Eleitor sem biometria pode votar no segundo turno das eleições
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/eleitor-sem-biometria-pode-votar-no-segundo-turno-das-eleicoes"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O cadastro biométrico na Justiça Eleitoral não é obrigatório para o exercício do voto. <strong>O eleitor que não tiver a biometria cadastrada ou tiver problemas no reconhecimento da biometria dentro da seção eleitoral, poderá votar também no segundo turno das eleições, </strong>marcado para o próximo domingo (25) de outubro.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705704&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705704&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>A coleta da biometria foi feita até dia 6 de maio, quando o cadastro eleitoral foi fechado. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), <strong>cerca de 10,99% do eleitorado brasileiro ainda não tem biometria cadastrada por diferentes razões.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/eleicoes-mais-de-4-mil-secoes-tiveram-locais-alterados-confira">Eleições: mais de 4 mil seções tiveram locais alterados; confira.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/eleicoes-quem-nao-votou-no-primeiro-turno-pode-participar-do-segundo">Eleições: quem não votou no primeiro turno pode participar do segundo.</a></li></ul><strong>Vale destacar que a identificação biométrica não é adotada nas seções eleitorais instaladas fora do Brasil.</strong></p> <h2>Para que serve</h2> <p>Todas as seções eleitorais do Brasil contam com leitores biométricos integrados às urnas eletrônicas.</p> <p>Ter a biometria cadastrada facilita a identificação do eleitor na hora da votação. Para os eleitores que têm biometria cadastrada, a identificação é feita antes da liberação do voto, por meio da impressão digital. </p> <h2>Identificação do eleitor</h2> <p>Se a pessoa tiver as digitais coletadas no cadastro biométrico, o sistema eletrônico poderá realizar até quatro tentativas de validação.</p> <p>Se a identificação não for confirmada nas quatro tentativas, o mesário perguntará a data de nascimento do eleitor para garantir o exercício do voto.</p> <p>Caso o eleitor não tenha o cadastro biométrico, a confirmação da identidade do eleitor é feita com um documento oficial com foto, como a Carteira de Identidade Nacional ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</p> <h2>Coleta e segurança da biometria</h2> <p>A biometria é o conjunto de dados físicos utilizados para identificar cada eleitor de forma única.</p> <p>Na Justiça Eleitoral, o procedimento inclui a captura e armazenamento das impressões digitais, da assinatura do cidadão e da fotografia digital. O antigo título de eleitor não trazia a foto do cidadão.</p> <p><strong>Além de dar mais segurança ao processo eleitoral, a biometria contribui para a detecção de possíveis duplicidades cadastrais</strong>, padroniza o atendimento prestado aos eleitores e torna diversos procedimentos mais ágeis e eficientes, diz o TSE.</p> <p><strong>Habitualmente, a biometria é captada no momento do alistamento eleitoral em todos os municípios brasileiros</strong>, com exceção dos eleitores que se cadastram no exterior, e pelo eleitor antigo que precisa atualizar algum dado pessoal.</p> <p>A biometria é obrigatória para realizar qualquer operação eleitoral, como o tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral para outra cidade ou revisar dados pessoais (mudar o nome ou o estado civil, por exemplo).</p> <p><strong>Os dados biométricos também integram a base da Identificação Civil Nacional (ICN), programa que busca unificar e fortalecer a identificação dos cidadãos em suas relações com o Estado</strong></p> <p> </p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O cadastro biométrico na Justiça Eleitoral não é obrigatório para o exercício do voto. O eleitor que não tiver a biometria cadastrada ou tiver problemas no reconhecimento da biometria dentro da seção eleitoral, poderá votar também no segundo turno das eleições, marcado para o próximo domingo (25) de outubro. A coleta da biometria foi feita até dia 6 de maio, quando o cadastro eleitoral foi fechado. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 10,99% do eleitorado brasileiro ainda não tem biometria cadastrada por diferentes razões. Notícias relacionadas:Eleições: mais de 4 mil seções tiveram locais alterados; confira.Eleições: quem não votou no primeiro turno pode participar do segundo.Vale destacar que a identificação biométrica não é adotada nas seções eleitorais instaladas fora do Brasil. Para que serve Todas as seções eleitorais do Brasil contam com leitores biométricos integrados às urnas eletrônicas. Ter a biometria cadastrada facilita a identificação do eleitor na hora da votação. Para os eleitores que têm biometria cadastrada, a identificação é feita antes da liberação do voto, por meio da impressão digital. Identificação do eleitor Se a pessoa tiver as digitais coletadas no cadastro biométrico, o sistema eletrônico poderá realizar até quatro tentativas de validação. Se a identificação não for confirmada nas quatro tentativas, o mesário perguntará a data de nascimento do eleitor para garantir o exercício do voto. Caso o eleitor não tenha o cadastro biométrico, a confirmação da identidade do eleitor é feita com um documento oficial com foto, como a Carteira de Identidade Nacional ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Coleta e segurança da biometria A biometria é o conjunto de dados físicos utilizados para identificar cada eleitor de forma única. Na Justiça Eleitoral, o procedimento inclui a captura e armazenamento das impressões digitais, da assinatura do cidadão e da fotografia digital. O antigo título de eleitor não trazia a foto do cidadão. Além de dar mais segurança ao processo eleitoral, a biometria contribui para a detecção de possíveis duplicidades cadastrais, padroniza o atendimento prestado aos eleitores e torna diversos procedimentos mais ágeis e eficientes, diz o TSE. Habitualmente, a biometria é captada no momento do alistamento eleitoral em todos os municípios brasileiros, com exceção dos eleitores que se cadastram no exterior, e pelo eleitor antigo que precisa atualizar algum dado pessoal. A biometria é obrigatória para realizar qualquer operação eleitoral, como o tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral para outra cidade ou revisar dados pessoais (mudar o nome ou o estado civil, por exemplo). Os dados biométricos também integram a base da Identificação Civil Nacional (ICN), programa que busca unificar e fortalecer a identificação dos cidadãos em suas relações com o Estado
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