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TV Brasil homenageia Luiz Carlos Barreto

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 23 Jul 2026 11:58:00 -0300
TV Brasil homenageia Luiz Carlos Barreto

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/tv-brasil-homenageia-luiz-carlos-barreto"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>Em tributo ao consagrado produtor, diretor e fotógrafo de cinema Luiz Carlos Barreto, que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/luto-no-cinema-brasileiro-morre-luiz-carlos-barreto-aos-98-anos" target="_blank">morreu nesta quarta-feira (22)</a>, aos 98 anos, a <strong>TV Brasil</strong> apresenta uma entrevista exclusiva do homenageado nesta sexta (24), às 21h, na edição especial do programa <em>Cine Resenha</em>. Na sequência, às 21h30, a emissora pública exibe o clássico <em>Dona Flor e seus Dois Maridos</em> (1976). Os conteúdos estão disponíveis no app <strong>TV Brasil Play</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697312&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697312&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>O veterano da sétima arte esteve no estúdio do canal em 2023 para a gravação exibida na época para comemorar as seis décadas de atividade da produtora L.C. Barreto. O cineasta e sua esposa, a produtora Lucy Barreto, conversaram com a apresentadora Priscila Rangel sobre clássicos do Cinema Novo e <strong>revelaram histórias marcantes sobre grandes produções nacionais das telonas</strong>.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/luto-no-cinema-brasileiro-morre-luiz-carlos-barreto-aos-98-anos">Luto no cinema brasileiro: morre Luiz Carlos Barreto, aos 98 anos.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/xica-da-silva-de-caca-diegues-volta-aos-cinemas-restaurado-em-4k">Xica da Silva, de Cacá Diegues, volta aos cinemas restaurado em 4K.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2026-07/moradores-da-mare-poderao-produzir-filmes-pelo-celular-no-rio">Moradores da Maré poderão produzir filmes pelo celular no Rio.</a></li></ul>O histórico longa-metragem <em>Dona Flor e seus Dois Maridos</em> foi dirigido por Bruno Barreto, filho do produtor, e baseado na obra homônima de Jorge Amado. <strong>A trama é estrelada pela diva Sônia Braga que divide a cena com os atores José Wilker e Mauro Mendonça.</strong> </p> <div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=469620:cheio_8colunas --> <img src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/w15afUTY2K8cobsMmEepaLpDQYk=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/07/23/dona-flor-e-seus-dois-maridos-01-credito-divulgacao-tv-brasil.jpg?itok=VhhIM1bw" alt="Divulgação / TV Brasil Cena do filme "Dona Flor e seus Dois Maridos"" title="divulgação / TV Brasil"> <noscript><img src="https://imagens.ebc.com.br/w15afUTY2K8cobsMmEepaLpDQYk=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/07/23/dona-flor-e-seus-dois-maridos-01-credito-divulgacao-tv-brasil.jpg?itok=VhhIM1bw" alt="Divulgação / TV Brasil Cena do filme "Dona Flor e seus Dois Maridos"" title="divulgação / TV Brasil"></noscript> <!-- END scald=469620 --></div><div class="dnd-caption-wrapper"> <h6 class="meta"><!--copyright=469620-->Cena do filme Dona Flor e seus Dois Maridos - Foto: <strong>Divulgação / TV Brasil</strong><!--END copyright=469620--></h6> </div></div> <p>A premiada produção é uma das maiores bilheterias brasileiras de todos os tempos. Fenômeno de público no circuito, o filme foi o primeiro a superar a marca de mais de 10 milhões de espectadores nas salas do país. <strong>Com o sucesso, a película se manteve como a líder de público por mais de 30 anos.</strong> A história acompanha uma professora viúva do malandro Vadinho que se casa com um pacato farmacêutico. </p> <blockquote> <p>"Dona Flor divide o cinema brasileiro em antes e depois. Foi a prova de que o Brasil tem capacidade de produzir filmes de interesse internacional do ponto de vista artístico e comercial. Abriu o mercado americano e o europeu não só de cinema, como também de televisão", afirmou Luiz Carlos Barreto na atração da <strong>TV Brasil</strong>.