Trabalhadores das linhas 11, 12 e 13 da CPTM entram em greve
Why This Matters
Key context: <p><strong>A assembleia dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aprovou greve a partir da meia-noite desta segunda-feira (3) nas linhas 11, 12 e 13.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698519&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698519&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p><strong>O grupo</strong>, filiado ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil,<strong> reivindica revisão do processo de privatização das linhas, concluído em julho e temporariamente suspenso após um incêndio na primeira semana de atividades da empresa Trívia, que assumiu a concessão.</strong></p> <p>O movimento grevista havia aprovado a mobilização, que<strong> não afeta as demais linhas de trem paulistas</strong>, há duas semanas, quando estabeleceu um prazo para negociação com o governo estadual.</p> <p><strong>Entre seus pleitos estão a garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e o cancelamento da privatização</strong>, que consideram pouco transparente e lesiva aos interesses dos paulistas e dos trabalhadores.</p> <p>A concessão foi considerada essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana pelo governador Tarcísio de Freitas, e comemorada como um modelo para futuras concessões em outros serviços públicos.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
A assembleia dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aprovou greve a partir da meia-noite desta segunda-feira (3) nas linhas 11, 12 e 13. O grupo, filiado ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, reivindica revisão do processo de privatização das linhas, concluído em julho e temporariamente suspenso após um incêndio na primeira semana de atividades da empresa Trívia, que assumiu a concessão. O movimento grevista havia aprovado a mobilização, que não afeta as demais linhas de trem paulistas, há duas semanas, quando estabeleceu um prazo para negociação com o governo estadual. Entre seus pleitos estão a garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e o cancelamento da privatização, que consideram pouco transparente e lesiva aos interesses dos paulistas e dos trabalhadores. A concessão foi considerada essencial para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana pelo governador Tarcísio de Freitas, e comemorada como um modelo para futuras concessões em outros serviços públicos.
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