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Mulher e filho de Marcinho VP são presos em operação da PF no Rio

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Mon, 19 Oct 2026 16:40:00 -0300
Mulher e filho de Marcinho VP são presos em operação da PF no Rio

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/mulher-e-filho-de-marcinho-vp-sao-presos-em-operacao-da-pf-no-rio"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>A empresária Márcia Gama Nepomuceno, mulher do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, e mãe do rapper Oruam, foi presa pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (19), na Operação Backbone.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705834&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705834&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Na ação, que visava desarticular uma estrutura ligada ao Comando Vermelho, também foi preso um outro filho do casal, Lucas dos Santos Nepomuceno.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/pf-faz-acao-para-prender-23-envolvidos-com-faccao-criminosa-no-rio">PF faz ação para prender 23 envolvidos com facção criminosa no Rio.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/preso-ha-30-anos-marcinho-vp-permanece-em-presidio-federal-fora-do-rj">Preso há 30 anos, Marcinho VP permanece em presídio federal fora do RJ.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/ministerio-publico-denuncia-marcinho-vp-mulher-e-o-filho-oruam">Ministério Público denuncia Marcinho VP, a mulher e o filho Oruam.</a></li></ul>Os dois estavam entre <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/pf-faz-acao-para-prender-23-envolvidos-com-faccao-criminosa-no-rio" target="_blank">os alvos dos 23 mandados de prisão expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes</a>. Eles foram levados para a sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro.</p> <p><strong>Até o início desta tarde, a PF tinha cumprido 20 mandados de prisão</strong>, o que inclui um contra o próprio Marcinho VP, que já cumpre pena na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/preso-ha-30-anos-marcinho-vp-permanece-em-presidio-federal-fora-do-rj" target="_blank">Em 2026, o traficante completou 30 anos de detenção</a>.</p> <p>Segundo a PF, o grupo criminoso investigado impõe o monopólio do fornecimento de internet nos conjuntos de favelas do Alemão, na Penha, e do Chapadão, que se estende aos bairros da Pavuna, Anchieta, Ricardo de Albuquerque, Costa Barros e Guadalupe, na Zona Norte do Rio.</p> <p>De acordo com as investigações, o esquema alvo da operação utiliza empresas provedoras para lavar os recursos obtidos com a atividade.</p> <h2>Defesa</h2> <p>O advogado Flávio Fernandes, que defende Márcia, disse que não teve acesso aos autos da investigação e do processo e, por isso, não podia opinar sobre a prisão.</p> <p>“O que a gente sabe é que se trata de uma investigação, acredito que não seja processo, que investiga empresas que forneceriam sinais clandestinos de TV, de internet e que essas empresas repassariam valores para familiares da minha cliente”, informou à <strong>Agência Brasil</strong>, por meio de áudio no WhatsApp, ressaltando que é advogado apenas de Márcia.</p> <p><strong>Flávio Fernandes descartou o envolvimento de Márcia Nepomuceno neste esquema</strong>.</p> <p>“Márcia não tem nenhum envolvimento com empresas deste tipo de atuação. As empresas com o nome da Márcia são todas legalizadas. Ela emite notas, está em dia com o fisco, com as obrigações na Receita Federal. Essas empresas aí, Márcia desconhece. Não tem envolvimento com qualquer tipo de empresa clandestina de fornecimento de sinal de internet”, afirmou ainda no áudio.</p> <p>A <strong>Agência Brasil </strong>não conseguiu contato com a defesa de Lucas.</p> <h2>Mandados de busca</h2> <p>Além dos 23 mandados de prisão preventiva, <strong>havia 24 mandados de busca e apreensão também expedidos pelo STF</strong>. </p> <p>Os alvos estavam na capital fluminense e nos municípios de Nova Iguaçu, São João de Meriti e Magé, na Baixada Fluminense; Teresópolis, na Região Serrana; e Maricá, na Região Metropolitana do Rio.</p> <p>“Parte dos mandados de prisão será cumprida no sistema prisional, inclusive em unidade do Sistema Penitenciário Federal”, informou a PF.<br /> <br /> De acordo com a corporação, <strong>também foi determinado o bloqueio de bens e valores em até R$ 558 milhões</strong>, alcançando 40 pessoas físicas e 42 empresas.</p> <p>A Justiça também ordenou a suspensão das atividades econômicas das pessoas jurídicas em questão, entre provedores de internet, produtoras de eventos, empresa de contabilidade e empresas de fachada que eram utilizadas pelo grupo nas práticas criminosas.</p> <p>A PF informou que a Operação Backbone se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal.</p> <p>O objetivo é “combater organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na ADPF 635”.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

