Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-08/volei-brasileiro-passa-exigir-teste-genetico-para-atletas-mulheres"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no <a href="https://cbv.com.br/noticias/CBV/2026-08-14/cbv-divulga-politica-sobre-a-elegibilidade-de-atletas-para-as-competicoes-da-categoria-feminina-no-voleibol"><strong>site da CBV</strong></a>. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699715&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699715&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-03/coi-veta-participacao-de-mulheres-trans-em-jogos-femininos-oficiais">COI veta participação de mulheres trans em jogos femininos oficiais.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-08/grupo-de-direitos-humanos-pede-wta-que-revogue-testes-de-genero">Grupo de direitos humanos pede à WTA que revogue testes de gênero.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2025-07/comite-olimpico-dos-eua-proibe-mulheres-trans-em-competicoes-femininas">Comitê Olímpico dos EUA proíbe mulheres trans em competições femininas.</a></li></ul>“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.</p> <p>A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.</p> <p>Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal C<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2026-02/volei-carmen-lucia-libera-participacao-de-tiffany-em-jogo-em-londrina"><strong>ármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany </strong></a>em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco. Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na decisão, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal. Notícias relacionadas:COI veta participação de mulheres trans em jogos femininos oficiais.Grupo de direitos humanos pede à WTA que revogue testes de gênero.Comitê Olímpico dos EUA proíbe mulheres trans em competições femininas.“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade. A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política. Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco. Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na decisão, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.
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