</p> </blockquote> <p>Durante a entrevista, <strong>Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto recordam o primeiro contato profissional com o cinema</strong>, mencionam a participação em grandes produções nacionais, destacam a influência de grandes parceiros como Nelson Pereira dos Santos e Glauber Rocha. </p> <p>Luiz Carlos Barreto assinou a fotografia de dois clássicos do Cinema Novo: <em>Vidas Secas</em> (1963) e <em>Terra em Transe</em> (1967). Barretão e Lucy contam histórias curiosas sobre as produções de filmes como <em>Dona Flor e seus Dois Maridos</em>, <em>Bye Bye Brasil</em> e <em>O Beijo no Asfalto</em>, entre outras. </p> <p><strong>No papo, os veteranos também explicam o fascínio da família pela sétima arte.</strong> Os filhos Bruno e Fabio Barreto se tornaram importantes cineastas. <strong>A produtora L.C. Barreto é responsável por mais de 150 títulos</strong>, entre filmes de ficção, documentários e programas de televisão. </p> <p>A experiência de concorrer ao Oscar é outro destaque do programa. Eles contam sobre como foi disputar a estatueta da Academia na categoria Melhor Filme Estrangeiro com <em>O Quatrilho</em> (1995), de Fabio Barreto, e <em>O Que é Isso, Companheiro?</em> (1998), de Bruno Barreto. Os convidados ainda discutem o orçamento do cinema brasileiro. </p> <p>Com bom humor, Luiz Carlos Barreto ainda revela a origem do apelido Barretão. A alcunha foi concebida por Nelson Pereira dos Santos e o jornalista Ancelmo Gois ajudou a popularizar o nome pelo qual o querido diretor é carinhosamente chamado.</p> <p>Lucy analisa como a L.C. Barreto se mantém por tanto tempo no mercado. Também conta sobre as homenagens que a produtora recebeu em grandes festivais de cinema como Cannes. Ela destaca a importância do reconhecimento para a sétima arte nacional.</p> <p><strong>"É o valor que é dado à produção brasileira. O cinema vende a paisagem, a música, a comida, a vestimenta; enfim a cultura do país", disse.</strong> </p> <p>Luiz Carlos Barreto ainda fala sobre a perspectiva para o futuro do cinema brasileiro. Ao projetar sobre o tema, ele aborda assuntos latentes sobre o presente da indústria audiovisual e ressalta a importância de se fiscalizar a cota de tela para equalizar a concorrência entre os produtores de conteúdo. </p> <p>"A indústria do audiovisual e do cinema, além do seu fator comercial, é formadora de hábitos e costumes", pontua o diretor Barretão que ainda discute a capacidade de produção das emissoras públicas do país. </p> <p><strong>A proposta do <em>Cine Resenha</em> é trazer diretores, produtores e críticos para um bate-papo sobre um filme, que será exibido na sequência.</strong> Ao apresentar produções cinematográficas nacionais premiadas, a <strong>TV Brasil</strong> amplia o espaço para o cinema brasileiro na sua programação. </p> <p>A <strong>TV Brasil</strong> apresenta a primeira adaptação do romance de Jorge Amado <em>Dona Flor e seus Dois Maridos</em> para o audiovisual, lançado em 1976, com a atriz Sônia Braga no papel principal. O elenco ainda tem José Wilker, como Vadinho, e Mauro Mendonça, como Teodoro. </p> <div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=469621:cheio_8colunas --> <img src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/ixqD5lx3-mZD0RchZHM4fDO4YE4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/07/23/dona-flor-e-seus-dois-maridos-02-credito-divulgacao-tv-brasil.jpg?itok=9nHrDjsg" alt="Divulgação / TV Brasil Cena do filme "Dona Flor e seus Dois Maridos"" title="divulgação / TV Brasil"> <noscript><img src="https://imagens.ebc.com.br/ixqD5lx3-mZD0RchZHM4fDO4YE4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/07/23/dona-flor-e-seus-dois-maridos-02-credito-divulgacao-tv-brasil.jpg?itok=9nHrDjsg" alt="Divulgação / TV Brasil Cena do filme "Dona Flor e seus Dois Maridos"" title="divulgação / TV Brasil"></noscript> <!