Dólar cai para R$ 5,07, menor nível em um mês; bolsa fica estável
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/dolar-cai-para-r-507-menor-nivel-em-um-mes-bolsa-fica-estavel"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p>O dólar voltou a cair nesta terça-feira (21) e fechou no menor nível desde 15 de junho, com influência dos juros altos no Brasil e da alta internacional do petróleo. A bolsa de valores encerrou praticamente estável, mas acumulou a quinta queda seguida.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697192&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697192&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>Impulsionado pelas <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/escalada-da-guerra-expoe-fracasso-do-acordo-entre-ira-e-eua" target="_blank">tensões no Oriente Médio</a>, o petróleo avançou pela terceira sessão consecutiva. O avanço da commodity favoreceu moedas de países exportadores do produto, como o Brasil, mantendo o real em destaque entre os emergentes.</p> <h2>Principais números</h2> <ul> <li>Dólar à vista: -0,31%, a R$ 5,073 (menor fechamento desde 15 de junho);</li> <li>Acumulado do dólar: -0,73% na semana, -1,73% no mês e -7,57% no ano;</li> <li>Ibovespa: -0,03%, aos 173.325,65 pontos;</li> <li>Petróleo Brent (setembro): +2%, a US$ 91,01 o barril;</li> <li>Petróleo WTI (setembro): +2,25%, a US$ 84,34 o barril.</li> </ul> <h2>Dólar</h2> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/houthis-fecham-estreito-de-bab-el-mandeb-em-bloqueio-arabia-saudita">Houthis fecham estreito de Bab el-Mandeb em bloqueio à Arábia Saudita .</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/ira-informa-ter-atacado-central-de-dados-da-amazon-no-bahrein">Irã informa ter atacado central de dados da Amazon no Bahrein.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/mercado-reduz-expectativa-de-inflacao-para-515-em-2026">Mercado reduz expectativa de inflação para 5,15% em 2026.</a></li></ul>O dólar comercial recuou 0,31%, para R$ 5,073, renovando o menor nível de fechamento em pouco mais de um mês, mesmo com a valorização da moeda americana diante das principais divisas globais.</p> <p><strong>O movimento foi sustentado principalmente pela alta do petróleo, que melhora os termos de troca para o Brasil, exportador líquido da commodity</strong>.</p> <p>Também foi influenciado pelos altos juros domésticos, que continuam atraindo operações de <em>carry trade</em>, transferência de capitais financeiros de economias avançadas para o Brasil, para aproveitar a diferença de taxas.</p> <p>O real teve o segundo melhor desempenho entre moedas emergentes no dia, atrás apenas do peso colombiano. No acumulado do ano, a moeda americana registra queda de 7,57% em relação ao real.</p> <p>Apesar de novas incertezas envolvendo a guerra entre Estados Unidos e Irã e do anúncio de novas tarifas americanas sobre produtos canadenses, o mercado de câmbio mostrou volatilidade limitada ao longo da sessão.</p> <h2>Bolsa</h2> <p>O Ibovespa encerrou praticamente estável, com leve queda de 0,03%, aos 173.325,65 pontos, após oscilar entre perdas e ganhos durante todo o pregão.</p> <p>A liquidez permaneceu reduzida, com giro financeiro de R$ 17,9 bilhões, bem abaixo da média diária registrada neste ano.</p> <p><strong>As ações da Petrobras, as mais negociadas, acompanharam a valorização do petróleo e ajudaram a limitar as perdas do índice</strong>. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 1,43%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 1,24%.</p> <p>O desempenho da Bolsa brasileira voltou a destoar do exterior. Em Nova York, os principais índices acionários encerraram o dia em alta, impulsionados principalmente pelo setor de tecnologia, enquanto o mercado doméstico permaneceu pressionado pelas incertezas geopolíticas e pelo baixo volume de negócios.</p> <h2>Petróleo</h2> <p>Os contratos internacionais do petróleo fecharam em forte alta diante da persistência dos riscos à oferta global provocados pelo conflito no Oriente Médio.</p> <p>O Brent, referência para a Petrobras, avançou 2%, para US$ 91,01 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 2,25%, encerrando a US$ 84,34.</p> <p><strong>Os preços continuaram pressionados pelas ameaças do grupo rebelde Houthi à navegação no Estreito de Bab-el-Mandeb, na saída do Mar Vermelho</strong>. