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Cirurgias plásticas de mama no SUS crescem mais de 50% em dez anos

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Fri, 07 Aug 2026 13:29:00 -0300
Cirurgias plásticas de mama no SUS crescem mais de 50% em dez anos

Why This Matters

Key context: <p><strong>O volume de cirurgias plásticas mamárias feitas no <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" target="_blank">Sistema Único de Saúde (SUS)</a> cresceu 54,3% entre 2016 e 2025, passando de 9 mil para 14.213.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699041&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699041&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Em 2020, ápice da crise sanitária causada pela <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/covid-19" target="_blank">covid-19</a>, foram contabilizadas apenas 4.547 operações de mama, a metade do que vinha sendo praticado rotineiramente.</p> <p><strong>Os números fazem parte de um levantamento divulgado pela <a href="https://sbcp-rj.org.br/" target="_blank">Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - Regional Rio de Janeiro (SBCP-RJ)</a>, durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica. O cálculo inclui procedimentos indicados para reconstrução da mama e o tratamento de diferentes alterações na estrutura da mama.</strong></p> <p><strong>O levantamento mostra que, em dez anos, o SUS aprovou 90.648 cirurgias plásticas mamárias. Os estados com maior registro desse tipo de intervenção foram:</strong></p> <ol> <li>São Paulo - 30.265 operações;</li> <li>Minas Gerais - 9.836;</li> <li>Rio de Janeiro - 9.115;</li> <li>Rio Grande do Sul - 6 mil;</li> <li>Bahia - 5.731.</li> </ol> <p><strong>Do total de registros analisados, 74.619 correspondem à plástica mamária feminina não estética, responsável por 82,3% das internações. </strong></p> <p>O grupo inclui cirurgias com indicação médica para corrigir deformidades congênitas, assimetrias importantes, hipertrofia mamária associada a dores e limitações físicas e sequelas provocadas por doenças ou tratamentos.</p> <p>Os dados mostram ainda 12.600 internações para reconstrução mamária pós-mastectomia, com implante de prótese, além de 3.429 internações relacionadas à reconstrução mamária pós-mastectomia total.</p> <h2>Concentração no Sudeste</h2> <p>Estados do Sudeste responderam por 50.848 internações, o equivalente a 56,1% de todos os procedimentos mamários não estéticos e reconstrutivos feitos pelo SUS entre 2016 e 2025.</p> <p>Sozinho, o estado de São Paulo concentrou um terço dos registros nacionais. Minas Gerais e Rio de Janeiro aparecem na sequência. Entre as demais regiões, o Sul somou 9.098 internações; o Nordeste, 15.985; o Centro-Oeste, 5.695; e o Norte, 3.022.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

O volume de cirurgias plásticas mamárias feitas no Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 54,3% entre 2016 e 2025, passando de 9 mil para 14.213. Em 2020, ápice da crise sanitária causada pela covid-19, foram contabilizadas apenas 4.547 operações de mama, a metade do que vinha sendo praticado rotineiramente. Os números fazem parte de um levantamento divulgado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - Regional Rio de Janeiro (SBCP-RJ), durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica. O cálculo inclui procedimentos indicados para reconstrução da mama e o tratamento de diferentes alterações na estrutura da mama. O levantamento mostra que, em dez anos, o SUS aprovou 90.648 cirurgias plásticas mamárias. Os estados com maior registro desse tipo de intervenção foram: São Paulo - 30.265 operações; Minas Gerais - 9.836; Rio de Janeiro - 9.115; Rio Grande do Sul - 6 mil; Bahia - 5.731. Do total de registros analisados, 74.619 correspondem à plástica mamária feminina não estética, responsável por 82,3% das internações. O grupo inclui cirurgias com indicação médica para corrigir deformidades congênitas, assimetrias importantes, hipertrofia mamária associada a dores e limitações físicas e sequelas provocadas por doenças ou tratamentos. Os dados mostram ainda 12.600 internações para reconstrução mamária pós-mastectomia, com implante de prótese, além de 3.429 internações relacionadas à reconstrução mamária pós-mastectomia total. Concentração no Sudeste Estados do Sudeste responderam por 50.848 internações, o equivalente a 56,1% de todos os procedimentos mamários não estéticos e reconstrutivos feitos pelo SUS entre 2016 e 2025. Sozinho, o estado de São Paulo concentrou um terço dos registros nacionais. Minas Gerais e Rio de Janeiro aparecem na sequência. Entre as demais regiões, o Sul somou 9.098 internações; o Nordeste, 15.985; o Centro-Oeste, 5.695; e o Norte, 3.022.

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