Vereadora do PT é atacada durante carreata em Montes Claros
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/vereadora-do-pt-e-atacada-durante-carreata-em-montes-claros"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>A disputa acirrada deste segundo turno tem sido acompanhada por episódios de violência política contra candidatos, militantes, agentes públicos e cidadãos. <img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1706643&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1706643&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Em Montes Claros (MG), a <a href="https://www.instagram.com/iarapimentel13/" target="_blank">vereadora Iara Pimentel (PT)</a> foi atingida no rosto por um objeto durante ato político realizado na noite de ontem e teve de deixar o local em uma ambulância do Samu. Segundo o relato, o carro de som em que estava foi alvo de garrafas, tijolos e outros objetos.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/presidente-lula-vota-no-2o-turno-em-sao-bernardo-do-campo-sp">Lula vota e enaltece mobilização popular: "nunca vi nada igual".</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/em-brasilia-atos-por-lula-e-flavio-ficam-2-km-de-distancia">Em Brasília, atos por Lula e Flávio ficam a 2 km de distância.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/aumentam-agressoes-politicas-em-mes-de-luta-contra-violencia-mulher">Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher.</a></li></ul>A vereadora afirmou que a agressão é incompatível com a democracia, defendeu a liberdade de manifestação política e cobrou “investigação rigorosa, apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos”. Também afirmou que a violência política não pode ser naturalizada e que nenhuma divergência justifica agressões.</p> <p>“Pensar diferente é um direito. A violência política é uma ameaça à democracia. Nenhuma divergência pode justificar agressões ou colocar vidas em risco”, argumentou.</p> <p>O episódio de Montes Claros foi citado também pela deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG), que classificou a agressão sofrida por Iara Pimentel como “inadmissível”. Ela afirmou que “a democracia não combina com pedras, ameaças e agressões” e manifestou solidariedade à vereadora e às demais pessoas feridas, <a href="https://www.instagram.com/p/De6ncJoO3bu/" target="_blank">defendendo a responsabilização dos autores</a>.</p> <p>A parlamentar já havia denunciado ser alvo de violência política, a ponto de ter de desativar sua conta no X após <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/ana-elisa-desativa-conta-no-x-apos-sofrer-ameacas-de-morte" target="_blank">sucessivas ameaças de morte e estupro</a>.</p> <p>Ana Elisa afirmou que recebia ataques "a cada dois minutos", declarou estar "totalmente vulnerável" e informou ter levado o caso à Polícia Civil de Minas Gerais. As mensagens continham conteúdos racistas, misóginos e de violência sexual.</p> <p>Diante das ameaças sofridas, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/apos-ameacas-de-morte-deputada-eleita-ana-elisa-recebera-protecao" target="_blank">deputada eleita foi incluída no Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais</a>.</p> <p>Após votar em São Bernardo do Campo (SP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou episódios de violência registrados durante a campanha e defendeu a convivência democrática entre pessoas com opiniões políticas, religiosas e visões de mundo diferentes.</p> <p>O presidente afirmou que divergências políticas não podem resultar em agressões. “A coisa mais sagrada na democracia é a convivência democrática na diversidade”, disse o presidente, citando o caso da vereadora mineira.</p> <p>“Os vizinhos não precisam torcer para o mesmo time, mas não precisam brigar. Os vizinhos não precisam ter o mesmo candidato, mas também não precisam brigar. Não precisam gostar da mesma religião, mas também não precisam brigar. Se cada um aprender a respeitar o direito dos outros, a fé dos outros, o time dos outros e o partido dos outros, a gente exerce a democracia na sua plenitude”, acrescentou.</p> <h2>Ameaças a servidores da Justiça Eleitoral</h2> <p>Há também relatos de ameaças contra servidores da Justiça Eleitoral. A Federação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe) divulgou nota de repúdio às intimidações que vêm sendo feitas desde o primeiro turno das eleições. Diante da situação, tem cobrado a responsabilização dos envolvidos.</p> <p>A União Brasileira de Mulheres do Distrito Federal (UBM-DF) denunciou, na véspera do segundo turno, agressão contra sua presidenta, Maria das Neves Filha, e contra a presidenta da Mocidade do Gama, Edilamar Melo.</p> <p>O <a href="https://www.instagram.com/reels/De2RzvQCkVZ/" target="_blank">caso ocorreu durante uma atividade de panfletagem</a> em frente ao CEMI-Gama e foi registrado em vídeo. Segundo a entidade, o homem identificado é policial militar aposentado e teria arremessado uma mesa e derrubado materiais da atividade.</p> <p>A UBM-DF informou ter registrado boletim de ocorrência, anunciado medidas judiciais e divulgado vídeo do episódio. Na nota, a entidade afirma que “não podemos naturalizar a barbárie e a violência contra mulheres” e caracteriza o caso como violência política de gênero.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