A empresária Márcia Gama Nepomuceno, mulher do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, e mãe do rapper Oruam, foi presa pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (19), na Operação Backbone. Na ação, que visava desarticular uma estrutura ligada ao Comando Vermelho, também foi preso um outro filho do casal, Lucas dos Santos Nepomuceno. Notícias relacionadas:PF faz ação para prender 23 envolvidos com facção criminosa no Rio.Preso há 30 anos, Marcinho VP permanece em presídio federal fora do RJ.Ministério Público denuncia Marcinho VP, a mulher e o filho Oruam.Os dois estavam entre os alvos dos 23 mandados de prisão expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Eles foram levados para a sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Até o início desta tarde, a PF tinha cumprido 20 mandados de prisão, o que inclui um contra o próprio Marcinho VP, que já cumpre pena na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Em 2026, o traficante completou 30 anos de detenção. Segundo a PF, o grupo criminoso investigado impõe o monopólio do fornecimento de internet nos conjuntos de favelas do Alemão, na Penha, e do Chapadão, que se estende aos bairros da Pavuna, Anchieta, Ricardo de Albuquerque, Costa Barros e Guadalupe, na Zona Norte do Rio. De acordo com as investigações, o esquema alvo da operação utiliza empresas provedoras para lavar os recursos obtidos com a atividade. Defesa O advogado Flávio Fernandes, que defende Márcia, disse que não teve acesso aos autos da investigação e do processo e, por isso, não podia opinar sobre a prisão. “O que a gente sabe é que se trata de uma investigação, acredito que não seja processo, que investiga empresas que forneceriam sinais clandestinos de TV, de internet e que essas empresas repassariam valores para familiares da minha cliente”, informou à Agência Brasil, por meio de áudio no WhatsApp, ressaltando que é advogado apenas de Márcia. Flávio Fernandes descartou o envolvimento de Márcia Nepomuceno neste esquema. “Márcia não tem nenhum envolvimento com empresas deste tipo de atuação. As empresas com o nome da Márcia são todas legalizadas. Ela emite notas, está em dia com o fisco, com as obrigações na Receita Federal. Essas empresas aí, Márcia desconhece. Não tem envolvimento com qualquer tipo de empresa clandestina de fornecimento de sinal de internet”, afirmou ainda no áudio. A Agência Brasil não conseguiu contato com a defesa de Lucas. Mandados de busca Além dos 23 mandados de prisão preventiva, havia 24 mandados de busca e apreensão também expedidos pelo STF. Os alvos estavam na capital fluminense e nos municípios de Nova Iguaçu, São João de Meriti e Magé, na Baixada Fluminense; Teresópolis, na Região Serrana; e Maricá, na Região Metropolitana do Rio. “Parte dos mandados de prisão será cumprida no sistema prisional, inclusive em unidade do Sistema Penitenciário Federal”, informou a PF. De acordo com a corporação, também foi determinado o bloqueio de bens e valores em até R$ 558 milhões, alcançando 40 pessoas físicas e 42 empresas. A Justiça também ordenou a suspensão das atividades econômicas das pessoas jurídicas em questão, entre provedores de internet, produtoras de eventos, empresa de contabilidade e empresas de fachada que eram utilizadas pelo grupo nas práticas criminosas. A PF informou que a Operação Backbone se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal. O objetivo é “combater organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na ADPF 635”.

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