Ministro do STJ é incluído em investigação sobre venda de sentenças
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/ministro-do-stj-e-incluido-em-investigacao-sobre-venda-de-sentencas"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a inclusão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi no inquérito que investiga venda de sentenças.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697481&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697481&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>A decisão foi tomada pelo ministro relator, Cristiano Zanin. O caso faz parte das investigações da Polícia Federal (PF) no âmbito da <strong>Operação Sisamnes</strong>.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/ministro-nunes-marques-abre-inquerito-contra-marco-buzzi-do-stj">Ministro Nunes Marques abre inquérito contra Marco Buzzi, do STJ.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/ministro-do-stj-nega-importunacao-sexual-e-pede-licenca-de-90-dias">Ministro do STJ nega importunação sexual e pede licença de 90 dias.</a></li></ul>A investigação tramita em segredo de Justiça, e os indícios que pesam contra Buzzi não foram divulgados.</p> <p><strong>A Operação Sisamnes teve início após a PF apurar que servidores de gabinetes do STJ exploraram indevidamente o acesso ao sistema eletrônico de elaboração de minutas de votos e venderam as informações a terceiros.</strong></p> <p>Em maio, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nove acusados pelos crimes de organização criminosa, corrupção, violação de sigilo e exploração de prestígio.</p> <p>No decorrer das investigações, a PF identificou suspeitas contra Marco Buzzi, que já está afastado das funções por uma <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/stj-abre-processo-e-mantem-afastamento-de-ministro-acusado-de-assedio" target="_blank">acusação de assédio sexual</a>.</p> <p><strong>O ministro está sendo investigado por tentar agarrar uma jovem, que é filha de um casal de amigos dele, durante um banho de mar.</strong> O episódio teria ocorrido em janeiro deste ano, quando o ministro, a jovem e seus pais passaram férias em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina.</p> <p>Após o caso vir à tona, uma ex-funcionária terceirizada do gabinete do ministro denunciou que também foi alvo de assédio sexual.</p> <p><strong>Em nota, a defesa de Buzzi declarou que o ministro não tem conhecimento sobre a investigação de venda de sentenças e ressaltou que Buzzi é proibido legalmente de julgar processos de familiares.</strong></p> <blockquote> <p>"A defesa esclarece que o ministro Marco Buzzi não tem nenhuma relação com atividades profissionais de seus familiares, ao contrário, é legalmente impedido de julgar casos que seus familiares tenham atuação. Também afirma não ter conhecimento da investigação e nem sequer de que ele seja investigado", afirmou a defesa.</p> </blockquote> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a inclusão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi no inquérito que investiga venda de sentenças. A decisão foi tomada pelo ministro relator, Cristiano Zanin. O caso faz parte das investigações da Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Sisamnes. Notícias relacionadas:Ministro Nunes Marques abre inquérito contra Marco Buzzi, do STJ.Ministro do STJ nega importunação sexual e pede licença de 90 dias.A investigação tramita em segredo de Justiça, e os indícios que pesam contra Buzzi não foram divulgados. A Operação Sisamnes teve início após a PF apurar que servidores de gabinetes do STJ exploraram indevidamente o acesso ao sistema eletrônico de elaboração de minutas de votos e venderam as informações a terceiros. Em maio, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nove acusados pelos crimes de organização criminosa, corrupção, violação de sigilo e exploração de prestígio. No decorrer das investigações, a PF identificou suspeitas contra Marco Buzzi, que já está afastado das funções por uma acusação de assédio sexual. O ministro está sendo investigado por tentar agarrar uma jovem, que é filha de um casal de amigos dele, durante um banho de mar. O episódio teria ocorrido em janeiro deste ano, quando o ministro, a jovem e seus pais passaram férias em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina. Após o caso vir à tona, uma ex-funcionária terceirizada do gabinete do ministro denunciou que também foi alvo de assédio sexual. Em nota, a defesa de Buzzi declarou que o ministro não tem conhecimento sobre a investigação de venda de sentenças e ressaltou que Buzzi é proibido legalmente de julgar processos de familiares. "A defesa esclarece que o ministro Marco Buzzi não tem nenhuma relação com atividades profissionais de seus familiares, ao contrário, é legalmente impedido de julgar casos que seus familiares tenham atuação. Também afirma não ter conhecimento da investigação e nem sequer de que ele seja investigado", afirmou a defesa.
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