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Cidades, Transportes e Fazenda lideram desbloqueio do Orçamento

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Fri, 31 Jul 2026 07:25:00 -0300
Cidades, Transportes e Fazenda lideram desbloqueio do Orçamento

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/cidades-transportes-e-fazenda-lideram-desbloqueio-do-orcamento"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>Os Ministérios das Cidades, dos Transportes e da Fazenda <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/governo-desbloqueia-r-57-bi-do-orcamento-de-2026" target="_blank">lideraram o desbloqueio</a> de R$ 5,7 bilhões do Orçamento de 2026, anunciou na noite desta quinta-feira (30) o Ministério do Planejamento e Orçamento.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698188&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698188&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Os novos limites de gastos constam do decreto publicado em edição extraordinária do <em><a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-13.085-de-30-de-julho-de-2026-722436538" target="_blank">Diário Oficial da União,</a></em> com os novos valores detalhados dos bloqueios por ministérios e por órgãos. Pela legislação, o decreto é divulgado oito dias após o envio ao Congresso Nacional do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/governo-desbloqueia-r-57-bi-do-orcamento-de-2026">Governo desbloqueia R$ 5,7 bi do Orçamento de 2026.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/governo-bloqueia-r-16-bilhao-do-orcamento-de-2026">Governo bloqueia R$ 1,6 bilhão do Orçamento de 2026.</a></li></ul><strong>Segundo o documento, dos R$ 5,741 bilhões desbloqueados no último dia 24, R$ 3,332 bilhões são de gastos discricionários (não obrigatórios) e R$ 1,204 de emendas parlamentares. Dentro dos gastos discricionários, R$ 2,523 bilhões serão liberados do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</strong></p> <p>Os ministérios e demais órgãos federais têm até 6 de agosto para detalharem os programas que terão mais recursos.</p> <p>A última edição do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas reduziu de R$ 23,679 bilhões para R$ 17,937 bilhões o volume bloqueado no Orçamento de 2026.</p> <h2>Emendas parlamentares</h2> <p><strong>Mesmo com a liberação de recursos, continuam bloqueados R$ 3,675 bilhões em emendas parlamentares de bancada, recursos indicados por deputados e senadores para obras e projetos nos estados.</strong></p> <p>Nesse caso, será aplicada a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp210.htm" target="_blank">Lei Complementar 210/2024</a>, aprovada para regulamentar a execução das emendas parlamentares e ampliar a transparência desses recursos.</p> <p>Pela lei complementar, as emendas são bloqueadas ou desbloqueadas até a mesma proporção aplicada às demais despesas discricionárias, para cumprir as metas fiscais. No entanto, o Congresso poderá definir as prioridades quando houver necessidade de bloqueio ou contingenciamento, indicando quais programações terão os recursos preservados e quais serão afetadas pelos cortes, dentro dos limites definidos pelo governo.</p> <h2>Faseamento</h2> <p><strong>Além dos bloqueios, o governo está utilizando o chamado faseamento de empenho. O mecanismo não corta recursos, mas limita temporariamente a velocidade com que os órgãos podem assumir novos compromissos financeiros.</strong></p> <p>A medida funciona como um controle de fluxo de caixa. Se a arrecadação ficar abaixo do esperado, o governo evita empenhar (autorizar o gasto de) recursos antes de confirmar a entrada das receitas.</p> <p>A restrição de empenho está prevista em R$ 47,46 bilhões até setembro. O valor sujeito a esse controle cai para R$ 29,498 bilhões até novembro e para zero em dezembro.</p> <p>Ao somar o total bloqueado de R$ 17,937 bilhões, a restrição chega a R$ 65,397 bilhões até setembro e a R$ 47,436 bilhões até novembro.</p> <h2>Tipos de despesa</h2> <p>O arcabouço fiscal em vigor divide os recursos congelados em dois tipos: o contingenciamento e o bloqueio. O contingenciamento representa os recursos retidos temporariamente para cobrir falta de receitas do governo que atrapalham o cumprimento da meta fiscal. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê resultado primário zero (nem déficit, nem superávit), com uma margem de tolerância de até R$ 31 bilhões para mais ou para menos.