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Na 17ª edição, Festival de Cinema Francês forma olhares no Brasil

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 29 Oct 2026 14:03:00 -0300
Na 17ª edição, Festival de Cinema Francês forma olhares no Brasil

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-10/na-17a-edicao-festival-de-cinema-frances-forma-olhares-no-brasil"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>Há 17 edições, o <a href="https://festivalcinefrances.com.br/2026/" target="_blank">Festival de Cinema Francês</a> aproxima culturas e amplia o acesso do público brasileiro a histórias que revelam diferentes maneiras de ver o mundo. A partir desta quinta-feira (29), a mostra exibe 21 filmes em mais de 50 cidades. A mostra vai até 11 de novembro.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1707221&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1707221&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Ao longo dessa trajetória, o festival já alcançou cerca de 2,5 milhões de espectadores e se consolidou como o principal evento nacional dedicado à cinematografia francesa. </p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-10/festival-de-cinema-valoriza-producoes-de-criancas-e-adolescentes">Festival de Cinema valoriza produções de crianças e adolescentes.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-10/mostra-internacional-de-cinema-de-sp-comeca-nesta-quinta-feira">Mostra Internacional de Cinema de SP começa nesta quinta-feira.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-10/festival-de-cinema-colombiano-comeca-nesta-quarta-em-sao-paulo">Festival de Cinema Colombiano começa nesta quarta em São Paulo.</a></li></ul><strong><a href="https://festivalcinefrances.com.br/2026/programacao/" target="_blank">&gt;&gt; Veja aqui a programação completa. &lt;&lt;</a></strong></p> <p>Neste ano, a programação ocupa aproximadamente 100 cinemas e reúne comédias, dramas, suspenses políticos, animações e documentários. Os <a href="https://www.ingresso.com/filmes/festival-de-cinema-frances-no-brasil-2026" target="_blank">valores dos ingressos</a> variam de acordo com o local de exibição.</p> <p><strong>Na curadoria desde a primeira edição, a francesa Emmanuelle Boudier vive há 22 anos no Brasil. Para ela, apresentar filmes de diferentes países é uma forma de estimular o pensamento crítico, especialmente em um cenário no qual a diversidade de perspectivas se torna cada vez mais necessária.</strong></p> <p>Segundo ela, o festival procura oferecer alternativas a uma programação frequentemente dominada pelo cinema norte-americano. </p> <blockquote> <p>“O cinema faz com que a gente abra a mente para coisas que não conhecemos.”</p> </blockquote> <p>Entre os destaques desta edição está <em>De Gaulle: A França Livre</em>, de Antonin Baudry. A obra acompanha a decisão do general Charles de Gaulle de organizar a resistência francesa depois da derrota do país diante da Alemanha nazista, em 1940. Para Emmanuelle Boudier, a escolha tem relação direta com o momento atual. </p> <blockquote> <p>“É uma mensagem de que nunca devemos desistir dos nossos ideais, da nossa liberdade, da democracia.”</p> </blockquote> <p>A programação também inclui o thriller político <strong>Júpiter</strong>, de Alexandre Smia, exibido fora de competição no Festival de Veneza de 2026. A trama acompanha um presidente recém-eleito diante de uma crise internacional que ameaça desencadear uma guerra nuclear. </p> <p>O filme será exibido no Brasil antes da estreia francesa, prevista para 18 de novembro. </p> <p>A curadora explica que a seleção deste ano procurou equilibrar filmes mais densos com produções leves, capazes de oferecer momentos de diversão.<br />  </p> <div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=478427:cheio_8colunas --> <img src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/jH4zIDVzYi1scgfAqnI4yBbVMq0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/10/29/dg1_photogramme_tiff-16bits_4096x1716_ec_rec709g24_00192762.jpg?itok=4rAq-ZTN" alt="FESTIVAL DE CINEMA FRANCÊS CHEGA À 17ª EDIÇÃO FORMANDO OLHARES EM TODO O BRASIL, Foto: Divulgação festival." title="Divulgação festival."