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/houthis-fecham-estreito-de-bab-el-mandeb-em-bloqueio-arabia-saudita" target="_blank">A rota é estratégica para o transporte mundial de petróleo</a>.</p> <p>Com o Estreito de Ormuz, na saída do Golfo Pérsico, bloqueado, o mercado também acompanhou novas ofensivas militares entre Estados Unidos e Irã e a possibilidade de interrupções no fluxo global de petróleo, mantendo elevado o prêmio de risco do produto.</p> <p><em>*com informações da Reuters.</em></p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O dólar voltou a cair nesta terça-feira (21) e fechou no menor nível desde 15 de junho, com influência dos juros altos no Brasil e da alta internacional do petróleo. A bolsa de valores encerrou praticamente estável, mas acumulou a quinta queda seguida. Impulsionado pelas tensões no Oriente Médio, o petróleo avançou pela terceira sessão consecutiva. O avanço da commodity favoreceu moedas de países exportadores do produto, como o Brasil, mantendo o real em destaque entre os emergentes. Principais números Dólar à vista: -0,31%, a R$ 5,073 (menor fechamento desde 15 de junho); Acumulado do dólar: -0,73% na semana, -1,73% no mês e -7,57% no ano; Ibovespa: -0,03%, aos 173.325,65 pontos; Petróleo Brent (setembro): +2%, a US$ 91,01 o barril; Petróleo WTI (setembro): +2,25%, a US$ 84,34 o barril. Dólar Notícias relacionadas:Houthis fecham estreito de Bab el-Mandeb em bloqueio à Arábia Saudita .Irã informa ter atacado central de dados da Amazon no Bahrein.Mercado reduz expectativa de inflação para 5,15% em 2026.O dólar comercial recuou 0,31%, para R$ 5,073, renovando o menor nível de fechamento em pouco mais de um mês, mesmo com a valorização da moeda americana diante das principais divisas globais. O movimento foi sustentado principalmente pela alta do petróleo, que melhora os termos de troca para o Brasil, exportador líquido da commodity. Também foi influenciado pelos altos juros domésticos, que continuam atraindo operações de carry trade, transferência de capitais financeiros de economias avançadas para o Brasil, para aproveitar a diferença de taxas. O real teve o segundo melhor desempenho entre moedas emergentes no dia, atrás apenas do peso colombiano. No acumulado do ano, a moeda americana registra queda de 7,57% em relação ao real. Apesar de novas incertezas envolvendo a guerra entre Estados Unidos e Irã e do anúncio de novas tarifas americanas sobre produtos canadenses, o mercado de câmbio mostrou volatilidade limitada ao longo da sessão. Bolsa O Ibovespa encerrou praticamente estável, com leve queda de 0,03%, aos 173.325,65 pontos, após oscilar entre perdas e ganhos durante todo o pregão. A liquidez permaneceu reduzida, com giro financeiro de R$ 17,9 bilhões, bem abaixo da média diária registrada neste ano. As ações da Petrobras, as mais negociadas, acompanharam a valorização do petróleo e ajudaram a limitar as perdas do índice. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 1,43%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 1,24%. O desempenho da Bolsa brasileira voltou a destoar do exterior. Em Nova York, os principais índices acionários encerraram o dia em alta, impulsionados principalmente pelo setor de tecnologia, enquanto o mercado doméstico permaneceu pressionado pelas incertezas geopolíticas e pelo baixo volume de negócios. Petróleo Os contratos internacionais do petróleo fecharam em forte alta diante da persistência dos riscos à oferta global provocados pelo conflito no Oriente Médio. O Brent, referência para a Petrobras, avançou 2%, para US$ 91,01 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 2,25%, encerrando a US$ 84,34. Os preços continuaram pressionados pelas ameaças do grupo rebelde Houthi à navegação no Estreito de Bab-el-Mandeb, na saída do Mar Vermelho. A rota é estratégica para o transporte mundial de petróleo. Com o Estreito de Ormuz, na saída do Golfo Pérsico, bloqueado, o mercado também acompanhou novas ofensivas militares entre Estados Unidos e Irã e a possibilidade de interrupções no fluxo global de petróleo, mantendo elevado o prêmio de risco do produto. *com informações da Reuters.
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