</p> <p>O bloqueio corresponde aos recursos retidos para cumprir o limite de gastos do arcabouço. Neste ano, o governo federal não contingenciou o Orçamento, porque prevê superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública) de R$ 10,8 bilhões, se excluídos precatórios e alguns gastos com saúde, educação e defesa.</p> <p>Para 2026, o marco fiscal limita o crescimento das despesas a 2,5% acima da inflação do ano anterior.</p> <h2>Detalhamento</h2> <p>Desconsiderando as emendas parlamentares, a redução dos bloqueios foi dividida da seguinte forma:<br />  </p> <table> <tbody> <tr> <td><strong>Órgãos</strong></td> <td><strong>Bloqueio 2º Bimestre</strong></td> <td><strong>Bloqueio 3º Bimestre</strong></td> <td><strong>Diferença (R$ milhões)</strong></td> </tr> <tr> <td>Ministério das Cidades</td> <td>3,047.50</td> <td>1,847.30</td> <td>-1,200.20</td> </tr> <tr> <td>Ministério dos Transportes</td> <td>1,608.70</td> <td>592.9</td> <td>-1,015.80</td> </tr> <tr> <td>Ministério da Fazenda</td> <td>1,396.30</td> <td>856.3</td> <td>-540</td> </tr> <tr> <td>Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação</td> <td>490.1</td> <td>153.8</td> <td>-336.3</td> </tr> <tr> <td>Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar</td> <td>545.2</td> <td>245.2</td> <td>-300</td> </tr> <tr> <td>Ministério da Educação</td> <td>1,605.00</td> <td>1,325.00</td> <td>-280</td> </tr> <tr> <td>Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional</td> <td>399.3</td> <td>259.3</td> <td>-140</td> </tr> <tr> <td>Ministério das Relações Exteriores</td> <td>414.5</td> <td>284.5</td> <td>-130</td> </tr> <tr> <td>Presidência da República</td> <td>279.9</td> <td>209.9</td> <td>-70</td> </tr> <tr> <td>Ministério do Planejamento e Orçamento</td> <td>334.1</td> <td>272.1</td> <td>-62</td> </tr> <tr> <td>Ministério do Esporte</td> <td>162.3</td> <td>101.1</td> <td>-61.2</td> </tr> <tr> <td>Advocacia-Geral da União</td> <td>111.1</td> <td>51.1</td> <td>-60</td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Transportes Terrestres</td> <td>57</td> <td>7</td> <td>-50</td> </tr> <tr> <td>Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania</td> <td>76.1</td> <td>30.1</td> <td>-46</td> </tr> <tr> <td>Banco Central do Brasil</td> <td>92.4</td> <td>47.4</td> <td>-45</td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico</td> <td>44.9</td> <td>-</td> <td>-44.9</td> </tr> <tr> <td>Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos</td> <td>228.7</td> <td>188.7</td> <td>-40</td> </tr> <tr> <td>Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome</td> <td>243.4</td> <td>206.4</td> <td>-37</td> </tr> <tr> <td>Ministério dos Povos Indígenas</td> <td>74.7</td> <td>44.8</td> <td>-29.9</td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Mineração</td> <td>22.7</td> <td> </td> <td>-22.7</td> </tr> <tr> <td>Ministério da Defesa</td> <td>4,363.30</td> <td>4,344.30</td> <td>-19</td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Proteção de Dados</td> <td>6.5</td> <td> </td> <td>-6.5</td> </tr> <tr> <td>Ministério da Agricultura e Pecuária</td> <td>489.9</td> <td>489.9</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços</td> <td>130.7</td> <td>130.7</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério da Justiça e Segurança Pública</td> <td> </td> <td> </td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Conselho Administrativo de Defesa Econômica</td> <td>9.7</td> <td>9.7</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério de Minas e Energia</td> <td>143.1</td> <td>143.1</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis</td> <td>18.1</td> <td>18.1</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Energia Elétrica</td> <td>34.3</td> <td>34.3</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério da Previdência Social</td> <td> </td> <td> </td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério da Saúde</td> <td>1,001.70</td> <td>1,001.70</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Vigilância Sanitária</td> <td>22.4</td> <td>22.4</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Saúde Suplementar</td> <td>34.2</td> <td>34.2</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Controladoria-Geral da União</td> <td>29.4</td> <td>29.4</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério do Trabalho e Emprego</td> <td> </td> <td> </td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério das Comunicações</td> <td>127.6</td> <td>127.6</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Telecomunicações</td> <td>51.8</td> <td>51.8</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério