Dia Nacional do Orgulho Lésbico é celebrado nesta quarta-feira
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/dia-nacional-do-orgulho-lesbico-e-celebrado-nesta-quarta-feira"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>O Dia Nacional do Orgulho Lésbico é celebrado nesta quarta-feira (19)</strong>. A data foi instituída com o objetivo de combater a lesbofobia – o preconceito, a rejeição ou o ódio contra mulheres lésbicas –, a violência com base em orientação sexual e identidade de gênero e também pela luta para conquistar direitos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700100&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700100&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>A iniciativa homenageia a mobilização do dia 19 de agosto de 1983, no Ferro’s Bar, no centro de São Paulo, quando mulheres lésbicas se recusaram a aceitar a discriminação e a violência dentro de um espaço e se levantaram contra a censura e a tentativa de silenciamento no local.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-08/exposicao-em-sp-reune-fotos-de-movimentos-feministas-do-brasil">Exposição em SP reúne fotos de movimentos feministas do Brasil.</a></li></ul><strong>Neste dia, há 43 anos, a administração do espaço proibiu a venda e circulação do boletim <em>Chana com Chana</em></strong>, produzida pelo Grupo Ação Lésbica Feminista (Galf) – coletivo que existiu de 1981 a 1990.</p> <p>O chamado Levante do Ferro’s Bar tornou-se um marco da resistência lésbica brasileira por liberdade de expressão e direitos. </p> <p>Esta foi a primeira manifestação organizada por lésbicas contra a discriminação, realizada em plena ditadura militar. Elas também reivindicaram o direito civil de existir, falar, circular e se organizar.</p> <p>Entre as protagonistas da ocupação do espaço estava a ativista brasileira Rosely Roth (1959-1990 - imagem em destaque), considerada uma das pioneiras do movimento lésbico brasileiro.</p> <h2>Resistência lésbica</h2> <div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=472155:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --> <img src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/beRPxXFF1ocUx0XXcAN6QTL_efQ=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/19/chanacomchana-8-inst.jpg?itok=5dn3HkDZ" alt="Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. Capa do Jornal Chana com Chana.. Foto: Chanacomchana/Divulgação" title="Chanacomchana/Divulgação"> <noscript><img src="https://imagens.ebc.com.br/beRPxXFF1ocUx0XXcAN6QTL_efQ=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/19/chanacomchana-8-inst.jpg?itok=5dn3HkDZ" alt="Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. Capa do Jornal Chana com Chana.. Foto: Chanacomchana/Divulgação" title="Chanacomchana/Divulgação"></noscript> <!-- END scald=472155 --></div></div> <p><strong>A publicação <em>Chana com Chana</em> foi o primeiro periódico brasileiro voltado exclusivamente para o público lésbico</strong>, criado em janeiro de 1981, em São Paulo. Ao todo foram publicadas 13 edições até 1987.</p> <p><strong>O boletim da imprensa alternativa trazia em suas páginas entrevistas e textos focados em política, artes e na luta por diretos civis de lésbicas</strong>, pela visibilidade da população LGBTQIAPN+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros/travestis, queer, intersexo, assexuais, pansexuais, não-binários, o + é para outras identidades de gênero).</p> <h2>Mês da Visibilidade Lésbica</h2> <p>No Brasil, agosto é também chamado de Mês da Visibilidade Lésbica por ter duas datas de comemoração e marca um período de debates sobre direitos. Além do Dia Nacional do Orgulho Lésbico, há a celebração do Dia da Visibilidade Lésbica, em 29 de agosto.</p> <p>A data foi criada há 30 anos por ativistas brasileiras durante o 1º Seminário Nacional de Lésbicas (Senale), ocorrido em 29 de agosto de 1996, no Rio de Janeiro.</p> <h2>Símbolo do movimento lésbico</h2> <p>Em janeiro de 2003, durante o III Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, ativistas lésbicas do Brasil, da América Latina e do Caribe aprovaram a incorporação de símbolos de lésbicas na tradicional bandeira arco-íris do movimento LGBT. O objetivo é promover a visibilidade à luta deste grupo pela garantia de direitos.</p> <div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=472161:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --> <img src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/Tr04WRCva-LMtpBgPAcYKPbfJmU=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/19/whatsapp_image_2026-08-19_at_12.47.59.jpeg?itok=hthh1ngp" alt="Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. bandeira lésbica brasileira. Foto: Bandeira lésbica brasileira/ Divulgação" title="Bandeira lésbica brasileira/ Divulgação"> <noscript><img src="https://imagens.ebc.com.br/Tr04WRCva-LMtpBgPAcYKPbfJmU=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/19/whatsapp_image_2026-08-19_at_12.47.59.jpeg?itok=hthh1ngp" alt="Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. bandeira lésbica brasileira. Foto: Bandeira lésbica brasileira/ Divulgação" title="Bandeira lésbica brasileira/ Divulgação"></noscript> <!-- END scald=472161 --></div><div class="dnd-caption-wrapper"> <h6 class="meta">Bandeira com incorporação de símbolos - <strong>Bandeira lésbica brasileira/ Divulgação</strong><!