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Dólar volta a aproximar-se de R$ 5,49 em dia de instabilidade global

Source: agenciabrasil.ebc.com.br Published Thu, 05 Nov 2026 19:11:00 -0300
Dólar volta a aproximar-se de R$ 5,49 em dia de instabilidade global

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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/dolar-volta-aproximar-se-de-r-549-em-dia-de-instabilidade-global"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>O dólar fechou em alta e a bolsa encerrou em queda nesta quinta-feira (5), em um pregão marcado pelo aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais. </strong>A pressão veio principalmente de Wall Street, com fortes perdas de ações ligadas à inteligência artificial.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1707876&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1707876&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>No cenário doméstico, investidores acompanharam a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/bc-surpreende-e-mantem-juros-basicos-em-1375-ao-ano">manutenção da Selic em 13,75% ao ano</a> e as discussões sobre a política econômica do governo Lula. <strong>A moeda estadunidense terminou próxima de R$ 5,49, e o principal índice da bolsa brasileira recuou para cerca de 166,2 mil pontos.</strong></p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/durigan-discutira-medidas-fiscais-com-lula-apos-viagem-cop31">Durigan discutirá medidas fiscais com Lula após viagem à COP31.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/setor-produtivo-critica-manutencao-da-selic-em-1375-ao-ano">Setor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75% ao ano.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/bc-surpreende-e-mantem-juros-basicos-em-1375-ao-ano"> Banco Central surpreende e mantém juros básicos em 13,75% ao ano.</a></li></ul><strong>Números do dia:</strong></p> <ul> <li>Dólar à vista: R$ 5,4876 (+0,67%);</li> <li>Ibovespa: 166.191,45 pontos (-0,82%);</li> <li>Volume financeiro da bolsa: R$ 31,16 bilhões</li> <li>Índice DXY (dólar perante moedas fortes): 101,560 (+0,09%);</li> </ul> <h2>Câmbio</h2> <p>O dólar comercial encerrou a sessão com valorização de 0,67%, cotado a R$ 5,488. <strong>O movimento acompanhou a deterioração do cenário externo, especialmente no mercado acionário dos Estados Unidos.</strong></p> <p>Ações de empresas ligadas à inteligência artificial e ao setor de tecnologia registraram perdas expressivas, em meio a preocupações com investimentos no segmento e possíveis mudanças regulatórias após as eleições de meio de mandato.</p> <p>A pressão internacional levou investidores a reduzir posições em ativos de risco, incluindo moedas de países emergentes, e buscar proteção no dólar. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda estadunidense em relação a uma cesta de seis divisas, subia 0,09%, aos 101,560 pontos.</p> <p>No Brasil, o câmbio também acompanhou as discussões sobre a agenda econômica. Lula se reuniu com ministros, ex-ministros e conselheiros para debater os rumos da economia. Após o encontro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo pretende <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/durigan-discutira-medidas-fiscais-com-lula-apos-viagem-cop31">aprofundar a análise de medidas econômicas</a>, sem anunciar ações específicas.</p> <p>A produção industrial brasileira também esteve no radar. O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-11/producao-da-industria-recua-08-em-setembro-4a-queda-em-cinco-meses">setor registrou retração</a> de 0,8% em setembro na comparação com agosto. Na comparação anual, a produção recuou 2,5%.</p> <p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank">&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</a></p> <h2>Bolsa perde força</h2> <p><strong>O Ibovespa fechou em baixa de 0,82%, aos 166.191,45 pontos, após iniciar o pregão em alta e se aproximar dos 169 mil pontos.</strong> O índice acompanhou o movimento negativo das bolsas estadunidenses, com pressão principalmente sobre empresas de tecnologia, semicondutores e datacenters.</p> <p>Além do cenário internacional, investidores repercutiram os resultados corporativos divulgados ao longo do dia e a decisão do Banco Central de manter a taxa Selic em 13,75% ao ano. A reunião de Lula com integrantes da equipe econômica também permaneceu no radar do mercado.</p> <p>O índice brasileiro chegou à máxima de 168.994,33 pontos e atingiu a mínima de 166.249,09 pontos. O volume financeiro somou R$ 31,16 bilhões.</p> <h2>Wall Street em queda</h2> <p><strong>Os principais índices acionários dos Estados Unidos encerraram a sessão com perdas expressivas:</strong></p> <ul> <li>Nasdaq (empresas tecnológicas): 24.315,00 pontos (-5,52%); </li> <li>S&amp;P 500 (500 maiores empresas): 7.353,73 pontos (-4,36%); </li> <li>Dow Jones: 51.523,06 pontos (-3,44%).</li> </ul> <p>As perdas foram concentradas, sobretudo, em empresas de tecnologia e inteligência artificial. O movimento ocorreu após a sessão anterior, quando os mercados haviam reagido positivamente aos resultados das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.</p> <h2>Política econômica</h2> <p>No cenário doméstico, a manutenção da Selic em 13,75% ao ano e as discussões sobre a política fiscal influenciaram as negociações. O Comitè de Política Monetária (Copom) interrompeu uma sequência de cinco cortes na taxa básica de juros.</p> <p>Após reunião com Lula, Dario Durigan afirmou que houve convergência entre os participantes sobre o diagnóstico econômico. O ministro também reiterou o compromisso do governo com a sustentabilidade das contas públicas e a melhora gradual dos resultados primários (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública), mas não detalhou medidas fiscais.</p> <p> </p> <p><em>* com informações da Reuters</em></p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.