da Cultura</td> <td>220.8</td> <td>220.8</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional do Cinema</td> <td>8.2</td> <td>8.2</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima</td> <td>31.8</td> <td>31.8</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério do Turismo</td> <td>83.8</td> <td>83.8</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério da Pesca e Aquicultura</td> <td>46.8</td> <td>46.8</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Gabinete da Vice-Presidência da República</td> <td>0.9</td> <td>0.9</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério das Mulheres</td> <td>53.3</td> <td>53.3</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério da Igualdade Racial</td> <td>29.9</td> <td>29.9</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério de Portos e Aeroportos</td> <td>347.2</td> <td>347.2</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Transportes Aquaviários</td> <td>14.3</td> <td>14.3</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Agência Nacional de Aviação Civil</td> <td>24</td> <td>24</td> <td> </td> </tr> <tr> <td>Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte</td> <td>151.1</td> <td>151.1</td> <td> </td> </tr> </tbody> </table> <p><br /> Na divisão por tipo de despesa, a distribuição dos recursos desbloqueados é a seguinte:<br />  </p> <table> <tbody> <tr> <td><strong>Total bloqueado</strong></td> <td><strong>2º Bimestre</strong></td> <td><strong>3º Bimestre</strong></td> <td><strong>Diferença (R$ milhões)</strong></td> </tr> <tr> <td>I. Poder Executivo</td> <td>23,678.60</td> <td>17,937.50</td> <td>-5,741.00</td> </tr> <tr> <td>I.I. Discricionárias totais</td> <td>18,709.00</td> <td>14,172.40</td> <td>-4,536.60</td> </tr> <tr> <td>↳ RP 2 (Discricionárias em geral)</td> <td>9,963.40</td> <td>7,949.50</td> <td>-2,013.80</td> </tr> <tr> <td>↳ RP 3 (PAC)</td> <td>8,745.60</td> <td>6,222.80</td> <td>-2,522.80</td> </tr> <tr> <td>I.II. Emendas</td> <td>4,969.60</td> <td>3,765.20</td> <td>-1,204.40</td> </tr> </tbody> </table> <h5>Fonte: Ministério do Planejamento e Orçamento</h5> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

Os Ministérios das Cidades, dos Transportes e da Fazenda lideraram o desbloqueio de R$ 5,7 bilhões do Orçamento de 2026, anunciou na noite desta quinta-feira (30) o Ministério do Planejamento e Orçamento. Os novos limites de gastos constam do decreto publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União, com os novos valores detalhados dos bloqueios por ministérios e por órgãos. Pela legislação, o decreto é divulgado oito dias após o envio ao Congresso Nacional do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento. Notícias relacionadas:Governo desbloqueia R$ 5,7 bi do Orçamento de 2026.Governo bloqueia R$ 1,6 bilhão do Orçamento de 2026.Segundo o documento, dos R$ 5,741 bilhões desbloqueados no último dia 24, R$ 3,332 bilhões são de gastos discricionários (não obrigatórios) e R$ 1,204 de emendas parlamentares. Dentro dos gastos discricionários, R$ 2,523 bilhões serão liberados do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os ministérios e demais órgãos federais têm até 6 de agosto para detalharem os programas que terão mais recursos. A última edição do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas reduziu de R$ 23,679 bilhões para R$ 17,937 bilhões o volume bloqueado no Orçamento de 2026. Emendas parlamentares Mesmo com a liberação de recursos, continuam bloqueados R$ 3,675 bilhões em emendas parlamentares de bancada, recursos indicados por deputados e senadores para obras e projetos nos estados. Nesse caso, será aplicada a Lei Complementar 210/2024, aprovada para regulamentar a execução das emendas parlamentares e ampliar a transparência desses recursos. Pela lei complementar, as emendas são bloqueadas ou desbloqueadas até a mesma proporção aplicada às demais despesas discricionárias, para cumprir as metas fiscais. No entanto, o Congresso poderá definir as prioridades quando houver necessidade de bloqueio ou contingenciamento, indicando quais programações terão os recursos preservados e quais serão afetadas pelos cortes, dentro dos limites definidos pelo governo. Faseamento Além dos bloqueios, o governo está utilizando o chamado faseamento de empenho. O mecanismo não corta recursos, mas limita temporariamente a velocidade com que os órgãos podem assumir novos compromissos financeiros. A