> <noscript><img src="https://imagens.ebc.com.br/jH4zIDVzYi1scgfAqnI4yBbVMq0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/10/29/dg1_photogramme_tiff-16bits_4096x1716_ec_rec709g24_00192762.jpg?itok=4rAq-ZTN" alt="FESTIVAL DE CINEMA FRANCÊS CHEGA À 17ª EDIÇÃO FORMANDO OLHARES EM TODO O BRASIL, Foto: Divulgação festival." title="Divulgação festival."></noscript> <!-- END scald=478427 --></div><div class="dnd-caption-wrapper"> <div class="meta"> Festival traz comédias, dramas, suspenses políticos, animações e documentários - <strong>Divulgação festival.</strong><!--END copyright=478427--></div> </div></div> <h2>Humor</h2> <p>Um dos destaques é <em>O Beijo Elétrico</em> (<em>La Vénus électrique</em>), de Pierre Salvadori, comédia romântica ambientada em Paris, em 1928, que abriu o Festival de Cannes de 2026. </p> <p>O filme acompanha Antoine Balestro, um pintor que perde a inspiração após a morte da esposa e tenta entrar em contato com ela por meio de uma vidente. O que ele não sabe é que a mulher participa de uma farsa para ajudá-lo a recuperar a criatividade.</p> <p>Outra comédia é <em>Bem-vindos à La Comédie-Française</em>, de Martin Darondeau e Bertrand Usclat. A história acompanha Nina, uma diretora que está prestes a estrear na tradicional companhia teatral francesa, mas precisa lidar com atrasos, problemas técnicos e desentendimentos que ameaçam a apresentação. </p> <p>O longa recebeu quatro prêmios no Festival Internacional de Cinema de Comédia de l'Alpe d'Huez e superou 900 mil espectadores na França.</p> <p>Para Emmanuelle Boudier, a comédia francesa encontra boa receptividade entre os brasileiros. </p> <h2>Suspense</h2> <p>O suspense <em>O Fantasma da Ópera</em> (<em>Le Fantôme de l'Opéra</em>), de Alexandre Castagnetti, ambienta sua história nos recantos do Palais Garnier, em Paris. A trama acompanha uma jovem bailarina envolvida em uma história de amor, mistério e acontecimentos inexplicáveis.</p> <p>A seleção também traz o curta-metragem <em>Duas Pessoas Trocando Saliva</em> (<em>Deux personnes échangeant de la salive</em>), de Natalie Musteata e Alexandre Singh, vencedor do Oscar de 2026 de melhor curta-metragem em live action. </p> <p>Ambientada em uma sociedade repressiva, a história acompanha duas mulheres que se aproximam em um contexto no qual o beijo é proibido e punido com a morte.</p> <h2>Intercâmbio</h2> <p><strong>Além de apresentar filmes ao público, o festival busca fortalecer a relação entre as indústrias audiovisuais brasileira e francesa. Uma das iniciativas é o laboratório de escrita de roteiros, que promove encontros entre roteiristas dos dois países.</strong></p> <p>De acordo com Emmanuelle Boudier, a organização recebeu mais de 150 projetos este ano e selecionou 15 produções. O laboratório estimula a troca de experiências e pode abrir caminho para futuras parcerias e coproduções.</p> <p>Moradora do Rio de Janeiro há mais de duas décadas, ela diz que a experiência transformou sua própria identidade. Foi no Brasil que criou os três filhos e construiu uma relação afetiva com a cidade. “Às vezes me sinto muito carioca e também muito parisiense.”</p> <p>Para ela, viver entre culturas diferentes é uma oportunidade de conhecer outras perspectivas e ampliar a própria visão de mundo, princípio que também orienta o festival.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

Há 17 edições, o Festival de Cinema Francês aproxima culturas e amplia o acesso do público brasileiro a histórias que revelam diferentes maneiras de ver o mundo. A partir desta quinta-feira (29), a mostra exibe 21 filmes em mais de 50 cidades. A mostra vai até 11 de novembro. Ao longo dessa trajetória, o festival já alcançou cerca de 2,5 milhões de espectadores e se consolidou como o principal evento nacional dedicado à cinematografia francesa. Notícias relacionadas:Festival de Cinema valoriza produções de crianças e adolescentes.Mostra Internacional de Cinema de SP começa nesta quinta-feira.Festival de Cinema Colombiano começa nesta quarta em São Paulo.