O dólar fechou em alta e a bolsa encerrou em queda nesta quinta-feira (5), em um pregão marcado pelo aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais. A pressão veio principalmente de Wall Street, com fortes perdas de ações ligadas à inteligência artificial. No cenário doméstico, investidores acompanharam a manutenção da Selic em 13,75% ao ano e as discussões sobre a política econômica do governo Lula. A moeda estadunidense terminou próxima de R$ 5,49, e o principal índice da bolsa brasileira recuou para cerca de 166,2 mil pontos. Notícias relacionadas:Durigan discutirá medidas fiscais com Lula após viagem à COP31.Setor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75% ao ano. Banco Central surpreende e mantém juros básicos em 13,75% ao ano.Números do dia: Dólar à vista: R$ 5,4876 (+0,67%); Ibovespa: 166.191,45 pontos (-0,82%); Volume financeiro da bolsa: R$ 31,16 bilhões Índice DXY (dólar perante moedas fortes): 101,560 (+0,09%); Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com valorização de 0,67%, cotado a R$ 5,488. O movimento acompanhou a deterioração do cenário externo, especialmente no mercado acionário dos Estados Unidos. Ações de empresas ligadas à inteligência artificial e ao setor de tecnologia registraram perdas expressivas, em meio a preocupações com investimentos no segmento e possíveis mudanças regulatórias após as eleições de meio de mandato. A pressão internacional levou investidores a reduzir posições em ativos de risco, incluindo moedas de países emergentes, e buscar proteção no dólar. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda estadunidense em relação a uma cesta de seis divisas, subia 0,09%, aos 101,560 pontos. No Brasil, o câmbio também acompanhou as discussões sobre a agenda econômica. Lula se reuniu com ministros, ex-ministros e conselheiros para debater os rumos da economia. Após o encontro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo pretende aprofundar a análise de medidas econômicas, sem anunciar ações específicas. A produção industrial brasileira também esteve no radar. O setor registrou retração de 0,8% em setembro na comparação com agosto. Na comparação anual, a produção recuou 2,5%. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Bolsa perde força O Ibovespa fechou em baixa de 0,82%, aos 166.191,45 pontos, após iniciar o pregão em alta e se aproximar dos 169 mil pontos. O índice acompanhou o movimento negativo das bolsas estadunidenses, com pressão principalmente sobre empresas de tecnologia, semicondutores e datacenters. Além do cenário internacional, investidores repercutiram os resultados corporativos divulgados ao longo do dia e a decisão do Banco Central de manter a taxa Selic em 13,75% ao ano. A reunião de Lula com integrantes da equipe econômica também permaneceu no radar do mercado. O índice brasileiro chegou à máxima de 168.994,33 pontos e atingiu a mínima de 166.249,09 pontos. O volume financeiro somou R$ 31,16 bilhões. Wall Street em queda Os principais índices acionários dos Estados Unidos encerraram a sessão com perdas expressivas: Nasdaq (empresas tecnológicas): 24.315,00 pontos (-5,52%); S&P 500 (500 maiores empresas): 7.353,73 pontos (-4,36%); Dow Jones: 51.523,06 pontos (-3,44%). As perdas foram concentradas, sobretudo, em empresas de tecnologia e inteligência artificial. O movimento ocorreu após a sessão anterior, quando os mercados haviam reagido positivamente aos resultados das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. Política econômica No cenário doméstico, a manutenção da Selic em 13,75% ao ano e as discussões sobre a política fiscal influenciaram as negociações. O Comitè de Política Monetária (Copom) interrompeu uma sequência de cinco cortes na taxa básica de juros. Após reunião com Lula, Dario Durigan afirmou que houve convergência entre os participantes sobre o diagnóstico econômico. O ministro também reiterou o compromisso do governo com a sustentabilidade das contas públicas e a melhora gradual dos resultados primários (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública), mas não detalhou medidas fiscais. * com informações da Reuters

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