-- END scald=469621 --></div><div class="dnd-caption-wrapper"> <h6 class="meta"><!--copyright=469621--><strong>Cena do filme Dona Flor e seus Dois Maridos - Foto: Divulgação / TV Brasil</strong><!--END copyright=469621--></h6> </div></div> <p>O filme nacional ganhou dois Kikitos no Festival de Gramado nas categorias Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora. O longa-metragem dirigido por Bruno Barreto ainda foi indicado ao Bafta, na categoria Melhor Revelação (Sônia Braga), e ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. </p> <p>No início dos anos 1940, em Salvador, a sedutora professora Dona Flor (Sônia Braga) é casada com o mulherengo Vadinho (José Wilker) que só quer saber de farra e jogatina até altas horas nas boates da cidade. </p> <p>A vida repleta de abusos e noites em claro leva o malandro à morte precoce em um domingo de Carnaval de 1943. Viúva, Dona Flor fica inconsolável. Apesar dos inúmeros defeitos, Vadinho era um excelente amante. </p> <p>Em pouco tempo, a jovem se casa de novo, com o recatado e pacífico farmacêutico da cidade. Teodoro Madureira (Mauro Mendonça) é exatamente o oposto do primeiro marido. Dona Flor passa a ter uma vida mais estável e tranquila, porém entediante. </p> <p>Com saudades do falecido, Dona Flor acaba provocando a volta dele em espírito que só ela enxerga. De tanto "chamar" por Vadinho, um dia o fantasma do amado aparece nu para ela na cama. Seduzida pelo finado esposo, a mulher fica em dúvida sobre o que fazer com os dois maridos que dividem o seu leito. </p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

Em tributo ao consagrado produtor, diretor e fotógrafo de cinema Luiz Carlos Barreto, que morreu nesta quarta-feira (22), aos 98 anos, a TV Brasil apresenta uma entrevista exclusiva do homenageado nesta sexta (24), às 21h, na edição especial do programa Cine Resenha. Na sequência, às 21h30, a emissora pública exibe o clássico Dona Flor e seus Dois Maridos (1976). Os conteúdos estão disponíveis no app TV Brasil Play. O veterano da sétima arte esteve no estúdio do canal em 2023 para a gravação exibida na época para comemorar as seis décadas de atividade da produtora L.C. Barreto. O cineasta e sua esposa, a produtora Lucy Barreto, conversaram com a apresentadora Priscila Rangel sobre clássicos do Cinema Novo e revelaram histórias marcantes sobre grandes produções nacionais das telonas. Notícias relacionadas:Luto no cinema brasileiro: morre Luiz Carlos Barreto, aos 98 anos.Xica da Silva, de Cacá Diegues, volta aos cinemas restaurado em 4K.Moradores da Maré poderão produzir filmes pelo celular no Rio.O histórico longa-metragem Dona Flor e seus Dois Maridos foi dirigido por Bruno Barreto, filho do produtor, e baseado na obra homônima de Jorge Amado. A trama é estrelada pela diva Sônia Braga que divide a cena com os atores José Wilker e Mauro Mendonça. Cena do filme Dona Flor e seus Dois Maridos - Foto: Divulgação / TV Brasil A premiada produção é uma das maiores bilheterias brasileiras de todos os tempos. Fenômeno de público no circuito, o filme foi o primeiro a superar a marca de mais de 10 milhões de espectadores nas salas do país. Com o sucesso, a película se manteve como a líder de público por mais de 30 anos. A história acompanha uma professora viúva do malandro Vadinho que se casa com um pacato farmacêutico. "Dona Flor divide o cinema brasileiro em antes e depois. Foi a prova de que o Brasil tem capacidade de produzir filmes de interesse internacional do ponto de vista artístico e comercial. Abriu o mercado americano e o europeu não só de cinema, como também de televisão", afirmou Luiz Carlos Barreto na atração da TV Brasil. Durante a entrevista, Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto recordam o primeiro contato profissional com o cinema, mencionam a participação em grandes produções nacionais, destacam a influência de grandes parceiros como