--END copyright=472161--><br type="_moz" /> </h6> </div></div> <p>A representatividade lésbica na bandeira é marcada por:</p> <ul> <li>duplo espelho de Vênus: representa a atração e a união entre mulheres;</li> <li>lábris (machado de dois gumes/dupla lâmina): usado por amazonas e simboliza a força e a independência das mulheres;</li> <li>triângulo preto: tatuado nas prisioneiras lésbicas, pelos nazistas, nos campos de concentração;</li> </ul> <h2>Como denunciar</h2> <p><strong>Caso de discriminação, violências e outros desrespeitos aos diretos de pessoas LGBTQIAPN+ devem ser denunciados no Disque Direitos Humanos, o Disque 100.</strong></p> <p><strong>O serviço do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) funciona diariamente, 24 horas, por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. </strong>O atendimento é imediato e é garantido o sigilo de quem liga.</p> <p>As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel. Basta discar o número 100. </p> <p>Também é possível utilizar o Disque 100 por meio do Telegram, basta digitar “Direitoshumanosbrasil”, na busca do aplicativo.</p> <p>Qualquer cidadão pode reportar algum fato relacionado a violações de direitos humanos, da qual seja vítima ou tenha conhecimento.</p> <p>As denúncias de violações de direitos humanos são registradas e analisadas pela equipe do Disque 100 e, posteriormente, encaminhadas aos órgãos competentes (de proteção, defesa e responsabilização em direitos humanos). </p> <p>Em situações de emergência, a Polícia militar local poderá ser acionada pelo telefone 190.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O Dia Nacional do Orgulho Lésbico é celebrado nesta quarta-feira (19). A data foi instituída com o objetivo de combater a lesbofobia – o preconceito, a rejeição ou o ódio contra mulheres lésbicas –, a violência com base em orientação sexual e identidade de gênero e também pela luta para conquistar direitos. A iniciativa homenageia a mobilização do dia 19 de agosto de 1983, no Ferro’s Bar, no centro de São Paulo, quando mulheres lésbicas se recusaram a aceitar a discriminação e a violência dentro de um espaço e se levantaram contra a censura e a tentativa de silenciamento no local. Notícias relacionadas:Exposição em SP reúne fotos de movimentos feministas do Brasil.Neste dia, há 43 anos, a administração do espaço proibiu a venda e circulação do boletim Chana com Chana, produzida pelo Grupo Ação Lésbica Feminista (Galf) – coletivo que existiu de 1981 a 1990. O chamado Levante do Ferro’s Bar tornou-se um marco da resistência lésbica brasileira por liberdade de expressão e direitos. Esta foi a primeira manifestação organizada por lésbicas contra a discriminação, realizada em plena ditadura militar. Elas também reivindicaram o direito civil de existir, falar, circular e se organizar. Entre as protagonistas da ocupação do espaço estava a ativista brasileira Rosely Roth (1959-1990 - imagem em destaque), considerada uma das pioneiras do movimento lésbico brasileiro. Resistência lésbica A publicação Chana com Chana foi o primeiro periódico brasileiro voltado exclusivamente para o público lésbico, criado em janeiro de 1981, em São Paulo. Ao todo foram publicadas 13 edições até 1987. O boletim da imprensa alternativa trazia em suas páginas entrevistas e textos focados em política, artes e na luta por diretos civis de lésbicas, pela visibilidade da população LGBTQIAPN+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros/travestis, queer, intersexo, assexuais, pansexuais, não-binários, o + é para outras identidades de gênero). Mês da Visibilidade Lésbica No Brasil, agosto é também chamado de Mês da Visibilidade Lésbica por ter duas datas de comemoração e marca um período de debates sobre direitos. Além do Dia Nacional do Orgulho Lésbico, há a celebração do Dia da Visibilidade Lésbica, em 29 de agosto. A data foi criada há 30 anos por ativistas brasileiras durante o 1º Seminário Nacional de Lésbicas (Senale), ocorrido em 29 de agosto de 1996, no Rio de Janeiro. Símbolo do movimento lésbico Em janeiro de 2003, durante o III Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, ativistas lésbicas do Brasil, da América Latina e do Caribe aprovaram a incorporação de símbolos de lésbicas na tradicional bandeira arco-íris do movimento LGBT. O objetivo é promover a visibilidade à luta deste grupo pela garantia de direitos. Bandeira com incorporação de símbolos - Bandeira lésbica brasileira/ Divulgação A representatividade lésbica na bandeira é marcada por: duplo espelho de Vênus: representa a atração e a união entre mulheres; lábris (machado de dois gumes/dupla lâmina): usado por amazonas e simboliza a força e a independência das mulheres; triângulo preto: tatuado nas prisioneiras lésbicas, pelos nazistas, nos campos de concentração; Como denunciar Caso de discriminação, violências e outros desrespeitos aos diretos de pessoas LGBTQIAPN+ devem ser denunciados no Disque Direitos Humanos, o Disque 100. O serviço do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) funciona diariamente, 24 horas, por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. O atendimento é imediato e é garantido o sigilo de quem liga. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel. Basta discar o número 100. Também é possível utilizar o Disque 100 por meio do Telegram, basta digitar “Direitoshumanosbrasil”, na busca do aplicativo. Qualquer cidadão pode reportar algum fato relacionado a violações de direitos humanos, da qual seja vítima ou tenha conhecimento. As denúncias de violações de direitos humanos são registradas e analisadas pela equipe do Disque 100 e, posteriormente, encaminhadas aos órgãos competentes (de proteção, defesa e responsabilização em direitos humanos). Em situações de emergência, a Polícia militar local poderá ser acionada pelo telefone 190.
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