A disputa acirrada deste segundo turno tem sido acompanhada por episódios de violência política contra candidatos, militantes, agentes públicos e cidadãos. Em Montes Claros (MG), a vereadora Iara Pimentel (PT) foi atingida no rosto por um objeto durante ato político realizado na noite de ontem e teve de deixar o local em uma ambulância do Samu. Segundo o relato, o carro de som em que estava foi alvo de garrafas, tijolos e outros objetos. Notícias relacionadas:Lula vota e enaltece mobilização popular: "nunca vi nada igual".Em Brasília, atos por Lula e Flávio ficam a 2 km de distância.Aumentam agressões políticas em mês de luta contra violência à mulher.A vereadora afirmou que a agressão é incompatível com a democracia, defendeu a liberdade de manifestação política e cobrou “investigação rigorosa, apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos”. Também afirmou que a violência política não pode ser naturalizada e que nenhuma divergência justifica agressões. “Pensar diferente é um direito. A violência política é uma ameaça à democracia. Nenhuma divergência pode justificar agressões ou colocar vidas em risco”, argumentou. O episódio de Montes Claros foi citado também pela deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG), que classificou a agressão sofrida por Iara Pimentel como “inadmissível”. Ela afirmou que “a democracia não combina com pedras, ameaças e agressões” e manifestou solidariedade à vereadora e às demais pessoas feridas, defendendo a responsabilização dos autores. A parlamentar já havia denunciado ser alvo de violência política, a ponto de ter de desativar sua conta no X após sucessivas ameaças de morte e estupro. Ana Elisa afirmou que recebia ataques "a cada dois minutos", declarou estar "totalmente vulnerável" e informou ter levado o caso à Polícia Civil de Minas Gerais. As mensagens continham conteúdos racistas, misóginos e de violência sexual. Diante das ameaças sofridas, a deputada eleita foi incluída no Programa Estadual de Proteção de Minas Gerais. Após votar em São Bernardo do Campo (SP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva citou episódios de violência registrados durante a campanha e defendeu a convivência democrática entre pessoas com opiniões políticas, religiosas e visões de mundo diferentes. O presidente afirmou que divergências políticas não podem resultar em agressões. “A coisa mais sagrada na democracia é a convivência democrática na diversidade”, disse o presidente, citando o caso da vereadora mineira. “Os vizinhos não precisam torcer para o mesmo time, mas não precisam brigar. Os vizinhos não precisam ter o mesmo candidato, mas também não precisam brigar. Não precisam gostar da mesma religião, mas também não precisam brigar. Se cada um aprender a respeitar o direito dos outros, a fé dos outros, o time dos outros e o partido dos outros, a gente exerce a democracia na sua plenitude”, acrescentou. Ameaças a servidores da Justiça Eleitoral Há também relatos de ameaças contra servidores da Justiça Eleitoral. A Federação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe) divulgou nota de repúdio às intimidações que vêm sendo feitas desde o primeiro turno das eleições. Diante da situação, tem cobrado a responsabilização dos envolvidos. A União Brasileira de Mulheres do Distrito Federal (UBM-DF) denunciou, na véspera do segundo turno, agressão contra sua presidenta, Maria das Neves Filha, e contra a presidenta da Mocidade do Gama, Edilamar Melo. O caso ocorreu durante uma atividade de panfletagem em frente ao CEMI-Gama e foi registrado em vídeo. Segundo a entidade, o homem identificado é policial militar aposentado e teria arremessado uma mesa e derrubado materiais da atividade. A UBM-DF informou ter registrado boletim de ocorrência, anunciado medidas judiciais e divulgado vídeo do episódio. Na nota, a entidade afirma que “não podemos naturalizar a barbárie e a violência contra mulheres” e caracteriza o caso como violência política de gênero.
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