Em 11 estados, desemprego está abaixo da média do país; veja quais
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-11-estados-desemprego-esta-abaixo-da-media-do-pais-veja-quais"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>Das 27 unidades da federação do país, 11 terminaram o segundo trimestre de 2026 com taxa de desemprego abaixo da média nacional, de 5,4%. <strong>Em cinco deles, o índice sequer chega a 3%.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699647&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699647&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2421/pnact_2026_2tri.pdf" target="_blank">Os dados</a> fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na manhã desta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/desemprego-no-2o-trimestre-e-54-o-menor-ja-registrado-no-periodo">Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/desemprego-entre-mulheres-negras-jovens-chega-a-247-aponta-estudo">Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo">Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período.</a></li></ul><strong>Veja quais estados atingiram nível de desemprego abaixo da média nacional:</strong></p> <p>Santa Catarina: 2,1%</p> <p>Mato Grosso: 2,2%</p> <p>Espírito Santo: 2,3%</p> <p>Rondônia: 2,6%</p> <p>Mato Grosso do Sul: 2,7%</p> <p>Paraná: 3,1%</p> <p>Minas Gerais: 3,8%</p> <p>Goiás: 4,0%</p> <p>Tocantins: 4,1%</p> <p>Rio Grande do Sul: 4,2%</p> <p>Roraima: 5,0%</p> <p>Média Brasil: 5,4%</p> <p>Paraíba: 5,4%</p> <p>São Paulo: 5,4%</p> <p>Rio Grande do Norte: 5,6%</p> <p>Maranhão: 6,0%</p> <p>Pará: 6,2%</p> <p>Distrito Federal: 6,5%</p> <p>Acre: 6,6%</p> <p>Ceará: 6,6%</p> <p>Rio de Janeiro: 7,1%</p> <p>Amazonas: 7,5%</p> <p>Alagoas: 7,9%</p> <p>Sergipe: 7,9%</p> <p>Piauí: 8,3%</p> <p>Pernambuco: 8,3%</p> <p>Bahia: 9,1%</p> <p>Amapá: 9,8%</p> <p>O analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a diferença entre os estados é proporcionada por fatores ligados aos níveis de industrialização, evolução da atividade econômica e de instrução da população.</p> <blockquote> <p>"Santa Catarina e a região Sul como um todo apresentam níveis muito mais fortes que os estados do Norte e Nordeste", assinala.</p> </blockquote> <p>Na média nacional, a taxa de 5,4% no segundo trimestre representa recuo em relação aos 6,1% do primeiro trimestre.</p> <p><strong>Já entre as unidades da federação, o desemprego diminuiu em 13 localidades. As demais ficaram estáveis.</strong></p> <p>Confira os estados que reduziram o desemprego no segundo trimestre.</p> <p>Santa Catarina (-0,6 ponto percentual)</p> <p>Maranhão (-0,9 p.p.)</p> <p>Espírito Santo (-0,9 p.p.)</p> <p>Mato Grosso (-0,9 p.p.)</p> <p>Goiás (-1 p.p.)</p> <p>Rondônia ( -1 p.p.)</p> <p>Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.)</p> <p>Minas Gerais (-1,2 p.p.)</p> <p>Alagoas (-1,3 p.p)</p> <p>Tocantins (-1,5 p.p.)</p> <p>Acre (-1,6 p.p.)</p> <p>Paraíba (-1,6 p.p.)</p> <p>Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.)</p> <h2>A pesquisa</h2> <p>A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p> <p>Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p> <h2>Queda no desemprego longo</h2> <p>De acordo com a Pnad, 1,06 milhão de pessoas enfrentavam o chamado desemprego longo, isto é, pessoas que estão à procura de vagas há dois anos ou mais. Esse é o menor contingente de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em relação ao mesmo trimestre de 2025, a queda nesse contingente foi de 15,6%.</p> <h2>Negros e mulheres acima da média</h2> <p>O levantamento do segundo trimestre aponta ainda que o desemprego para homens (4,6%) ficou abaixo da média nacional, enquanto o das mulheres ficou acima (6,4%).</p> <p>Ao observar os números pela cor da pessoa, a desocupação de pretos (6,9%) e pardos (6,1%) é maior que a média; enquanto o dos brancos, abaixo (4,2%).</p> <p>A pesquisa do IBGE não utiliza o termo negro. Mas o <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12288.htm" target="_blank">Estatuto da Igualdade Racial</a> considera população negra o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas. </p> <p> </p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
Das 27 unidades da federação do país, 11 terminaram o segundo trimestre de 2026 com taxa de desemprego abaixo da média nacional, de 5,4%. Em cinco deles, o índice sequer chega a 3%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na manhã desta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Notícias relacionadas:Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período.Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo.Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período.Veja quais estados atingiram nível de desemprego abaixo da média nacional: Santa Catarina: 2,1% Mato Grosso: 2,2% Espírito Santo: 2,3% Rondônia: 2,6% Mato Grosso do Sul: 2,7% Paraná: 3,1% Minas Gerais: 3,8% Goiás: 4,0% Tocantins: 4,1% Rio Grande do Sul: 4,2% Roraima: 5,0% Média Brasil: 5,4% Paraíba: 5,4% São Paulo: 5,4% Rio Grande do Norte: 5,6% Maranhão: 6,0% Pará: 6,2% Distrito Federal: 6,5% Acre: 6,6% Ceará: 6,6% Rio de Janeiro: 7,1% Amazonas: 7,5% Alagoas: 7,9% Sergipe: 7,9% Piauí: 8,3% Pernambuco: 8,3% Bahia: 9,1% Amapá: 9,8% O analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a diferença entre os estados é proporcionada por fatores ligados aos níveis de industrialização, evolução da atividade econômica e de instrução da população. "Santa Catarina e a região Sul como um todo apresentam níveis muito mais fortes que os estados do Norte e Nordeste", assinala. Na média nacional, a taxa de 5,4% no segundo trimestre representa recuo em relação aos 6,1% do primeiro trimestre. Já entre as unidades da federação, o desemprego diminuiu em 13 localidades. As demais ficaram estáveis. Confira os estados que reduziram o desemprego no segundo trimestre. Santa Catarina (-0,6 ponto percentual) Maranhão (-0,9 p.p.) Espírito Santo (-0,9 p.p.) Mato Grosso (-0,9 p.p.) Goiás (-1 p.p.) Rondônia ( -1 p.p.) Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.) Minas Gerais (-1,2 p.p.) Alagoas (-1,3 p.p) Tocantins (-1,5 p.p.) Acre (-1,6 p.p.) Paraíba (-1,6 p.p.) Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.) A pesquisa A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal. Queda no desemprego longo De acordo com a Pnad, 1,06 milhão de pessoas enfrentavam o chamado desemprego longo, isto é, pessoas que estão à procura de vagas há dois anos ou mais. Esse é o menor contingente de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em relação ao mesmo trimestre de 2025, a queda nesse contingente foi de 15,6%. Negros e mulheres acima da média O levantamento do segundo trimestre aponta ainda que o desemprego para homens (4,6%) ficou abaixo da média nacional, enquanto o das mulheres ficou acima (6,4%). Ao observar os números pela cor da pessoa, a desocupação de pretos (6,9%) e pardos (6,1%) é maior que a média; enquanto o dos brancos, abaixo (4,2%). A pesquisa do IBGE não utiliza o termo negro. Mas o Estatuto da Igualdade Racial considera população negra o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas.
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