medida funciona como um controle de fluxo de caixa. Se a arrecadação ficar abaixo do esperado, o governo evita empenhar (autorizar o gasto de) recursos antes de confirmar a entrada das receitas. A restrição de empenho está prevista em R$ 47,46 bilhões até setembro. O valor sujeito a esse controle cai para R$ 29,498 bilhões até novembro e para zero em dezembro. Ao somar o total bloqueado de R$ 17,937 bilhões, a restrição chega a R$ 65,397 bilhões até setembro e a R$ 47,436 bilhões até novembro. Tipos de despesa O arcabouço fiscal em vigor divide os recursos congelados em dois tipos: o contingenciamento e o bloqueio. O contingenciamento representa os recursos retidos temporariamente para cobrir falta de receitas do governo que atrapalham o cumprimento da meta fiscal. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê resultado primário zero (nem déficit, nem superávit), com uma margem de tolerância de até R$ 31 bilhões para mais ou para menos. O bloqueio corresponde aos recursos retidos para cumprir o limite de gastos do arcabouço. Neste ano, o governo federal não contingenciou o Orçamento, porque prevê superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública) de R$ 10,8 bilhões, se excluídos precatórios e alguns gastos com saúde, educação e defesa. Para 2026, o marco fiscal limita o crescimento das despesas a 2,5% acima da inflação do ano anterior. Detalhamento Desconsiderando as emendas parlamentares, a redução dos bloqueios foi dividida da seguinte forma: Órgãos Bloqueio 2º Bimestre Bloqueio 3º Bimestre Diferença (R$ milhões) Ministério das Cidades 3,047.50 1,847.30 -1,200.20 Ministério dos Transportes 1,608.70 592.9 -1,015.80 Ministério da Fazenda 1,396.30 856.3 -540 Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 490.1 153.8 -336.3 Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar 545.2 245.2 -300 Ministério da Educação 1,605.00 1,325.00 -280 Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional 399.3 259.3 -140 Ministério das Relações Exteriores 414.5 284.5 -130 Presidência da República 279.9 209.9 -70 Ministério do Planejamento e Orçamento 334.1 272.1 -62 Ministério do Esporte 162.3 101.1 -61.2 Advocacia-Geral da União 111.1 51.1 -60 Agência Nacional de Transportes Terrestres 57 7 -50 Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania 76.1 30.1 -46 Banco Central do Brasil 92.4 47.4 -45 Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico 44.9 - -44.9 Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos 228.7 188.7 -40 Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome 243.4 206.4 -37 Ministério dos Povos Indígenas 74.7 44.8 -29.9 Agência Nacional de Mineração 22.7 -22.7 Ministério da Defesa 4,363.30 4,344.30 -19 Agência Nacional de Proteção de Dados 6.5 -6.5 Ministério da Agricultura e Pecuária 489.9 489.9 Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços 130.7 130.7 Ministério da Justiça e Segurança Pública Conselho Administrativo de Defesa Econômica 9.7 9.7 Ministério de Minas e Energia 143.1 143.1 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis 18.1 18.1 Agência Nacional de Energia Elétrica 34.3 34.3 Ministério da Previdência Social Ministério da Saúde 1,001.70 1,001.70 Agência Nacional de Vigilância Sanitária 22.4 22.4 Agência Nacional de Saúde Suplementar 34.2 34.2 Controladoria-Geral da União 29.4 29.4 Ministério do Trabalho e Emprego Ministério das Comunicações 127.6 127.6 Agência Nacional de Telecomunicações 51.8 51.8 Ministério da Cultura 220.8 220.8 Agência Nacional do Cinema 8.2 8.2 Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima 31.8 31.8 Ministério do Turismo 83.8 83.8 Ministério da Pesca e Aquicultura 46.8 46.8 Gabinete da Vice-Presidência da República 0.9 0.9 Ministério das Mulheres 53.3 53.3 Ministério da Igualdade Racial 29.9 29.9 Ministério de Portos e Aeroportos 347.2 347.2 Agência Nacional de Transportes Aquaviários 14.3 14.3 Agência Nacional de Aviação Civil 24 24 Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte 151.1 151.1 Na divisão por tipo de despesa, a distribuição dos recursos desbloqueados é a seguinte: Total bloqueado 2º Bimestre 3º Bimestre Diferença (R$ milhões) I. Poder Executivo 23,678.60 17,937.50 -5,741.00 I.I. Discricionárias totais 18,709.00 14,172.40 -4,536.60 ↳ RP 2 (Discricionárias em geral) 9,963.40 7,949.50 -2,013.80 ↳ RP 3 (PAC) 8,745.60 6,222.80 -2,522.80 I.II. Emendas 4,969.60 3,765.20 -1,204.40 Fonte: Ministério do Planejamento e Orçamento

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