Cesta básica fica mais cara em 17 capitais brasileiras em junho
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/cesta-basica-fica-mais-cara-em-17-capitais-brasileiras-no-mes-de-junho"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>A cesta básica ficou mais cara em 17 capitais brasileiras em junho. Nas demais capitais e no Distrito Federal, o custo médio da cesta caiu.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696246&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696246&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), <strong>a principal elevação ocorreu em Boa Vista, com aumento médio de 3,28%.</strong> Em seguida, aparecem Palmas (3,01%), Rio Branco (2,20%) e Porto Alegre (2,18%).</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/fmi-eleva-projecao-para-pib-do-brasil-mas-preve-desaceleracao-em-2027">FMI eleva projeção para PIB do Brasil, mas prevê desaceleração em 2027.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/poupanca-saques-superam-depositos-em-r393-bilhoes-no-semestre">Poupança: saques superam depósitos em R$ 39,3 bilhões no semestre.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/conta-de-luz-fica-10-mais-cara-em-sao-paulo">Conta de luz fica 10% mais cara em São Paulo.</a></li></ul><strong>A maior redução, por sua vez, foi constatada em João Pessoa, onde o custo médio caiu 3,97%.</strong> Na sequência, aparecem Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%).</p> <p><strong>Nos primeiros seis meses do ano, todas as capitais registraram alta nos preços da cesta básica, </strong>com taxas que oscilaram entre 4,02%, em São Luís, e 21,48%, em Fortaleza.</p> <p><strong>Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as cidades analisadas.</strong> Segundo a pesquisa, as valorizações do produto têm sido provocadas pela redução da área cultivada e pelas adversidades climáticas que afetaram a primeira e a segunda safras.</p> <p>Também houve aumentos nos preços do arroz agulhinha, na carne bovina de primeira e no leite integral.</p> <h2>Cesta mais cara do país</h2> <p><strong>Em junho, a capital que apresentou a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ 965,47</strong>, seguida por Cuiabá (R$ 937,93), Rio de Janeiro (R$ 920,94) e Florianópolis (R$ 918,42).</p> <p>Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 630,40), São Luís (R$ 654,73), Maceió (R$ 671,41) e Natal (R$ 686,07).</p> <p>Com base na cesta mais cara do país, que em março foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência,<strong> o Dieese estimou que valor do mínimo em junho deveria ser de R$ 8.110,92.</strong> O montante é cinco vezes superior ao salário mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
A cesta básica ficou mais cara em 17 capitais brasileiras em junho. Nas demais capitais e no Distrito Federal, o custo médio da cesta caiu. Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a principal elevação ocorreu em Boa Vista, com aumento médio de 3,28%. Em seguida, aparecem Palmas (3,01%), Rio Branco (2,20%) e Porto Alegre (2,18%). Notícias relacionadas:FMI eleva projeção para PIB do Brasil, mas prevê desaceleração em 2027.Poupança: saques superam depósitos em R$ 39,3 bilhões no semestre.Conta de luz fica 10% mais cara em São Paulo.A maior redução, por sua vez, foi constatada em João Pessoa, onde o custo médio caiu 3,97%. Na sequência, aparecem Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%). Nos primeiros seis meses do ano, todas as capitais registraram alta nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre 4,02%, em São Luís, e 21,48%, em Fortaleza. Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as cidades analisadas. Segundo a pesquisa, as valorizações do produto têm sido provocadas pela redução da área cultivada e pelas adversidades climáticas que afetaram a primeira e a segunda safras. Também houve aumentos nos preços do arroz agulhinha, na carne bovina de primeira e no leite integral. Cesta mais cara do país Em junho, a capital que apresentou a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ 965,47, seguida por Cuiabá (R$ 937,93), Rio de Janeiro (R$ 920,94) e Florianópolis (R$ 918,42). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 630,40), São Luís (R$ 654,73), Maceió (R$ 671,41) e Natal (R$ 686,07). Com base na cesta mais cara do país, que em março foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que valor do mínimo em junho deveria ser de R$ 8.110,92. O montante é cinco vezes superior ao salário mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621.
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