Nelson Pereira dos Santos e Glauber Rocha. Luiz Carlos Barreto assinou a fotografia de dois clássicos do Cinema Novo: Vidas Secas (1963) e Terra em Transe (1967). Barretão e Lucy contam histórias curiosas sobre as produções de filmes como Dona Flor e seus Dois Maridos, Bye Bye Brasil e O Beijo no Asfalto, entre outras. No papo, os veteranos também explicam o fascínio da família pela sétima arte. Os filhos Bruno e Fabio Barreto se tornaram importantes cineastas. A produtora L.C. Barreto é responsável por mais de 150 títulos, entre filmes de ficção, documentários e programas de televisão. A experiência de concorrer ao Oscar é outro destaque do programa. Eles contam sobre como foi disputar a estatueta da Academia na categoria Melhor Filme Estrangeiro com O Quatrilho (1995), de Fabio Barreto, e O Que é Isso, Companheiro? (1998), de Bruno Barreto. Os convidados ainda discutem o orçamento do cinema brasileiro. Com bom humor, Luiz Carlos Barreto ainda revela a origem do apelido Barretão. A alcunha foi concebida por Nelson Pereira dos Santos e o jornalista Ancelmo Gois ajudou a popularizar o nome pelo qual o querido diretor é carinhosamente chamado. Lucy analisa como a L.C. Barreto se mantém por tanto tempo no mercado. Também conta sobre as homenagens que a produtora recebeu em grandes festivais de cinema como Cannes. Ela destaca a importância do reconhecimento para a sétima arte nacional. "É o valor que é dado à produção brasileira. O cinema vende a paisagem, a música, a comida, a vestimenta; enfim a cultura do país", disse. Luiz Carlos Barreto ainda fala sobre a perspectiva para o futuro do cinema brasileiro. Ao projetar sobre o tema, ele aborda assuntos latentes sobre o presente da indústria audiovisual e ressalta a importância de se fiscalizar a cota de tela para equalizar a concorrência entre os produtores de conteúdo. "A indústria do audiovisual e do cinema, além do seu fator comercial, é formadora de hábitos e costumes", pontua o diretor Barretão que ainda discute a capacidade de produção das emissoras públicas do país. A proposta do Cine Resenha é trazer diretores, produtores e críticos para um bate-papo sobre um filme, que será exibido na sequência. Ao apresentar produções cinematográficas nacionais premiadas, a TV Brasil amplia o espaço para o cinema brasileiro na sua programação. A TV Brasil apresenta a primeira adaptação do romance de Jorge Amado Dona Flor e seus Dois Maridos para o audiovisual, lançado em 1976, com a atriz Sônia Braga no papel principal. O elenco ainda tem José Wilker, como Vadinho, e Mauro Mendonça, como Teodoro. Cena do filme Dona Flor e seus Dois Maridos - Foto: Divulgação / TV Brasil O filme nacional ganhou dois Kikitos no Festival de Gramado nas categorias Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora. O longa-metragem dirigido por Bruno Barreto ainda foi indicado ao Bafta, na categoria Melhor Revelação (Sônia Braga), e ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. No início dos anos 1940, em Salvador, a sedutora professora Dona Flor (Sônia Braga) é casada com o mulherengo Vadinho (José Wilker) que só quer saber de farra e jogatina até altas horas nas boates da cidade. A vida repleta de abusos e noites em claro leva o malandro à morte precoce em um domingo de Carnaval de 1943. Viúva, Dona Flor fica inconsolável. Apesar dos inúmeros defeitos, Vadinho era um excelente amante. Em pouco tempo, a jovem se casa de novo, com o recatado e pacífico farmacêutico da cidade. Teodoro Madureira (Mauro Mendonça) é exatamente o oposto do primeiro marido. Dona Flor passa a ter uma vida mais estável e tranquila, porém entediante. Com saudades do falecido, Dona Flor acaba provocando a volta dele em espírito que só ela enxerga. De tanto "chamar" por Vadinho, um dia o fantasma do amado aparece nu para ela na cama. Seduzida pelo finado esposo, a mulher fica em dúvida sobre o que fazer com os dois maridos que dividem o seu leito.

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