SUS inclui novo teste para rastreamento de câncer colorretal
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Key context: <p><p style="text-align:center;"><a class="" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sus-inclui-novo-teste-para-rastreamento-de-cancer-colorretal"> <img src="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/abr/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" style="height: 54px;"> </a></p><strong>O <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" target="_blank">Sistema Único de Saúde</a> inclui a partir desta segunda-feira (10) o teste imunoquímico fecal (FIT, na sigla em inglês) na tabela de procedimentos disponíveis aos pacientes da rede.</strong><br /> <br /> Portaria publicada no<em><a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-saes/ms-n-4.642-de-6-de-agosto-de-2026-724187844" target="_blank"> Diário Oficial da União</a></em> destaca que o exame que pesquisa sangue oculto nas fezes será destinado exclusivamente ao rastreamento bienal de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/cancer-1" target="_blank">câncer</a> colorretal em homens e mulheres assintomáticos, com idade entre 50 e 75 anos.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699214&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699214&o=rss" style="width:1px; height:1px; display:inline;" /></p> <p>O texto reforça que o procedimento não se destina à investigação diagnóstica de indivíduos sintomáticos ou com suspeita clínica de câncer.</p> <p><h3>Notícias relacionadas:</h3><ul><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/sinais-do-cancer-colorretal-devem-ser-checados-com-rapidez-saiba-mais">Sinais do câncer colorretal devem ser checados com rapidez; saiba mais.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus">Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS.</a></li><li><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/mortes-por-cancer-colorretal-devem-aumentar-quase-3-vezes-ate-2030">Mortes por câncer colorretal devem aumentar quase 3 vezes até 2030.</a></li></ul><strong>Em maio, o ministério já havia anunciado a inclusão do teste em um novo protocolo para rastreamento do câncer colorretal. Dados da pasta indicam que o FIT apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações.</strong></p> <p>Além disso, o procedimento pode ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e à detecção precoce da doença. Atualmente, o câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais frequente no Brasil, excluindo os tumores de pele não melanoma.</p> <p>A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) para cada ano do triênio 2026-2028 é de 53,8 mil novos casos de câncer colorretal no Brasil.</p> <h2>Entenda</h2> <p><strong>O FIT é um exame de fezes que detecta pequenas quantidades de sangue oculto, invisíveis a olho nu, que podem ser sinal de pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino.</strong></p> <p>Diferentemente dos exames antigos de sangue oculto nas fezes, o FIT usa anticorpos específicos para identificar sangue humano, o que aumenta a precisão do teste.</p> <p>O paciente recebe um kit para coleta em casa. Depois, o material é enviado para análise laboratorial. Caso o resultado detecte sangue oculto, o paciente será encaminhado para exames complementares.</p> <p>Entre as principais vantagens do exame FIT listadas pela pasta estão:</p> <ul> <li>não exige preparo intestinal;</li> <li>não precisa de dieta restritiva antes da coleta;</li> <li>pode ser feito com apenas uma amostra;</li> <li>é menos invasivo;</li> <li>tem maior adesão da população.</li> </ul> <p>Mesmo assim, segundo o ministério, a colonoscopia é a principal forma de avaliar o intestino, porque permite visualizar diretamente o cólon e o reto, além de retirar pólipos durante o procedimento, evitando que algumas lesões evoluam para câncer.</p> This development from agenciabrasil.ebc.com.br highlights ongoing changes in the sector.
O Sistema Único de Saúde inclui a partir desta segunda-feira (10) o teste imunoquímico fecal (FIT, na sigla em inglês) na tabela de procedimentos disponíveis aos pacientes da rede. Portaria publicada no Diário Oficial da União destaca que o exame que pesquisa sangue oculto nas fezes será destinado exclusivamente ao rastreamento bienal de câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos, com idade entre 50 e 75 anos. O texto reforça que o procedimento não se destina à investigação diagnóstica de indivíduos sintomáticos ou com suspeita clínica de câncer. Notícias relacionadas:Sinais do câncer colorretal devem ser checados com rapidez; saiba mais.Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS.Mortes por câncer colorretal devem aumentar quase 3 vezes até 2030.Em maio, o ministério já havia anunciado a inclusão do teste em um novo protocolo para rastreamento do câncer colorretal. Dados da pasta indicam que o FIT apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações. Além disso, o procedimento pode ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e à detecção precoce da doença. Atualmente, o câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais frequente no Brasil, excluindo os tumores de pele não melanoma. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) para cada ano do triênio 2026-2028 é de 53,8 mil novos casos de câncer colorretal no Brasil. Entenda O FIT é um exame de fezes que detecta pequenas quantidades de sangue oculto, invisíveis a olho nu, que podem ser sinal de pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino. Diferentemente dos exames antigos de sangue oculto nas fezes, o FIT usa anticorpos específicos para identificar sangue humano, o que aumenta a precisão do teste. O paciente recebe um kit para coleta em casa. Depois, o material é enviado para análise laboratorial. Caso o resultado detecte sangue oculto, o paciente será encaminhado para exames complementares. Entre as principais vantagens do exame FIT listadas pela pasta estão: não exige preparo intestinal; não precisa de dieta restritiva antes da coleta; pode ser feito com apenas uma amostra; é menos invasivo; tem maior adesão da população. Mesmo assim, segundo o ministério, a colonoscopia é a principal forma de avaliar o intestino, porque permite visualizar diretamente o cólon e o reto, além de retirar pólipos durante o procedimento, evitando que algumas lesões evoluam para câncer.
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