>> Veja aqui a programação completa. << Neste ano, a programação ocupa aproximadamente 100 cinemas e reúne comédias, dramas, suspenses políticos, animações e documentários. Os valores dos ingressos variam de acordo com o local de exibição. Na curadoria desde a primeira edição, a francesa Emmanuelle Boudier vive há 22 anos no Brasil. Para ela, apresentar filmes de diferentes países é uma forma de estimular o pensamento crítico, especialmente em um cenário no qual a diversidade de perspectivas se torna cada vez mais necessária. Segundo ela, o festival procura oferecer alternativas a uma programação frequentemente dominada pelo cinema norte-americano. “O cinema faz com que a gente abra a mente para coisas que não conhecemos.” Entre os destaques desta edição está De Gaulle: A França Livre, de Antonin Baudry. A obra acompanha a decisão do general Charles de Gaulle de organizar a resistência francesa depois da derrota do país diante da Alemanha nazista, em 1940. Para Emmanuelle Boudier, a escolha tem relação direta com o momento atual. “É uma mensagem de que nunca devemos desistir dos nossos ideais, da nossa liberdade, da democracia.” A programação também inclui o thriller político Júpiter, de Alexandre Smia, exibido fora de competição no Festival de Veneza de 2026. A trama acompanha um presidente recém-eleito diante de uma crise internacional que ameaça desencadear uma guerra nuclear. O filme será exibido no Brasil antes da estreia francesa, prevista para 18 de novembro. A curadora explica que a seleção deste ano procurou equilibrar filmes mais densos com produções leves, capazes de oferecer momentos de diversão. Festival traz comédias, dramas, suspenses políticos, animações e documentários - Divulgação festival. Humor Um dos destaques é O Beijo Elétrico (La Vénus électrique), de Pierre Salvadori, comédia romântica ambientada em Paris, em 1928, que abriu o Festival de Cannes de 2026. O filme acompanha Antoine Balestro, um pintor que perde a inspiração após a morte da esposa e tenta entrar em contato com ela por meio de uma vidente. O que ele não sabe é que a mulher participa de uma farsa para ajudá-lo a recuperar a criatividade. Outra comédia é Bem-vindos à La Comédie-Française, de Martin Darondeau e Bertrand Usclat. A história acompanha Nina, uma diretora que está prestes a estrear na tradicional companhia teatral francesa, mas precisa lidar com atrasos, problemas técnicos e desentendimentos que ameaçam a apresentação. O longa recebeu quatro prêmios no Festival Internacional de Cinema de Comédia de l'Alpe d'Huez e superou 900 mil espectadores na França. Para Emmanuelle Boudier, a comédia francesa encontra boa receptividade entre os brasileiros. Suspense O suspense O Fantasma da Ópera (Le Fantôme de l'Opéra), de Alexandre Castagnetti, ambienta sua história nos recantos do Palais Garnier, em Paris. A trama acompanha uma jovem bailarina envolvida em uma história de amor, mistério e acontecimentos inexplicáveis. A seleção também traz o curta-metragem Duas Pessoas Trocando Saliva (Deux personnes échangeant de la salive), de Natalie Musteata e Alexandre Singh, vencedor do Oscar de 2026 de melhor curta-metragem em live action. Ambientada em uma sociedade repressiva, a história acompanha duas mulheres que se aproximam em um contexto no qual o beijo é proibido e punido com a morte. Intercâmbio Além de apresentar filmes ao público, o festival busca fortalecer a relação entre as indústrias audiovisuais brasileira e francesa. Uma das iniciativas é o laboratório de escrita de roteiros, que promove encontros entre roteiristas dos dois países. De acordo com Emmanuelle Boudier, a organização recebeu mais de 150 projetos este ano e selecionou 15 produções. O laboratório estimula a troca de experiências e pode abrir caminho para futuras parcerias e coproduções. Moradora do Rio de Janeiro há mais de duas décadas, ela diz que a experiência transformou sua própria identidade. Foi no Brasil que criou os três filhos e construiu uma relação afetiva com a cidade. “Às vezes me sinto muito carioca e também muito parisiense.” Para ela, viver entre culturas diferentes é uma oportunidade de conhecer outras perspectivas e ampliar a própria visão de mundo, princípio que também orienta o festival.

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