Especiais (COE).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699558&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699558&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>As diligências são na cidade do Rio e em municípios da região metropolitana, como São Gonçalo, Niterói, Magé, Itaboraí, Duque de Caxias, São João de Meriti, Queimado. Esses cinco últimos ficam na região chamada Baixada Fluminense.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/policia-do-rio-faz-operacoes-para-prender-dezenas-de-integrantes-do-cv">Polícia do Rio faz operações para prender dezenas de integrantes do CV.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/rio-registra-em-julho-34-tiroteios-envolvendo-faccoes-criminosas">Rio registra em julho 34 tiroteios envolvendo facções criminosas .</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/no-rio-fonoaudiologa-e-atingida-por-tiro-no-pescoco-dentro-de-onibus">No Rio, fonoaudióloga é atingida por tiro no pescoço dentro de ônibus.</a></li></ul>De acordo com a PM, o objetivo é combater crimes como roubos de veículos e de carga, conter a expansão do CV, cumprir mandados de prisão, apreender armas e drogas, recuperar veículos roubados e retirar barricadas criadas por traficantes para dificultar acesso a comunidades.</p> <h2>Armas apreendidas</h2> <p><strong>Na Cidade de Deus, na Zona Sudoeste do Rio, houve troca de tiros e dois homens foram baleados</strong>. Com eles, a PM apreendeu uma pistola, uma granada, um radiotransmissor e uma mochila contendo drogas. Os dois feridos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge.</p> <p>No Quitungo, comunidade de Brás de Pina, na zona norte, um homem foi preso. Ele é suspeito de participar da morte do sargento da PM Marco Antônio Matheus Maia, em dezembro de 2024. Com ele, a polícia apreendeu um fuzil AR-10.</p> <p>Em algumas regiões, como o Morro do Andaraí, na Zona Norte, a ação busca conter disputa territorial entre quadrilhas rivais que tem levado medo a moradores.</p> <p>De acordo com a organização não governamental Instituto Fogo Cruzado, somente no mês de julho, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/rio-registra-em-julho-34-tiroteios-envolvendo-faccoes-criminosas" target="_blank">a Região Metropolitana do Rio registrou ao menos 34 tiroteios motivados por conflitos entre facções criminosas e milícias</a>. O número é o maior registrado no ano e dobrou em relação a junho.</p> <p>No Complexo do Chapadão, também na Zona Norte, policiais realizaram a retirada de barricadas. O conjunto de favelas fica perto de vias expressas e serve de base para quadrilhas de roubo de carga.</p> <p>Na Vila Vintém, na Zona Oeste, dois suspeitos foram presos. Um fuzil também foi apreendido nas comunidades da Coronel e da Nova Brasília, em Niterói.</p> <h2>1 mil baleados</h2> <p>A ação coordenada acontece um dia depois de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-08/no-rio-fonoaudiologa-e-atingida-por-tiro-no-pescoco-dentro-de-onibus" target="_blank">a fonoaudióloga Aline de Siqueira Affonso, de 53 anos, ter sido baleada dentro de um ônibus, em Vicente de carvalho, na Zona Norte</a>. O caso foi durante confronto entre policiais militares e criminosos.</p> <p>De acordo com levantamento da organização não governamental Instituto Fogo Cruzado, <strong>a fonoaudióloga foi a milésima pessoa baleada no Grande Rio em 2026</strong>.<br /> <br /> O estudo aponta que, até 12 de agosto, 537 pessoas foram mortas e 463 ficaram feridas por disparos de arma de fogo na região metropolitana.</p> <p>“Isso significa uma média de 30 pessoas baleadas por semana, ou quatro por dia”, destaca a ONG.</p> <p>Cerca de metade das vitimas (509) foi baleada durante operações policiais. O levantamento detalha que 63 pessoas foram vítimas de balas perdidas em 2026, sendo 15 mortas e 48 feridas.</p> <p>Para o coordenador do Fogo cruzado, Carlos Nhanga, o caso da fonoaudióloga expõe como a violência armada não se restringe aos locais de confronto.</p> <p>“A violência também impõe riscos a quem circula pela cidade, inclusive dentro de ônibus e outros meios de transporte”, diz.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (Pmerj) realiza uma série de operações em comunidades do estado, nesta quinta-feira (13), contra o Comando Vermelho (CV). Ao menos 27 batalhões participam, além de unidades especializadas ao Comando de Operações Especiais (COE). As diligências são na cidade do Rio e em municípios da região metropolitana, como São Gonçalo, Niterói, Magé, Itaboraí, Duque de Caxias, São João de Meriti, Queimado. Esses cinco últimos ficam na região chamada Baixada Fluminense. Notícias relacionadas:Polícia do Rio faz operações para prender dezenas de integrantes do CV.Rio registra em julho 34 tiroteios envolvendo facções criminosas .No Rio, fonoaudióloga é atingida por tiro no pescoço dentro de ônibus.De acordo com a PM, o objetivo é combater crimes como roubos de veículos e de carga, conter a expansão do CV, cumprir mandados de prisão, apreender armas e drogas, recuperar veículos roubados e retirar barricadas criadas por traficantes para dificultar acesso a comunidades. Armas apreendidas Na Cidade de Deus, na Zona Sudoeste do Rio, houve troca de tiros e dois homens foram baleados. Com eles, a PM apreendeu uma pistola, uma granada, um radiotransmissor e uma mochila contendo drogas. Os dois feridos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge. No Quitungo, comunidade de Brás de Pina, na zona norte, um homem foi preso. Ele é suspeito de participar da morte do sargento da PM Marco Antônio Matheus Maia, em dezembro de 2024. Com ele, a polícia apreendeu um fuzil AR-10. Em algumas regiões, como o Morro do Andaraí, na Zona Norte, a ação busca conter disputa territorial entre quadrilhas rivais que tem levado medo a moradores. De acordo com a organização não governamental Instituto Fogo Cruzado, somente no mês de julho, a Região Metropolitana do Rio registrou ao menos 34 tiroteios motivados por conflitos entre facções criminosas e milícias. O número é o maior registrado no ano e dobrou em relação a junho. No Complexo do Chapadão, também na Zona Norte, policiais realizaram a retirada de barricadas. O conjunto de favelas fica perto de vias expressas e serve de base para quadrilhas de roubo de carga. Na Vila Vintém, na Zona Oeste, dois suspeitos foram presos. Um fuzil também foi apreendido nas comunidades da Coronel e da Nova Brasília, em Niterói. 1 mil baleados A ação coordenada acontece um dia depois de a fonoaudióloga Aline de Siqueira Affonso, de 53 anos, ter sido baleada dentro de um ônibus, em Vicente de carvalho, na Zona Norte. O caso foi durante confronto entre policiais militares e criminosos. De acordo com levantamento da organização não governamental Instituto Fogo Cruzado, a fonoaudióloga foi a milésima pessoa baleada no Grande Rio em 2026. O estudo aponta que, até 12 de agosto, 537 pessoas foram mortas e 463 ficaram feridas por disparos de arma de fogo na região metropolitana. “Isso significa uma média de 30 pessoas baleadas por semana, ou quatro por dia”, destaca a ONG. Cerca de metade das vitimas (509) foi baleada durante operações policiais. O levantamento detalha que 63 pessoas foram vítimas de balas perdidas em 2026, sendo 15 mortas e 48 feridas. Para o coordenador do Fogo cruzado, Carlos Nhanga, o caso da fonoaudióloga expõe como a violência armada não se restringe aos locais de confronto. “A violência também impõe riscos a quem circula pela cidade, inclusive dentro de ônibus e outros meios de transporte”, diz.
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